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(re)descobrimentos
Contribuído por scorpio em 10-08-04 21:36
do departamento
Tecnologia pires escreve "Chuck1318 writes "The Japanese ISAS (Institute of Space and Astronautical Science) announced the launch and deployment of the first ever large-scale solar sail. In the news release they state "Because it carries no fuel and keeps accelerating over almost unlimited distances, it is the only technology now in existence that can one day take us to the stars."

Como se pode ver aqui, estamos cada vez mais perto daquilo que vemos em filmes, no que toca a exploração espacial. Mas quem serão os Descobridores do Universo? Seremos novamente nós Portugueses? Se sim, como dividiremos em duas partes um espaço cuja dimensão é-nos completamente alheia (ok, ok, ja sei que há trolls que vão muito eloquentemente dizer: "é grande!", ou então vão-m acusar de colonista e espanhol). Iremos colonizar alguma coisa?
Venham daí essas questões e respostas imaginárias, porque as *velas* já cá estão :)

P.S.: espero, evidentemente, que se leve uma cópia do Longhorn para o espaço. Principalmente, se for para instalar na rede do inimigo :) "

Status Report: MCP2k4 | Terravista...qual a razão de existir?  >

 

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    outer space (Pontos:3, Informativo)
    por vd em 10-08-04 22:19 GMT (#1)
    (Utilizador Info) http://paradigma.co.pt/~vd
    P.S.: espero, evidentemente, que se leve uma cópia do Longhorn para o espaço. Principalmente, se for para instalar na rede do inimigo :)

    Não ... mas ir-se -à levar Linux.

    //vd
    Re:outer space (Pontos:2)
    por fhc em 13-08-04 0:15 GMT (#34)
    (Utilizador Info)

    É galo, perdi por uns meses!

    Francisco Colaço


    Portugal é constituído por duas nações: o país (de Setúbal ao Carregado, de Cascais ao Montijo), e o Portugal Profundo, que já se afundou.

    Bah (Pontos:2)
    por CrLf em 10-08-04 22:27 GMT (#2)
    (Utilizador Info) http://crodrigues.webhop.net
    Com a mentalidade actual dos portugueses, não vamos colonizar nada. "To Boldly Go Where Everybody Has Been By Now" é o nosso lema. Só vamos quando já ninguém tiver interesse nisso ou quando houver turismo em Marte.

    -- Carlos Rodrigues
    Re:Bah (Pontos:2)
    por fhc em 11-08-04 16:12 GMT (#18)
    (Utilizador Info)

    Não estejas tão certo que as missões humanas têm neste momento interesse científico. Não têm. Têm o mesmo interesse que o da aventura do explorador do século XIX, mas nada pode ser feito por humanos que os robôs não façam.

    Quanto a espaço e Portugal, desde já te adianto que brevemente irás ter umas surpresas.

    Francisco Colaço


    Portugal é constituído por duas nações: o país (de Setúbal ao Carregado, de Cascais ao Montijo), e o Portugal Profundo, que já se afundou.

    Re:Bah (Pontos:1)
    por Perky_Goth em 11-08-04 19:32 GMT (#23)
    (Utilizador Info) http://www.fe.up.pt/freefeup
    n é verdade, os humanos podem fazer reparações in loco. vê lá que até os robots em marte estão cada vez mais ineficientes por causa das poeiras que se acumulam nos paineis solares.nem algo tão básico tem uma solução róbotica simples.
    -----
    Microsoft has funded 13 studies over the past year comparing Linux with its own products. Guess what: All of them come out in favor of Microsoft.
    Re:Bah (Pontos:2)
    por CrLf em 11-08-04 22:47 GMT (#26)
    (Utilizador Info) http://crodrigues.webhop.net
    Os robôs podem fazer muita coisa, mas nada que se aproxime daquilo que um humano pode fazer.

