| Esta discussão foi arquivada. Não se pode acrescentar nenhum comentário. | | | | Tenho uma "Sony Digital Hanydcam" (daquelas que cabe na palma da mao) e em geral estou satisfeito com a qualidade. Mas tenho amigos com camaras mais antigas (mesmo Handycam's) que se queixam de uma certa falta de qualidade ao passar para digital. Uma coisa que reparei e' que tapes baratas (tipo, TDK) tentem a produzir resultados piores. "I triple guarantee you, there are no American soldiers in Baghdad.", Mohammed Saeed al-Sahaf, Iraqi Minister of Information
|
| | | | Sou um recem convertido aos Mac e ao OS X, nomeadamente pela aquisicao de um iBook G4 12". Estou completamente maravilhado com a facilidade de utilizacao do dito, tambem pela perfeita e facil integracao com os perifericos, entre os quais uma camara digital da Canon (NTSC) que me foi emprestada para fazer a edicao e transposicao de um filme de ferias para SVCD. Tudo funciona as mil maravilhas, sem serem precisos drivers, e com o iMovie a cumprir, apesar de alguma naturais limitacoes. Da experiencia adquirida, acho que os elos mais importantes sao a camara propriamente dita, ao nivel de optica, qualidade do(s) CCD(s), e a qualidade dos codecs utilizados para fazer o encoding do "produto final". Nao sei ao que te referes quando falas em em utilizas a "qualidade maxima", uma vez que a transferencia entre a camara e o computador e' supostamente lossless. Presumo que te refiras ao "encooding" para a versao final. Para Linux e Mac tenho utilizado o MEncoder, no Mac a partir do QuickTime sem perdas gerado automaticamente pelo iMovie, com resultados que me pareceram razoavelmente bons, principalmente para um formato de qualidade inferior ao DVD como o SVCD. Existe uma aplicacao para Mac chamada MMT-EZ que facilita bastante o processo de "transcoding" de audio e video, criacao das imagens e gravacao de DVDs e CDs. Claro que existem as questoes "nebulosas" relativas ao "encoding" de MPEGs com o MEncoder... A minha opiniao e' que a participacao dos outros elementos referidos da cadeia a um nivel "prosumer" e' negligenciavel. |
| | | | | Ok, alguns esclarecimentos. Por qualidade máxima subentenda-se DVI. Os 35mm não implica a ideia de grande perda. A mlehor descrição que posso dar é quando um gajo assiste às imagens de bastidores e depois vê o mesmo mas já em filme. Fico a pensar também até que ponto a ligação PC-TV não me poderá estar a induzir em erro. Como foram testes de ocasião, utilizei para o efeito um portátil Asus de um colega a correr Winchispe, com placa SiS740. Acâmara é uma Samsung D-39i, salvo erro.
"No comments" |
| | | | | | A qualidade da ligação do PC à televisão deve ser, se não houver compressão pelo meio (ou seja, se se estiver a ler directamente os DVIs) comparável a ligar a câmara directamente à televisão (já experimentastes? É muito diferente do que vês ligando o PC à mesma?), excepto provavelmente se ela for ligada não pelos cabos RCA mas, por ex., por S-Video. Atenção que a ligação via video composto com cabos RCA tem uma qualidade inferior à ligação S-video ou a uma ligação SCART, por exemplo de um leitor de DVD standalone ao televisor. Provavelmente a melhor maneira de veres o conteúdo com a sua qualidade total é gravares um DVD (sem compressão) e vê-lo num leitor standalone, ligado via SCART. |
| | | | | "A qualidade da ligação do PC à televisão deve ser, se não houver compressão pelo meio (ou seja, se se estiver a ler directamente os DVIs) comparável a ligar a câmara directamente à televisão (já experimentastes? É muito diferente do que vês ligando o PC à mesma?)" Foi o que fiz, leitura dos DVIs, com ligação via S-Video, mas não sei até que ponto a qualidade do sinal diminui com o adaptador s-video que vem com o portátil e o cabo (banana) que liga este ao televisor. E provávelmente o software que captura o sinal da câmara para DVI terá alguma influência no resultado final, digo eu. Comprar um cabo s-video2s-video?
