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Novo "Gnome Pixpack"
Contribuído por chbm em 22-03-00 17:44
do departamento primatas
Gnome Eduardo Silva diz "Foi lançado um novo Gnome Pixpack com 27, todos variações do icone de pasta(folder), disponível em link Espero que com eles possam tornar o vosso Gnome mais divertido e pessoal. E claro está, enviem opiniões. E criem os vossos próprios "ecrãs de fundo"(wallpapers), "ecrãs de fundo do painel"(panel backgrounds) e icones. "

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Esta discussão foi arquivada. Não se pode acrescentar nenhum comentário.
(jmce) All the folders you ever wanted... (Pontos:0)
por Utilizador do gildot em 24-03-00 0:17 GMT (#22)
(Utilizador Info)
Bonitos. Viver no Linux e' uma experiencia cada vez mais colorida. O problema ja' vai sendo escolher: "sera' que hoje vou usar uma pasta de pele de crocodilo ou ficar por imitacao de marmore?". Viva toda a gente que vai fazendo este trabalho...
(jamaica) Re: All the suckers you ever wanted... (Pontos:0)
por Utilizador do gildot em 24-03-00 9:47 GMT (#42)
(Utilizador Info)
Viva estes cabroes q nao fazem mais nada do que refilar por tudo e por nada...
Vai mas e' tirar um curso de design e artes graficas, q a tua vida vida deve ser a preto e branco!
(Ricardo Manuel Oliveira) Re: All the suckers you (Pontos:0)
por Utilizador do gildot em 24-03-00 10:45 GMT (#44)
(Utilizador Info)
Este jovem não deve ter percebido a mensagem à qual respondeu.
(jmce) A intenção era elogiar (Pontos:0)
por Utilizador do gildot em 24-03-00 12:05 GMT (#62)
(Utilizador Info)

Ooops. Lamento se pareceu que estava a dizer mal. Não estava. Notícias controversas acabam por gerar sempre críticas, às vezes merecidas e outras vezes apressadas e mesmo injustas. Mas uma notícia simples sobre trabalho feito e meritório passa muitas vezes despercebida e, como esta estava, sem qualquer comentário.

Vi isso e estava a tentar elogiar um trabalho que me parece valioso e que muitas vezes quase se torna "invisível": acabamos por tomar como "natural" que alguém nalgum canto do mundo vá programando todo o software que usamos, vá criando toda a arte com que decoramos o nosso desktop. Às vezes, com o hábito de vermos os nossos problemas magicamente resolvidos por alguém desconhecido a milhares de quilómetros ou alguém conhecido na sala ao lado, quase o tomamos como um direito adquirido, quando afinal é um privilégio termos uma comunidade tão activa que nos dá algo tão precioso como o Linux e todos os outros produtos de software livre. Acabamos por esquecer que para cada componente que temos no nosso Linux, por mais "humilde" que pareça, houve alguem que se interessou e passou horas/dias/anos a tentar dar o seu melhor.

Ainda por cima, aquilo que melhor funciona é o que acaba por se tornar mais invisível. Durante anos a fio, acedo à Internet através de computadores com Linux instalado. A comunicação via Ethernet faz-se sem erros, pelo menos visíveis, todas as horas, todos os dias, todos os anos. Como se isso fosse uma lei da natureza. O facto de haver, por exemplo, um driver para a interface Ethernet, passa tão despercebido como um trabalho de um perito clássico em tipografia: de cumprir a sua função na perfeição faz parte o deixarem de ser "notados" para simplesmente cumprir o objectivo de ajudar a comunicar. Mas se for ver o ficheiro /usr/src/kernel-source-2.2.14/drivers/net/epic100.c, por exemplo, descubro alguém chamado Donald Becker de onde saíu aquele código (e o de muitos outros drivers Ethernet). Uma pessoa que se deu ao trabalho de fazer a comunicação por uma placa Ethernet, por milhões de placas Ethernet em todo o mundo, tão previsível como o sol nascer amanhã.

O minimo que podemos fazer é elogiar os autores de vez em quando, apontá-los individualmente como os seres humanos por detrás dos bytes que temos gravados nos nossos discos e por detrás das ferramentas que nos servem fielmente. Tal como a Internet é, mais do que uma rede de máquinas, uma rede de pessoas, também o software livre é bem mais do que "apenas" software: é o resultado da dedicação de milhares de pessoas, à escala planetária, seja por altruísmo, seja por interesse próprio, mas sempre com muito amor à arte e a mostrar algo do que melhor há na humanidade.

Infelizmente, a pressa na escrita aqui no Gildot tanto resulta em textos demasiado longos e confusos como textos demasiado curtos e potencialmente ambíguos, frequentemente precipitados e às vezes injustos. Tenho uma séria quota de comentários impróprios que mais valia não ter escrito ou deveria ter escrito de forma mais fundamentada e menos oca. Mas neste caso a intenção não era depreciativa e por isso acho que o respeito pelo trabalho apresentado na notícia justifica esta explicação.

 

 

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