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O Vírus do Fim do Mundo
Contribuído por ajc em 10-11-99 12:00
do departamento pronto,-pronto-não-é-virus,é-worm
Teenagers com demasiado tempo livre... Uma das minhas ideias recorrentes é a que vai haver uma catástrofe informática provocada por um vírus/trojan/worm que vai ser muito pior do que o y2k. Agora, segundo apareceu no slashdot e em muitos outros sítios, isso tonou-se muito mais provável. Pela primeira vez apareceu um vírus(worm) de e-mail que infecta o computador só por se olhar para ele! Parece que basta ler a mensagem para ele actuar, mesmo que não se abram attachments de espécie nenhuma. Esta maravilha da técnica é, obviamente, Designed for Windows. Artigos anteriores aqui e e aqui. [ Continua no desenvolvimento ]
A analogia dos vírus biológicos e útil para perceber o perigo: há muitos virus que se propagam rapidamente (ex gripe) e muitos virus que matam quase sempre as vitímas (ex: SIDA). A questão torna-se problemática quando aparece um que tem as duas características: A "gripe espanhola" de 1918 matou entre 20 a 40 milhões de pessoas.

Na infomática já estamos habituados a vírus muito destrutivos, como por exemplo o Chernobyl, que se divertiu e apagar discos e estragar motherboards na primavera passada. Também apareceu o ExploreZip, que se propagava nas redes locais, apagando partições locais e infectando partições exportadas pela rede. Mas esses vírus propagavam-se como a SIDA, isto é através de comportamentos de risco: copiar programas piratas, etc...

Os novos vírus (ou worms) que estão a aparecer têm um comportamento mais parecido com a gripe, em que basta estar no mesmo cinema que um infectado para a apanhar: aqui basta receber e-mail. O virus Melissa foi o primeiro a explorar esta ideia, uma vez que se propagava para endereços de pessoas conhecidas das vítimas, mas ainda precisava que os receptores abrissem attachments. O virus que agora apareceu não precisa disso, pelo que pode propagar-se de modo ainda mais explosivo.

O verdadeiro problema vai ser quando alguém combinar o carácter destrutivo do Chernobyl com as novas técnicas de propagação.

Será o equivalente informático à gripe espanhola. Imaginem: de um dia para o outro 20 ou 30% dos computadores ficam inutilizados. Sabendo como se (não) fazem backups imaginem o caos: empresas sem contabilidade, médicos sem fichas dos doentes, o trabalho que era para apresentar amanhã...

Todas as peças existem. Basta que alguém as junte....

O fim do mundo está proximo.... Salvaem-se! Usem Linux!

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