| Esta discussão foi arquivada. Não se pode acrescentar nenhum comentário. | | | | Não façam rigorosamente nada, façam de conta que nunca receberam, especialmente se ela não veio em correio registado. Estas missivas não têm valor legal, e ainda têm menos se ignorarem a sua existência. Quem receber pode ainda regozijar-se pela morosidade da justiça em Portugal, e porque aos olhos de um tribunal há processos mais importantes para julgar.
'In the future, the oppression will come in increasingly subtle forms'. |
| | | | | | | Eu é que me abilito levar com um processo por dar estas dicas. :P
'In the future, the oppression will come in increasingly subtle forms'. |
| | | | Não façam rigorosamente nada, façam de conta que nunca receberam, especialmente se ela não veio em correio registado. Estas missivas não têm valor legal, e ainda têm menos se ignorarem a sua existência. Muito bem, mas o facto de não terem valor legal não é justificação. Estas cartas são como que uma "oportunidade" de resolver o assunto sem receber uma carta do tribunal, essa com valor legal. A ignorá-las que seja por o processo não ter mérito, ou por acreditar que ele nunca venha a ganhar forma.
Mindstorm |
| | | | As empresas discográficas são famosas por dar "oportunidades". Se bem me lembro, na última vez que houve uma campanha dessas de dar "oportunidades" nos estados unidos, os representantes da indústria discográfica usaram as respostas a essas cartas como confissão de ilegalidades e usaram-nas nos processos contra quem as assinou. |
| | | | Mais uma vez, eu não disse que as cartas tinham qualquer validade, só afirmei que o facto de não a terem não é razão para serem ignoradas, o que não implica que não existam razões válidas para o faz er.
Mindstorm |
| | | | Oportunidade ? Oportunidade é de lhes fazer o belo do middle finger e manda-los para o caralho. Se querem resolver as coisas, que coloquem as coisas a preço aceitável e esqueçam as margens astronomicas que sacavam antes.
"Description: Multiple vulnerabilities have been reported in Firefox (...)" 1 2 3 ... 8 9 ... 10 11...20 21 !!!! That's a world record ! |
| | | | As notificações do Tribunal não têm de ser em correio registado já desde à vários anos. O facto de agora ser mais fácil julgar à revelia da presença do arguído também não ajuda ao ponto de vista que dás. A partilha de conteúdos entre privados sem qualquer relação comercial nunca deveria ser perseguida. Estamos a atingir níveis de perseguição que se aproximam de "polícia do pensamento". Estão a ser criadas leis que tornam em criminosos o cidadão comum. E as pessoas deixam... |
| | | | | A notificação do tribunal é um documento com valor legal, estas cartas não são enviadas pelos tribunais, nem têm valor legal.
'In the future, the oppression will come in increasingly subtle forms'. |
| | | | | Agora respondendo a segunda parte do comentário: Exacto, e o cálculo das indeminizações é uma falácia por isso mesmo, porque lida com os danos como se se tratasse da verdadeira pirataria, ou seja, aquela que dá lucros a quem a faz à custa do trabalho dos outros.
'In the future, the oppression will come in increasingly subtle forms'. |
| | | | Por acaso as notificacoes são enviadas por correio registado. O que foi alterado é que se essa notificação nao for entregue, na proxima passa a ser considerada como entregue. Veio eliminar o facto de muita gente fugir ao carteiro, nao era notificada, logo não podia ser julgada.
"Description: Multiple vulnerabilities have been reported in Firefox (...)" 1 2 3 ... 8 9 ... 10 11...20 21 !!!! That's a world record ! |
| | | | | A partilha de conteúdos entre privados sem qualquer relação comercial nunca deveria ser perseguida. Tinha esperança de ouvir a frase apenas na forma irónica. Talvez devesse ser dada a oportunidade ao autor de se retratar para qualquer coisa do tipo: A partilha de conteúdos com consentimento do proprietário entre privados sem qualquer relação comercial nunca deveria ser perseguida. Gostava de saber o que pensa o Cyclops se partilhássemos o código fonte de uma aplicação dele que ele não tivesse entregue a alguma forma de licença livre (Ex: GPL). O que está a ser partilhado não é propriedade dos que partilham e está a ser feito sem a autorização do autor ou seus representantes, pelo que constitui no minimo um ilicito qualquer. Cabe ao Tribunal classificar a extenção do crime, o que não sabemos será em Byte, Ficheiros ou minutos. ---------------------------------------------- Cá se fazem, cá se deveriam pagar, mas isso é outra conversa. |
| | | | Talvez devesse ser dada a oportunidade ao autor de se retratar para qualquer coisa do tipo: A partilha de conteúdos com consentimento do proprietário entre privados sem qualquer relação comercial nunca deveria ser perseguida. Isto não faria qualquer sentido ser afirmado porque acho que ter o dom de constatar o óbvio é irrelevante para o caso.
Eu por mim continuo a achar que a partilha não comercial de conteúdos não deveria ser perseguida.
Gostava de saber o que pensa o Cyclops se partilhássemos o código fonte de uma aplicação dele que ele não tivesse entregue a alguma forma de licença livre (Ex: GPL). O software não é exactamente igual a "conteúdos", mas se toda e qualquer violação fosse perseguida, sem qualquer tolerância, o mundo do Software Livre estaria muito mais pobre pois há diversas situações onde pode só ser viável a transferência dos binários (devido aos custos de replicação não terem diminuido o suficiente, por exemplo).
De qualquer das formas, ao copiar uma música para um amigo a poder escutar também é uma benesse que lhe faço. Copiar-lhe um binário de software GPL'ed e reter-lhe 2 liberdades fundamentais (estudar/alterar e publicar versões modificadas) seria dar uma no cravo e outra na ferradura.
Assim discordo de qualquer analogia que vá nesse sentido. São coisas diferentes. Não é prática usual da música entregar as pautas musicais...