"No comments" |
| | | | Mas experimentastes ligar a câmara directamente ao televisor? Era uma boa maneira de ver se há perda de qualidade no "circuito" através do computador. De qualquer modo, se estás a ligar do computador ao televisor através de um adaptador, em termos efectivos estás a perder os beneficios do S-video... A televisão tem entrada S-video? A ficha é do tipo DIN... Se sim, efectivamente só beneficias do S-video com um cabo S-video <-> S-video. Quanto ao software, se ele se limita a ler os DVI, ou seja, não havendo compressão, não há razões para haver perdas. Podes sempre tentar fazer um ciclo importar-da-camara-exportar-para-a-camara e ver se há perda de qualidade. Não deve haver... a menos de as cabeças da câmera estarem sujas. |
| | | | Liguei a câmara à televisão :-). A placa do portátil tem TV-out e sim, a televisão tem S-video (é uma Phillips de fis de 2000). Vou experimentar exportar. Como tinha dito, comprei a cãmara há pouco + de 1 mês.
"No comments" |
| | | | ora bem, que grande salgalhada de artigo e de comentários! não quero parecer arrogante uma vez que sou um mero estudante a especializar-se precisamente em edição e sei bem que tenho um desconhecimento bastante grande em relação às técnicas profissionais, uma vez que na minha faculdade nos ficamos por equipamento 'prosumer'. mas vamos a clarificar algumas situações: - é uma aberração comparar a qualidade de uma câmara de vídeo com qualidade de película 35mm. mesmo se falarmos das melhores betacam digital. aliás, mesmo se falarmos das HDCAM (1440x1152, acho eu) usadas pelo george lucas. existem protótipos de câmaras de cinema digital 'comparáveis a 35mm' que registam 8magapixels a 48fps a 48bits. o tombo: 1,2GB por segundo de filme, enquanto DV ocupa cerca de 6 megas. mas passemos esta comparação bombástica, e consideremos factos mais úteis: - um cabo firewire xungoso funciona tão bem como um cabo revestido a ouro (pode é durar menos). estamos a falar da transmissão de 0s e 1s afinal, que não é sujeita às interferências do analógico. quero dizer, até é, mas aqui ou os dados passam ou não passam. a passar, passam sem erros. imaginemos que estamos a falar de um cabo USB e tudo se torna mais óbvio. - cassettes: sim, existem cassettes miniDV melhores e cassettes piores. existe uma lenda urbana (a ser verdade então sempre tive bastante sorte) que diz respeito aos lubrificantes das fitas com graus de acidez que atacam as cabeças de câmaras de outros fabricantes (caso o fabricante da cassette também faça câmaras - ex. sony). mas pelo sim, pelo não, convém não arriscar. dentro da mesma marca existem então cassettes de diferentes qualidades, mas isto diz sobretudo respeito à durabilidade das mesmas. de qualquer modo, é uma prática recomendável gravar as cassettes dos brutos apenas UMA vez, e reduzir ao mínimo a leitura. pessoalmente, faço logo uma cópia em VHS com o timecode visível, para anotar uma folha de pontos de entrada e saída a introduzir manualmente no software de edição. assim, a cassette foi gravada uma vez, lida duas vezes. mais nada. - claro que convém esquecer a gravação em LP, que é útil para filmar 'time-lapses' mas nada mais. além de cortar na qualidade e na correcção de erros , corta também no som que passa a 32khz em vez de 48khz. melhor ainda é se tiverem uma câmara que grave em modo DVCAM, que retira um terço da duração da cassette (uma de 60m em SP passa a 40m) mas regista com melhor qualidade e com ainda mais salvaguardas. - uma dica para quem tiver um PC com saída S-Video. use-a. em casa tenho drivers da nvidia que permitem activar fullscreen overlay no ecrã secundário (a televisão), e assim consigo ter um monitor de vídeo mesmo que esteja meramente a ver ficheiros com o media player ou coisa do género. - uma coisa que me estão sempre a perguntar: widescreen (16:9) é NA MESMA 720x576. logo, quem digitaliza coisas gravadas em 16:9 e decide ver os ficheiros com o media player vê tudo esticado. o que se passa é que o formato 16:9 em DV é anamórfico, ou seja, são 720x576 pixels rectângulares que num monitor de computador (que tem pixels quadrados) ocupa sensívelmente 1040x576. existem programas que detectam o formato widescreen e fazem um stretch em tempo real. um simples player que faz isso (o WMP normal distribuído com o windows xp não o faz) é o 'media player classic', um open-source que podem encontrar no sourceforge. não esquecer que mesmo o DV de formato normal (4:3) é ligeiramente anamórfico, e que os 720x576 pixels correspondem a 768 de largura num monitor de pixels quadrados. razão pela qual quem faz uma imagem a photoshop para inserir num vídeo deverá criar uma imagem de 768x576 ou 1040x576 (conforme o caso). e são todas as generalidades pertinentes que me lembro agora. certamente não posso por todas as conclusões de 3 anos de aprendizagem aqui (até ao momento) |
| |
|