    Os robôs não têm inteligência, dependem portanto de pessoal num centro de controlo que se encontra a distâncias que tornam impossíveis actividades em real-time. Um humano numa hora faria o que vários robôs não conseguiriam fazer em anos, escolher o que analisar, interpretar o que vê, além de dar informação que nenhum robô alguma vez dará, a parte "humana". Dificilmente a informação debitada por um robô te transmitirá o que se sente ao estar "lá" (fisicamente e emocionalmente). O robô recolhe factos, e os factos são irrelevantes se não forem relacionados com as pessoas.

    Quanto a surpresas, Portugal é um atraso de vida, e não espero ver a nossa bandeira num Ariane nas próximas décadas.

    -- Carlos Rodrigues
    Re:Bah (Pontos:2)
    por fhc em 12-08-04 19:07 GMT (#27)
    (Utilizador Info)

    Os robôs podem ser telecomandados. Os robôs podem ter alguma inteligência. Os robôs podem consertar o Hubble. Aprendemos muito nos últimos anos (com insucessos e erros, até) para saber que lâminas do canivete suiço fazem falta no Espaço.

    Um robô não sofre descalcificação óssea, alongamento dos músculos, cancro devido aos raios cósmicos. Pode um raio cósmico lixar-lhe a memória, mas isso é cada vez mais raro. As DIMM-DDR modernas são, por sinal, bastante resistentes aos raios cósmicos. Assim tenho lido, e espero que estejam certos.

    Um robô não se lixa por uma parte da nave estar a 240C enquanto a outra está a -280C. Um robô não necessita de aquartelamentos, áreas de diversão e recreio, reciclagem de compostos orgânicos, uma dispensa muito cheia, oxigénio e os sistemas redundantes que têm de existir por uma nave ter o casco furado por um micrometeorito. Um robô não sofre de fadiga, não assassina os seus colegas de trabalho devido a uma briga num jogo de cartas (sabiam que isso esteve prestes a acontecer na Mir? Perguntem pela história do -- acho que é este o nome --- grande falcão alado). Um robô não sente saudades da família, não é atreito a depressões, não se tem de tomar cuidados especiais para se salvar no caso de uma falha grave nos sistemas críticos da nave, e pode ser enviado aos magotes para outro planeta.

    Quem disse que os humanos eram dispensáveis no Espaço não fui eu, mas o Alvin, que pousou na Lua em 69. Eu apenas concordo com ele.

    Quanto a surpresas, nem tudo vem do sector público. Mais, devido a coisas que me transcendem, não posso dizer.

    Francisco Colaço


    Portugal é constituído por duas nações: o país (de Setúbal ao Carregado, de Cascais ao Montijo), e o Portugal Profundo, que já se afundou.

    Re:Bah (Pontos:1)
    por Perky_Goth em 12-08-04 19:52 GMT (#31)
    (Utilizador Info) http://www.fe.up.pt/freefeup
    eh, mas os robos têm q ser programados, pq o delay mtas vezes impede mta coisa.
    fora isso, sure.
    -----
    Microsoft has funded 13 studies over the past year comparing Linux with its own products. Guess what: All of them come out in favor of Microsoft.
    Re:Bah (Pontos:2)
    por CrLf em 12-08-04 21:57 GMT (#32)
    (Utilizador Info) http://crodrigues.webhop.net
    Esqueceste-te de uma coisa, os robôs não estão interessados no produto das suas missões. A melhor forma de obter conhecimento para humanos é pelos próprios humanos. As missões com robôs são interessantes para preparar terreno para as pessoas, mas não são o fim em si próprias. Como eu dizia, não interessa os factos que os robôs conseguem ou não obter porque no final o importante vai sempre ser a subjectividade associada à percepção humana, que nenhum robô consegue simular.

    -- Carlos Rodrigues
    Re:Bah (Pontos:2)
    por fhc em 13-08-04 0:14 GMT (#33)
    (Utilizador Info)

    Os humanos não estão adaptados ao Espaço, particularmente às condições G0. Se é verdade que a ESA pretende matar o tédio fazendo os humanos hibernar, não é menos verdade que a perda de massa muscular e a descalcificação óssea colocariam o humano em risco de se partir (osso de vidro) todo mesmo dentro da própria nave, quanto mais vir à descolagem.