O que está a ser partilhado não é propriedade dos que partilham e está a ser feito sem a autorização do autor ou seus representantes Alto e para o barco. Mais um que pensa que Direito de Autor == Direito à Propriedade.
O Direito de Autor é uma concessão que a Sociedade fez para beneficiar uns poucos (autores) à custa de muitos (apreciadores, distribuidores) na forma de lhe conceder uma vantagem comercial sobre os distribuidores que lhe permita negociar um modelo de rendimento com a distribuição da obra.
O Direito de Autor não é um direito natural, mas sim um direito artificial e temporário concedido pelo Estado. Completamente distinto do Direito à Propriedade, e enquanto não souberes colocar essa distinção vais revelar que ou estás muito confundido ou pretendes confundir quem te lê. |
| | | | Meteste aí água no teu raciocínio final, não? Pois o direito de propriedade também não é natural, e é concedido pelo Estado.
A diferença está em que os direitos intelectuais não são físicos, portanto não existe perda ao dono ao os copiares. Pois são exactamente copiados.
Pessoalmente, gosto que existam, mas claro que concordo com uma punição bem mais fraca. Não gostava de escrever um livro e depois aparecer um gajo a dizer que foi ele que o escreveu.
Libertem a Fátima Felgueiras! |
| | | | A diferença está em que os direitos intelectuais não são físicos
deve ser lido como
A diferença está em que os direitos intelectuais não são aplicados sobre bens físicos
Libertem a Fátima Felgueiras! |
| | | | pirataria != (contrafacção || plágio) ----- Milhões de pessoas morreram pelos direitos e liberdades que os nossos políticos estão a destruir com a sua assinatura. |
| | | | Pois o direito de propriedade também não é natural, e é concedido pelo Estado. Um dos pontos que as distingue é a perpetuídade. A propriedade é "perpétua" passando de pais para filhos. O Direito de Autor não. Apesar de _agora_ passar para os filhos por durar até X anos depois da morte do autor, é temporário.
direitos intelectuais A tua frase faz sentido se estiveres a falar de direito de autor. Quando passa para trademarks ou patentes não faz qualquer sentido. Quanto mais claro fores de qual direito estás a falar, melhor as pessoas se entendem. É que Direito de Autor, Direito de Patente, e Direito de Marcas têm objectivos completamente diferentes, efeitos completamente diferentes, e regalias completamente diferentes.
Não gostava de escrever um livro e depois aparecer um gajo a dizer que foi ele que o escreveu. O plágio é algo _bem_ diferente da cópia. Enquanto que a cópia te beneficia (quanto mais não seja em fama), o plágio apenas prejudica! |
| | | | A propriedade é "perpétua" passando de pais para filhos.
Sim e não... Se te ocuparem um terreno ou casa por um certo período de anos, passa a ser deles. O próprio Estado pode reclamar um terreno que não uses. Mas ok, para o bem da argumentação, vamos assumir que é mesmo perpétuo.
O plágio é algo _bem_ diferente da cópia. Enquanto que a cópia te beneficia (quanto mais não seja em fama), o plágio apenas prejudica!
Normalmente, ao cometer plágio, o pessoal modifica o texto e tal para não se perceber. Eu estava mesmo a falar de cópia integral. De qq caso, são os direitos de autor que garantem que a sociedade vai ouvir o que a pessoa que se sente plagiada tem a dizer...
Libertem a Fátima Felgueiras! |
| | | | Sim e não... Se te ocuparem um terreno ou casa por um certo período de anos, passa a ser deles. Não. Estás a falar de um direito de usufruto, chamado uso capião.
O próprio Estado pode reclamar um terreno que não uses. Mas ok, para o bem da argumentação, vamos assumir que é mesmo perpétuo. Estás a falar de uma situação extra-ordinária e assumi-la como o normal. Cuidado que isso é uma falácia...
De qq caso, são os direitos de autor que garantem que a sociedade vai ouvir o que a pessoa que se sente plagiada tem a dizer... Isso é a liberdade de expressão. |
| | | | De qq caso, são os direitos de autor que garantem que a sociedade vai ouvir o que a pessoa que se sente plagiada tem a dizer...
Isso é a liberdade de expressão.
ROFL. Estou me a referir a apresentar o caso em tribunal. Não achas que deve haver sequer sanções para quem seja provado culpado?
E quanto a terrenos não é extra-ordinária. Deixas de cultivar o terreno, e o Estado pode muito bem reclamá-lo. Isto não é fora do normal no interior.
Libertem a Fátima Felgueiras! |
| | | | Só mais esta: E se usassem o código GPL para produzir uma aplicação proprietária, tipo... deixa ver... O WINDOW$!! :-) Será que assim já percebem o ponto de vista do Distribuidor e do artista? Já agora, eu não sou advogado, mas a Constituição da República Portuguesa, consagra o direito à propriedade intelectual como uma obrigação do Estado por forma a garantir o direito fundamental de "Liberdade de criação cultural" (Ver transcrição em http://www.parlamento.pt/const_leg/crp_port/crp_97_1.html#Artigo42). Agora pode ser argumentado que o Legislador excede por demasiados anos a exploração desse direito, permitindo ainda que a mesma seja feita pelos seus descendentes. Sem os apartes, resta dizer que as emissoras de rádio, que partilham pela difusão radiofónica as mesmas músicas que os utilizadores da Net partilham, pagam por esse direito e esse pagamento é distribuido pelos artistas. Assim, a solução poderia passar pelo pagamento da taxa de difusão pelos "partilhadores", o que resolveria a verdadeira questão, mas desintermediando colocaria a indústria distribuidora, já de si em maus lençois, numa rota de quase extinção anunciada. (Industria distribuidora = Editoras, Armazenistas, Grandes superficies) Se eu não concordo com uma lei não devo por isso infringíla mas propor a sua alteração. E mais havia para dizer... ---------------------------------------------- Cá se fazem, cá se deveriam pagar, mas isso é outra conversa. |
| | | | Já agora, eu não sou advogado, mas a Constituição da República Portuguesa, consagra o direito à propriedade intelectual como uma obrigação do Estado por forma a garantir o direito fundamental de "Liberdade de criação cultural" (Ver transcrição em http://www.parlamento.pt/const_leg/crp_port/crp_97_1.html#Artigo42). Estás confundido. propriedade intelectual é coisa que não existe. O que a constituição diz é: 1. É livre a criação intelectual, artística e científica. 2. Esta liberdade compreende o direito à invenção, produção e divulgação da obra científica, literária ou artística, incluindo a protecção legal dos direitos de autor. Portanto o que a Constituição fala, explicitamente, é do Direito de Autor (embora haja outros Direitos completamente distintos que se possam sub-entender do texto). |
| | | | essa dos artistas receberem alguma coisa é que ainda tou para ver... mas, de facto, as rádios são as únicas que têm um modelo de negócio em que pagam para fazer anuncios (aos cds). coisas. ----- Milhões de pessoas morreram pelos direitos e liberdades que os nossos políticos estão a destruir com a sua assinatura. |
| | | | Será possível que tenhas dito o que eu entendi? Que eu (pertencendo aos muitos) tenho o direito de passar algo a outro (pertencendo aos muitos), algo esse que foi feito (custou trabalho, conhecimento, dedicação etc) por um autor. Mas esse autor não tem o direito de definir em que condições esse produto pode ser obtido?!
Embora não gostes da analogia, isso é o mesmo que dizer que não tenho o direito de proibir a distribução de software feito por mim fora da licença que para ele escolhi... Isto para beneficiar os "muitos"...
Isto não entra no meio conceito de liberdade, muito sinceramente.
E posso dizer que fico sempre atónito quando vejo argumentos a defender a cópia ilegal (porque contraria as regras definidas/aceites pelos autores). Não sou santo e já fiz cópias ilegais de música, de videos e de programas... Não o faço por sistema mas não me esqueço que já o fiz. Mas daí a defender que isso é legal, justo ou correcto vai uma grande distância.
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| | | | claro. o legítimo é ensinar Às pessoas q não devem partilhar e transformar meio mundo em criminosos entretanto. tipo... a proibição da posse de droga. faz maravilhas pela taxa de sobrelotação das cadeias. ----- Milhões de pessoas morreram pelos direitos e liberdades que os nossos políticos estão a destruir com a sua assinatura. |
| | | | E posso dizer que fico sempre atónito quando vejo argumentos a defender a cópia ilegal Confundes "defender" com "não ser perseguida". Tendo em conta que a imitação e a cópia são elementos basilares da espécie humana e seu desenvolvimento, a perseguição por norma não é coisa boa.
Não sou santo e já fiz cópias ilegais de música, de videos e de programas... Não o faço por sistema mas não me esqueço que já o fiz. Mas daí a defender que isso é legal, justo ou correcto vai uma grande distância. Eis uma grande diferença entre nós. Eu acho que é injusto para a sociedade o extremismo a que se chegou. Para o Direito de Autor chegariam perfeitamente bem os "originais" 15 anos + 15 opcionais dos EUA. Basta analisar os estudos sobre vendas de CDs e Livros para perceber isso.
90 anos após a morte do autor chama-se abuso.
Perderes o controlo do teu computador chama-se abuso.
Não poderes ver um DVD porque a MPAA diz que não podes é um abuso.
Daí que já bem mais que altura de exigir de volta alguns dos direitos que foram cedidos, pois estão a abusar cada vez mais. |
| | | | "não ser perseguida" é um bocado hipócrita, se os autores decidirem que estão a ser prejudicados... isso é um direito deles e se se queixam é de perseguir.
Em relação à diferença, eu acho que os autores têm o direito de fazer como entenderem... o que os impede de dar as obras?! Nada... portanto se não as dão, porque havemos de ter direito de as roubar?!
Quanto aos restantes direitos não é disso que estou a falar...
Cumprimentos. |
| | | | "não ser perseguida" é um bocado hipócrita, se os autores decidirem que estão a ser prejudicados... isso é um direito deles e se se queixam é de perseguir. São muito poucos os autores que se queixam. Quem se queixa são sempre entidades colectoras. Isto não é por vergonha dos autores... atenção... Na maioria dos casos há apenas autor moral, dado que os direitos serão de um empregador. Vários músicos se interpuseram publicamente a favor (incluíndo os Lamb o admitiram numa entrevista ao Público à poucos anos). A Janis Ian viu aumentar as vendas dos albuns dela qando publicou algumas músicas on-line.
Todos os anos as editoras batem recordes de lucros...
Em relação à diferença, eu acho que os autores têm o direito de fazer como entenderem... o que os impede de dar as obras?! Nada... portanto se não as dão, porque havemos de ter direito de as roubar?! Primeiro, não é uma propriedade portanto não há roubo. Necessitas entender esse facto se queres ter uma conversa sã.
Segundo: o Direito de Autor existe como uma concessão da Sociedade perante o Autor para lhe dar uma vantagem económica temporária sobre a exploração do trabalho, porque a cópia e difusão do conteúdo era difícil de ser realizada.
Como era mais importante promover a difusão, criou-se um mecanismo que perante a vantagem económica estimulasse a distribuição de cópias "caras" de fazer e criação de novas obras.
No mundo digital a cópia tem custo "zero" pelo que a Sociedade tem o direito de desfazer a concessão :)
Na prática os mecanismos de distribuição criados pela sociedade conseguem já quase garantir uma difusão fiável de certos tipos de obras, pelo que só faltaria a legislação acompanhar a evolução social que está a ocorrer.