    Na verdade, nada faz hoje um humano no Espaço que um robô não consiga fazer, pois as missões espaciais estão programadas ao milímetro. É certo que um humano pode, via inteligência, diversificar seu trabalho. Mas um robô também o pode fazer, desde que possa ser remotamente programado (in systems programming) ou mesmo controlado (com vinte minutos de hiato, em Marte o controlo remoto é desaconselhável.)

    Finalmente, um robô dispensa quase 5000 kg de equipamentos e de espaço.

    Pensa numa coisa: o que aconteceria se um astronauta de longo curso adoecer com algo que não haja na nave? Do tipo: olha, descobrimos a cura para a descalcificação óssea, são alheiras de Mirandela com camarão. Pena que não tenhas aí nem alheiras de mirandela nem camarão. E se por causa de uma borrachinha ter-se furado tenhas de contar com mais um astronauta a bordo? Mandas um ginecologista e um obstetra pela rede?

    Qualquer humano que embarque numa viagem de longo curso pode redigir o testamento, pois não volta. Mesmo sendo a gravidade de Marte 1/6 da terrestre, acho que não aterra lá, a menos que a medicina possa encontrar uma solução prática para os ambientes G0. Ainda não encontrou, e olha que estou bem informado. É por isso que vês os astronautas retornados da MIR serem levados à maca. Caso não saibas, dura no mínimo uma semana até que tenham forças para estar em pé e três até que tenham a massa muscular medianamente recomposta.

    Os efeitos no cérebro são misteriosos, mas penso que os nossos amigos lunátic..., isto é rateiros... utilizadores de Windows sabem muito bem o que é viver no mundo da Lua. ;-)

    Francisco Colaço


    Portugal é constituído por duas nações: o país (de Setúbal ao Carregado, de Cascais ao Montijo), e o Portugal Profundo, que já se afundou.

    Re:Bah (Pontos:2)
    por CrLf em 13-08-04 1:15 GMT (#36)
    (Utilizador Info) http://crodrigues.webhop.net
    Repara, eu não discordo de quase nada do que estás a dizer. Apenas acho que se o objectivo não for fazer exploração usando humanos, então estariamos melhor se aplicássemos os fundos em investigação feita mesmo aqui a partir da Terra ou a I&D em órbita. Uma coisa é mandar lá uma sonda para ver se Marte tem água, outra coisa é mandar lá um humano para contar a sua experiência. A minha opinião é simplesmente de que a primeira opção não justifica os gastos quando comparada com a relação custo/benefício da segunda.
    Quanto às dificuldades técnicas, elas são obviamente imensas, talvez algumas até intransponíveis. Mas o caminho em busca do objectivo de levar um humano mais longe pode trazer muitos benefícios laterais. É preciso lembrar que a corrida espacial dos anos 60 trouxe muito mais avanço do que a exploração desde então. E também convém lembrar, que pouco antes do lançamento do Sputnik, figuras portuguesas que deviam ter juízo diziam que era impossível colocar um satélite artificial em órbita.

    -- Carlos Rodrigues
    Re:Bah (Pontos:2)
    por mlopes em 13-08-04 10:29 GMT (#37)
    (Utilizador Info)

    Um robô(...)não é atreito a depressões

    Estás-te a esquecer do Marvin

    "Para mim a tecnologia é como as tangerinas, na medida em que não consigo fazer uma analogia decente sobre nenhuma das duas neste momento" Scott Adams