Para terminar: porque raios é que é justo que uma pessoa tenha mais direitos que todas as outras? Ainda ninguém me conseguiu explicar isso. |
| | | | Não conseguimos ter uma conversa "sã" porque temos uma concepção de base muito diferente:
Eu não consigo conceber que não se respeite a vontade de um criador. E tu não concebes que essa vontade tenha direito de existir. A tua última frase é bem ilustrativa:
Para terminar: porque raios é que é justo que uma pessoa tenha mais direitos que todas as outras? Ainda ninguém me conseguiu explicar isso.
A minha resposta é simples: Porque essa pessoa foi quem criou "a coisa". O teu direito de a usufruir só é discutido porque ele a criou. Tu nunca aceitarás esta minha simples resposta, portanto, não há conversa sã possível entre nós em torno deste tema.
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| | | | Para terminar: porque raios é que é justo que uma pessoa tenha mais direitos que todas as outras? Ainda ninguém me conseguiu explicar isso. A minha resposta é simples: Porque essa pessoa foi quem criou "a coisa". O teu direito de a usufruir só é discutido porque ele a criou. Tu nunca aceitarás esta minha simples resposta, portanto, não há conversa sã possível entre nós em torno deste tema. Continuas a ignorar que o monopólio (e não direito) que esse autor tem face aos 6 mil milhões de outros humanos só existe porque os 6 mil milhões de outros humanos lhe concederam esse monopólio de forma temporária.
Estás a tentar inverter a ordem das coisas. Não há obras porque há Direito de Autor, mas há Direito de Autor porque era dificil difundir as obras criadas.
Em vários domínios essa dificuldade já não existe, e a sociedade está implicitamente a reclamar de volta o que concedeu à muitos anos. |
| | | | eu também tenho direito a um estado competente, saúde gratuita, etc e olha... não é por ser legal ou ilegal, por estar na constituição ou não que a moralidade passa a ser a preto e branco. muito menos quais os direitos que um autor deve ou não ter numa sociedade justa. até porque cada país tem leis diferentes, olha lá que na suécia ng se keixa... ----- Milhões de pessoas morreram pelos direitos e liberdades que os nossos políticos estão a destruir com a sua assinatura. |
| | | | bolas. o que quero dizer é... deve pertencer a um autor conceder o direito de: emprestar? revender? dar uma cópia a um amigo? e se n usarmos o original enquanto emprestamos? posso passá-la para formato digital? posso fazer cópia de um cd para ter um em casa e um no carro? e se alguém em minha casa ouvir enquanto eu tou a ouvir no carro? e se alguém me roubar o original/cópia, tenho que destruir o outro? controlar se podemos subverter as protecções para usar algo que é nosso da maneira que queremos? tal como citar, mashups, derivados, derivados não intencionais (os famosos 4 seg dos simpsons em background num documentário). etc. aguardo resposta, já q dizes q a situação é trivial. ----- Milhões de pessoas morreram pelos direitos e liberdades que os nossos políticos estão a destruir com a sua assinatura. |
| | | | Penso que não usei a palavra "trivial". Mas faz-me um favor... pensa no que estavas a pensar quando escreveste essas questões...:
"dar uma cópia a um amigo"... Depois vamos concluir que somos todos amigos...? :) "emprestar"... Eu emprestei a uns tipos na Net... se eles ainda não devolveram certamente o irão fazer! :) "não usar o original"... Original?!!! Disparate... eu nunca tive o original! Ou seja, podemos brincar com as palavras... mas prefiro manter-me nas ideias. E a ideia a que eu tentei contrariar é a que os posts me deram: Que somos todos santos e que as editoras são os únicos maus da fita... e a conversa com o cyclops parece-me esclarecedora de dois pontos de vista bem distintos. Deixo ao cuidado de cada um a interpretação de cada um deles. Eu penso que no último post que fiz fui bem explicito e não tenho muito mais a acrescentar.
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| | | | o que eu tava a pensar é q é idiótico criminalizar metade da população por gostarem de partilhar. principalmente porque não adianta absolutamente nada a não ser para aumentar as estatísticas do crime. o que eu te tava a perguntar é a partir de que ponto é que consideras que tal acção é assim tão grave. nem sequer tava a falar de p2p ainda. mas claro, era complicado demais... ----- Milhões de pessoas morreram pelos direitos e liberdades que os nossos políticos estão a destruir com a sua assinatura. |
| | | | agh. esqueci-me de uma coisa do resto da conversa. é normal :P não era sobre a partir de que ponto é que consideras grave, se bem que tb é uma boa pergunta. a questão é quais desses direitos é que deve ser o proprietário dos direitos a poder garantir? segundo o que disseste, o interesse do proprietário é supremo, se quiser que as pessoas só leiam um livro às terças-feiras à noite, ele tem o direito, right? ou mais propriamente, copiar para um mp3 player. ou a partir de q ponto é q é exposição publica. ou... ai. falavas no autor, não o proprietário. bem, nesse caso, esse pobre bastardo tb já n tem mto a dizer neste momento. ----- Milhões de pessoas morreram pelos direitos e liberdades que os nossos políticos estão a destruir com a sua assinatura. |
| | | | ...umas acções de (h)ac(k)tivismo? |
| | | | | | tenho a impressão que alguem vai receber uma cartinha em casa .... ;) |
| | | | É como conseguiram obter os dados sem incorrer em ilegalidades... Ou arranjaram um consentimento dos detentores do copyright para espalhar os ficheirosou copiar os ficheiros ? Estou curioso para ver se isto é real, como é que vão resolver a trapalhada legal de quem arranjar um bom advogado e tiver tempo e dinheiro e disposição para os mandar para o caralho :)
"Description: Multiple vulnerabilities have been reported in Firefox (...)" 1 2 3 ... 8 9 ... 10 11...20 21 !!!! That's a world record ! |
| | | | | | Já agora também, o trabalho que dá apanhar o pessoal ... são meses de monitoring nas redes p2p e contra analise nas listas de ip's fornecidos pelos isp's ... e será que os isp's dão essas mesmas listas? Cumps- Gass |
| | | | | "e será que os isp's dão essas mesmas listas?" Dão, em ficheiros Excel... |
| | | | ROTFLOL...
A Characteristic of life style... |
| | | | | Já sei que me vou repetir mas tenho contido demasiado o desabafo... "Why, then, cannot we have a clear and generally accepted definition of it? Alas! we shall not get one --- not yet, anyway. To say why would take too long, but basically it is because it is impossible to define Fascism satisfactorily without making admissions which neither the Fascists themselves, nor the Conservatives, nor Socialists of any colour, are willing to make." -- George Orwell, "What is Fascism", 1944 Aceita-se a "Entidade Reguladora" da "Comunicação Social", onde "Comunicação Social" rapidamente se percebe abranger a comunicação do indivíduo na Internet, depois de o chefe de gabinete do ministro dos Assuntos Parlamentares responder "nim" a uma pergunta sobre o alcance até aos blogs. E logo vinda de um governo socialista, sem indignação suficiente para a saída do partido dos que nos gostam de recordar a sua "participação na luta pela democracia" mas em que a memória da censura parece ter-se esfumado. A palavra "fascismo" está fora de moda a ponto de parecer envergonhar mesmo os que o sentiram; para eu a ouvir, foi preciso ouvir um amigo meu --- que de forma alguma se afirma "de esquerda" nem teve "passado combativo" --- ler o texto que cria a ERC. Aceita-se a alegre colocação online, em praça pública, de dados de IRS dos contribuintes, e entre mais um desfilar de personalidades satisfeitas com a medida foi necessário a Manuela Ferreira Leite ter a coragem de nos lembrar dos riscos de abuso decorrentes da natureza humana e da natureza portuguesa (incluindo o apontar de dedo ao vizinho nos tempos da PIDE, que por acaso (oops) pelo menos "algum" PS e BE, por exemplo, parecem ter esquecido). Aceita-se a retenção de dados, pois então. Afinal a sabedoria nacional, ansiosa por paizinhos autoritários que nos salvem vindos do nevoeiro, limita-se frequentemente ao "quem não deve não teme", desde a conversa de autocarro até ao comentador político e ao juíz, sem se oerceber o está mais em causa do que "uns miúdos piratas". A sabedoria nacional, provavelmente apanhando personalidades de todos os partidos representados na AR, parece ter acreditado piamente (na melhor das hipóteses, já que a credulidade é a alternativa menos grave) que isto da retenção de dados tinha a ver apenas com o terrorismo. o crime pedófilo, e mais alguns papões de serviço. Afinal bastavam 20 minutos online para notar, já há uns anos, como quem fazia coro com Maria José Morgado no apelo catastrofista à retenção de dados em Portugal era, por exemplo, Manuel Lopes Rocha, que nos jornais apelava à protecção das crianças enquanto profissionalmente trabalhava para clientes mais crescidos como a Warner. Foi afinal apenas um exemplo do que passou mais em geral na Europa: lobbying com terrorismo e crianças por quem afinal "só" quer acesso sem mandato a informação sobre o nosso tráfego de acesso à Internet. Mais triste do que as outras iliteracias, pelos riscos para todos nós, é esta iliteracia da liberdade. Como sociedade preocupamo-nos a nível histérico com o politicamente correcto, o "hate speech", alguns símbolos nazis aqui e acolá. Por mais que algumas dessas preocupações tenham justificações com origens objectivas, não é raro o essencial de certas preocupações (e também punições) preocupar-se mais com semiótica, a letra da Lei, e conveniências terceiras do que com o espírito da Lei. Assim nos vamos entretendo com questões de (resumindo) estilo, enquanto as questões de substância, em termos objectivos da evolução da legislação e da prática governativa, nos dão hoje bofetadas sucessivas e moldam o nosso futuro sem darmos por elas. Os nossos democráticos representantes aprovam legislação e usos de ferramentas de elevado risco para as nossas liberdades (e para a nossa segurança face a certas formas de crime) enquanto nos esquecemos que a relação entre o cidadão e o Estado não deve presumir, em particular na legislação, que o Estado é perfeito ou mesmo automaticamente pessoa de bem. Da nossa segurança faz também parte a segurança face ao Estado. Os riscos de abuso de uma ferramenta como a retenção extensiva de dados começam logo pelo pela possibilidade de "pequenos" acessos abusivos criminosos, externos ou internos, mas vão muito além. Ficando a ferramenta a funcionar em legalidade, o risco de vir a ser usada de novas formas pelo Estado devia ser óbvio, seja agora pelo governo que talvez achemos democrático, seja amanhã por um governo de que já desconfiemos mais. Eu, que nada sei de Direito, fico intrigado: nas nossas faculdades de Direito ensina-se apenas o direito em termos operacionais para o licensiado conhecer a mecânica da letra da lei, ou ensina-se Direito com "D" grande até ao espírito da lei? A (infelizmente maltrada) primeira emenda da Constituição dos USA proibe a criação de legislação limitativa de algumas liberdades fundamentais. A Constituição Soviética de 1936 'garantia' aos cidadãos algumas das mesmas liberdades. A "Lei que cria a Entidade Reguladora" recorre 19 vezes ao verbo "assegurar". |
| | | | Enfim...já era esperado, visto que Portugal sendo membro da UE, vai atras, geralmente por arrasto, dos grandes lobbies Europeus. Claro que aqui temos o nosso contexto nacional, e haverão certas coisas que se passaram de forma diferente. Não havera respeito nenhum pela protecção de dados. Se se suspeitar de alguem, é só ir ao ISP do suspeito acompanhado por uma autoridade (que quase de certeza será a PJ), e é ve-los meter o rabinho entre as pernas, e ate a darem mais informações do que aquelas que estes lobbies precisam. Claro que só acredito vendo, mas como a lei está do lado de quem tem $$$, de certeza que vao aparecer culpados aka bodes espiatorios, onde inicialmente nao havia nada, pois provas circunstanciais para queixosos com muito $$$ bastam. Quanto ao resultado pratico disto, é simplesmente a legalização de um outro crime que noutros casos é punivel por lei: Extorsão. Ate pq os queixosos não tem poder legal para decidirem a indeminização que lhes deve ser atribuida. Isso é da competencia do proprio tribunal. Ha ainda o factor bonus. Onde ha pirataria de musica de certeza que ha outros tipos de pirataria. A pj sabe disso e não vai ter de certeza maos a medir. Mas a parte mais interessante é que isto em nada irá baixar a pirataria. |
| | | | | | | ... até porque isto é ir contra o consumidor final, em vez de quem realmente lucra em grande escala com violações de copyright. Alguns sossegam-se com a lentidão da justiça portuguesa, mas essa lentidão joga a favor de quem ataca primeiro, não dos atacados. Por mais que o tribunal dê razão a longo prazo a muitos dos atacados pelas editoras e parapolícias nacionais, a lentidão só vai servir para prolongar a náusea (nem que seja pela incerteza). A lentidão convém aos extorsores, porque perante a expectativa de anos a penar, facilmente os visados se resignam e pagam a "protecção". A desculpa estafada da "pirataria" como redutor de vendas merece é, como resposta, menos vendas e a procura de alternativas; falta saber quantos terão a força de vontade para fazer o dinheiro falar, boicotando as editoras amigas da extorsão e passando para alternativas por agora mais limitadas como a Magnatune. Não é com medidas de extorsão que o respeito pelo copyright se promove. Eu, que nunca tive simpatia por violações de copyright nem pelas desculpas do tipo "mas toda a gente o faz", tenho cada vez menos simpatia por alguns detentores de copyright, especialmente porque em termos legislativos não pode valer tudo para 'proteger' modelos de negócio (ou, como sempre achei, para de facto tentar promover outros modelos mais restritivos). Nas escalas de valores que moldam a Lei, há valores superiores aos editoriais. Mas a percepção disso é tão fraca que um representante das editoras pode vir à TV dizer em tom lúdico que "o que era bom era passarem uma noite na cadeia" sem isso fazer os jornalistas indagar mais nem o público indignar-se. Temos poucas noções de Direito, se calhar até temos os nossos inimigos de estimação que gostaríamos de ver presos por uma noite, achamos normal e achamos piada. Depois de 32 anos, esperar-se-ia estarmos maduros para a liberdade, mas parecemos é estar maduros para outra ditadurazinha. Que não se confunda estas novas medidas com rigor e rapidez na aplicação da lei. Isso seria bem vindo, mas o que agora se passa é sinal de algo bem diferente. Apenas mais um pouco, e a moralidade estará do lado oposto à legalidade. Quando legalidade e moralidade se incompatibilizam, o que nos diz isso sobre o nosso futuro? |
| | | | Não me cheira, amigo! A PJ (bem como outros tais) já têm email! Não precisam de se deslocar. O facto de não existir mails abuse@isp.tld não significa que não haja uma pessoas (ou mais) que asseguram essas mesmas funções. |
| | | | até pq até têm q pagar o combustível do próprio bolso hoje em dia ----- Milhões de pessoas morreram pelos direitos e liberdades que os nossos políticos estão a destruir com a sua assinatura. |
| | | | ... bulshit!!!
A única questão pertinente que aqui se levanta é a questão da privacidade e o que é necessário para que um ISP possa disponibilizar os dados que têm sobre as acções de um cliente sem que este seja suspeito de algum acto ilegal. No caso da maioria dos leitores aqui do gildot que eventualmente façam downloads de ficheiros de música, não existe nenhum motivo que os torne suspeitos de o fazer, logo os dados deles não deveriam poder ser disponibilizados a ninguém.
Outro ponto interessante prende-se com os formatos de ficheiros, alguém que faça download de um ficheiro zip pode ser condenado por pirataria? Mesmo que esse ficheiro contenha lá dentro um ficheiro de música, no momento do download isso não era claro, logo nada prova que o indivíduo não estava a tentar fazer o download da letra, ou tabulação da música e que por azar lhe calhou um mp3, m4a ou qq outro formato aúdio.
"The greatest obstacle to discovery is not ignorance -- it is the illusion of knowledge." Daniel J. Boorstin |
| | | | | "From the end of 2000, IFPI Belgium, the recording industry trade association, started tracking people downloading and uploading music files from MP3 audio file-sharing web sites such as Napster, Gnutella or KaZaa. In a move that left many Belgian music fans outraged, IFPI collaborated by simple 'gentlemen's agreements', and outside any legal framework, with Internet service providers (ISPs) to get the names and addresses of high-speed Internet connection subscribers in order to send them personalized letters threatening them with legal action if they did not stop their file-sharing practices. In November 2001, the Privacy Commission released an initiative opinion severely condemning the way IFPI had behaved with respect to the protection of people's privacy, noticing that they were violating several Belgian and European telecommunications privacy and data protection laws." -- Privacy International, "Privacy and Human Rights 2003: Country Reports" Pelos anúncios feitos, talvez seja de esperar que os "agreements" estejam já feitos por cá. Dado o fascínio governamental pelas orgias de cruzamento de dados, pouco me admiraria que em Portugal os "gentlemen" fossem do próprio governo. |
| | | | | | | Creio que isso é o aspecto mais importante a esclarecer neste momento: se isto for mais que um bluff, tem algum apoio legal ou não? Pelos anúncios feitos, talvez seja de esperar que os "agreements" estejam já feitos por cá. Dado o fascínio governamental pelas orgias de cruzamento de dados, pouco me admiraria que em Portugal os "gentlemen" fossem do próprio governo. Em qualquer caso, os ISPs estariam a fornecer informações sobre os clientes à revelia da lei a alguém, seja ao Governo seja directamente à IFPI. |
| | | | | Mas a eff.org disponibiliza isto, nunca experimentei, nem sei se as comunicações ficam igualmente invisíveis para os ISPs. Ter os discos rígidos codificados com o gnupg também poderá ser um ponto positivo para visitas inesperadas da nova "thought police", vulgo PJ. Também convém referir os preços praticados pelos cartéis de media que operam mundialmente. Quem no seu perfeito juízo dá cerca de ¤25 por um cd? Estão a vender droga e praticam o preço que querem? Qualquer músico recebe muito pouco por cd vendido, muitas das receitas vêm de "royalties" (jingles, toques de telemóvel, tretas do género) e de concertos (bilhetes a ¤60 para ver um banda ou artista, com duração de 45-60 min.). Hipocrisia nos negócios da arte. Talvez as editoras tenham perdido o "know-how" de como fazer negócio na "interweb" e simplesmente querem encher os bolsos antes que isto dê buraco. Muita da popularidade das bandas e até de cinema, considerado alternativo, advém da internet e da troca de informação, senão sabem aproveitar isso para novos modelos de negócio mais vale dedicarem-se a outra coisa qualquer que dê mais dinheiro, sei lá; comércio de medicamentos para a gripe asiática, viagra... Quem engole música das grandes editoras provavelmente estará mais exposto a este problema. Quem ouve música alternativa não sujeita a "big labels" de certeza que não passará pelo mesmo. Mas isto são os meus ¤0.02.
I pretend to work. They pretend to pay me. |
| | | | | | funciona, mas é lento como tudo. ----- Milhões de pessoas morreram pelos direitos e liberdades que os nossos políticos estão a destruir com a sua assinatura. |
| | | | claro q tendo o traffic shaping que temos, a diferença se calhar nem se nota. ----- Milhões de pessoas morreram pelos direitos e liberdades que os nossos políticos estão a destruir com a sua assinatura. |
| | | | E para além do mais esse tipo de sistemas pode trazer um inconveniente, pelo menos para quem possui os servidores, uma vez que é um meio usado para troca de pornografia infantil, logo qualquer servidor arisca-se ter em cache estes dados. incorrendo em crime muito grave sem dar por isso. |
| | | | | Now you've got me... Sendo assim não vejo outras possibilidades.
I pretend to work. They pretend to pay me. |
| | | | também o google. axo q isso n faz muito sentido, porque não filtram nada nem favorecem nada. ----- Milhões de pessoas morreram pelos direitos e liberdades que os nossos políticos estão a destruir com a sua assinatura. |
| | | Bah! (Pontos:1, Despropositado) |
| | Seus estudantes de meia tigela! Têm dinheiro para propinas,alojamento,alimentação, transportes, computadores portáteis, cerveja,queima das fitas, putas, charros e não querem pagar 25E por cada cdzinho? Sinceramente! |
| | | | | | Espero que estejas a ser irónico. Primeiro não sou estudante, pago impostos e até voto vê lá. Os 25¤ equivalem-me a uma semana de gasolina para poder ir trabalhar e na merda em que este país está o que me faltava agora era pressão por parte de editoras armadas em dealers de esquina. A arte não é só um negócio. Sou músico há mais de 14 anos e a última coisa que me preocupava era que espalhassem a minha música em redes p2p.(o investimento foi nosso seja em equipamento ou em divulgação, as editoras querem lá saber se és bom ou não, querem é vender lixo de consumo fácil e rápido).
I pretend to work. They pretend to pay me. |
| | | | | Eu acho que sim, principalmente Cd's a 25¤ cujo seu preço nem é inflacionado, pelas pequeninas percentagens que as editoras cobram aos verdadeiros artistas, pena a mim não vir uma dessas notificações... Gostava de saber quem é que é pirata, o gajo que saca uma porcaria dum mp3 e depois se gostar compra o album ou aquela entidade que deveria defender os autores, cobrando percentagens enormes... Onde é que os Musicos ganham mais dinheiro? em Concertos! Quanto cobra a editora por cada concerto ... Não é por acaso que muitas das grandes bandas acabam por formar uma editora independente ... :) E viva a Hipocrisia e a ignorancia! Linux sergio 2.6.11-gentoo-r11 #2 SMP Sun Jun 19 00:45:34 WEST 2005 x86_64 Mobile AMD Athlon(tm) 64 Processor 3000+ AuthenticAMD GNU/Linux |
| | | | é um argumento aceitável... se n tivesses incluido propinas, alojamento, alimentação e transportes, que não são propriamente coisas que se pode deixar de dispor pois n? ----- Milhões de pessoas morreram pelos direitos e liberdades que os nossos políticos estão a destruir com a sua assinatura. |
| | | | Se calhar sou eu que sou bastante denso mas não estou a ver como é que alguem teria meios para apanhar o pessoal. Mesmos os ISPs não têm a certeza do que os seus clientes fazem download. Estou certo que o volume de trafêgo é demasiado elevado para ser analisado. No entanto podem sempre ver a que redes p2p os utilizadores andam ligados (penso que isto é fazivel). Mas mesmo assim, nem tudo o que anda nas redes p2p é pirataria. Ainda mais se há algu'em a monitorizar as redes p2p, para poder incriminar quem faz download de material piratado tem que conseguir identificar todo (ou pelo menos grande parte) do material piratado que anda na rede. (não é por um ficheiro ter um certo nome ou ter uma certa extensão que é pirataria). Mais uma coisa, para localizar os utilizadores dos determinados ISPs teriam que (mesmo antes de por o processo em tribunal) ter acesso aos dados, mas penso que estes dados não podem ser divulgados (legalmente) sem o concentimento do cliente. Posso ter dito muitas bacoradas, por favor comentem.
http://lmcc.di.uminho.pt |
| | | | .. é que (ao que se consta) a Netcabo já começou a contactar os clientes ... Se assim é, o precedente que estão a abrir é particularmente mau: - Mau para os clientes que ficam a saber que o seu ISP compactua com medidas de legalidade duvidosa (ceder a pressões de lobbies) - Mau para o ISP que desta forma está a entrar no campo minado que é o "controlo de conteúdos" ... -- Whatever. |
| | | | | | Queixa no Ministério Público já. Se eu receber uma carta sequer da Netcabo por ter utilizado o Bittorrent nos últimos 6 meses vou à sede e faço tamanho escabeche que vão ter de se redimir por escrito. Já não se pode trazer uma ISO é? |
| | | | bem o que é verdade é que tenho um colega que recebeu um email da netcabo a dizer que tinha sido detectado que ele partilhava ficheiros ilegais e que as "medidas adequadas" ja tinham sido tomadas.
eu aqui há uns meses já tinha ouvido falar de pessoal que tinha recebido, mas não fiquei a saber se alguma coisa foi para a frente.
http://lmcc.di.uminho.pt |
| | | | O mail que um colega meu recebeu da Netcabo:
Exmo(a). Senhor(a),
Vimos por este meio dar-lhe conhecimento de uma reclamação apresentada, de terceira entidade, que anexamos para o efeito.
Na referida reclamação, é referido que V. Exa. tem vários ficheiros partilhados publicamente no seu computador, utilizando o serviço NetCabo em relação ao qual a TV Cabo é a provedora de acesso.
Salientamos que, de acordo com o ponto 12 das Condições Gerais do Serviço NetCabo, o Cliente deve respeitar e observar o disposto na legislação nacional e internacional aplicável, nomeadamente a relativa a direitos de autor e direitos conexos, propriedade industrial e criminalidade informática, sendo o único responsável pela utilização que faça do serviço, pelo pontual e integral cumprimento das Condições Gerais e Particulares.
Assim, solicitamos que se pronuncie sobre o teor da reclamação apresentada no prazo de 48 horas e, caso os factos alegados sejam verdadeiros, que remova as partilhas dos ficheiros referidos do seu computador, de modo a regularizar a presente situação, sob pena de a TV Cabo proceder à suspensão do acesso ao serviço NetCabo, caso este tipo de reclamação persista.
Certos da sua compreensão, DespisteTrafego@Netcabo.pt Abuse@TVCabo.pt TV Cabo - Security Response Team
http://lmcc.di.uminho.pt |
| | | | (continuação do email)
-----BEGIN PGP SIGNED MESSAGE----- Hash: SHA1 Re: Unauthorized Use of NBC Universal Properties Notice ID: 14-4555796 1 Apr 2006 11:30:16 GMT Please be advised that NBC Universal and/or its subsidiary and affiliated companies (collectively, NBC Universal) are the owners of exclusive rights protected under copyright law and other intellectual property rights in many motion pictures and television programs, including the title(s) listed below (the NBC Universal Properties). NBC Universal diligently enforces its rights in its motion pictures. It has come to our attention that TVCABO Portugal, S.A. is the service provider for the IP address listed below, from which unauthorized copying and distribution (downloading, uploading, file serving, file "swapping" or other similar activities) of NBC Universal's motion picture(s) listed below is taking place. We believe that the Internet access of the user engaging in this infringement is provided by TVCABO Portugal, S.A. or a downstream service provider who purchases this connectivity from TVCABO Portugal, S.A.. This unauthorized copying and distribution constitutes copyright infringement under applicable national laws and international treaties. Although various legal and equitable remedies may be available to NBC Universal as a result of such infringement, NBC Universal believes that the entire Internet community benefits when these matters are resolved cooperatively. We urge you to take immediate action to stop this infringing activity and inform us of the results of your actions. We appreciate your efforts toward this common goal. Please be advised that this letter is not intended to be a complete statement of the facts or law as they may pertain to this matter or of NBC Universal's positions, rights or remedies, legal or equitable, all of which are specifically reserved. Please send us a prompt response indicating the actions you have taken to resolve this matter, making sure to reference the Notice ID number above in your response. mailto:antipiracy@nbcuni.com?subject=RE%3A%20Copyright%20Infringement%20Notice%20Notice%20 ID%3A%2014%2D4555796 If you do not wish to reply by email, please use our Web Interface by clicking on the following link: http://webreply.baytsp.com/webreply/webreply.jsp?customerid=14&commhash=2cad4f62670113c174 b294b0c2580088 Note: If your email program has inserted line breaks into either the email or web links above, you can copy and paste the entire link in to you email program, or favorite web browser, respectively.
Very truly yours,
Internet Anti-Piracy Team, Worldwide Anti-Piracy Operations NBC UNIVERSAL 100 Universal City Plaza 1220/2 Universal City, CA 91608 tel. (818) 777-4876 fax (818) 866-2155 antipiracy@nbcuni.com *pgp public key is available on the key server at ldap://keyserver.pgp.com ** For any correspondence regarding this case, please send your emails to antipiracy@unistudios.com and refer to Notice ID: 14-4555796. If you need immediate assistance or if you have general questions please call the number listed above. Title: Born on the 4th of July Infringement Source: eDonkey Initial Infringement Timestamp: 31 Mar 2006 10:19:33 GMT Recent Infringment Timestamp: 31 Mar 2006 10:19:33 GMT Infringer Username: HighID… Infringing Filename: … Infringing Filesize: 734722048 Infringers IP Address: … Infringers DNS Name: … Infringing URL: ed2k://|file|…|734722048|CD20B2D2D12CFDA046CBB2792330604F|/
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4555796 Open
NBC Universal Aaron Markham, Director of Internet Anti-Piracy 100 Universal City Plaza (2160/7E), Universal City, California 91608 United States of America 818-777-4876, antipiracy@nbcuni.com
TVCABO Portugal, S.A. abuse@tvcabo.pt
2006-03-31T10:19:33.000Z 83.132.46.107 4662 a83-132-46-107.cpe.netcabo.pt eDonkey … 1 No
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