    Ainda ontem... (Pontos:2)
    por [Cliff] em 10-08-04 23:32 GMT (#3)
    (Utilizador Info) http://www.yimports.com
    vi um programa ou na TV2 ou num qualquer canal temático da tvrabo, em que estavam a falar com uma cientista de Berkeley em que ela estava a investigar a possibilidade de vida num planeta que gira em torno de uma estrela da Ursa Maior (acho que era a estrela Ursa 42 ou qq coisa do género).
    O interessante da coisa, é que "inventaram" um telescópio xpto que na realidade são dois em que um recebe um feixe de luz, tem um espelho que se move num túnel para ir arrastando esse feixe de luz e num certo ponto os dois telescópios, ou melhor os seus espelhos, captam exactamente a mesma partícula de luz o que permite analizar, segundo os cientistas, e descobrir planetas em estrelas *bastante* distantes que nunca seriam passíveis de análise com qualquer telescópio actual (estes dois telescópios estão no Hawaii).
    Ainda segundo aquela equipa, a curto prazo será possível descobrir "planetas rochosos" e a partir daí só deus sabe o que virá :)

    ---
    MS Windows, há 10 anos que a taskbar no topo do ecrã gera um bug.
    Re:Ainda ontem... (Pontos:2)
    por fhc em 11-08-04 16:14 GMT (#19)
    (Utilizador Info)

    Se captam a mesma partícula de luz (fotão) destroem-na. Dá-me um link, que talvez te possa explicar o que é que ele faz.

    Francisco Colaço


    Portugal é constituído por duas nações: o país (de Setúbal ao Carregado, de Cascais ao Montijo), e o Portugal Profundo, que já se afundou.

    Re:Ainda ontem... (Pontos:2)
    por pcardoso em 11-08-04 19:04 GMT (#22)
    (Utilizador Info) http://insomni.org
    não será um interferómetro?
    I live the way I type; fast, with a lot of mistakes.
    Re:Ainda ontem... (Pontos:2)
    por fhc em 12-08-04 19:09 GMT (#28)
    (Utilizador Info)

    Mesmo esse, não usa a esma partícula de luz, mas partículas diferentes, embora aproveitando o comportamento ondulatório da luz.

    Francisco Colaço


    Portugal é constituído por duas nações: o país (de Setúbal ao Carregado, de Cascais ao Montijo), e o Portugal Profundo, que já se afundou.

    Re:Ainda ontem... (Pontos:2)
    por [Cliff] em 13-08-04 0:18 GMT (#35)
    (Utilizador Info) http://www.yimports.com
    achei!!! achei!!! eheheh o google é mesmo bom pá... eu nem sabia do que andava à procura ;-)
    Aqui está o link para o dito telescópio: http://planetquest.jpl.nasa.gov/Keck/keck_index.html

    ---
    MS Windows, há 10 anos que a taskbar no topo do ecrã gera um bug.
    Re:Ainda ontem... (Pontos:1)
    por Perky_Goth em 11-08-04 19:33 GMT (#24)
    (Utilizador Info) http://www.fe.up.pt/freefeup
    eu sou leigo, mas os telescopios n deveriam estar no espaço para evitar as absorções da atmosfera?
    -----
    Microsoft has funded 13 studies over the past year comparing Linux with its own products. Guess what: All of them come out in favor of Microsoft.
    Re:Ainda ontem... (Pontos:2)
    por fhc em 12-08-04 19:18 GMT (#29)
    (Utilizador Info)

    O Espaço também tem problemas. Tens desde logo o problema da rajada: micrometeoritos, que não só fazem as chuvas de estrelas (viram as Perseides?), como metralham os satélites. É verdade que desejo mais que tudo recuperar o POSAT e trazê-lo para baixo, mas isso sou eu.

    Outro é o problema de menutenção e alteração das peças. As peças sofrem vibrações de 22G ao descolar da Terra, o que as pode desalinhar. Instalar um novo instrumento é para todos os efeitos impossível. Outro problema é o do fim de vida: se um telescópio de uma tonelada cair no centro de Lisboa às velocidades de reentrada, ninguém sobrevive até quase ao Rossio.

    Os efeitos da atmosfera podem ser minorados usando espelhos activos. Um ponto de luz é focado a 15 km de distância na atmosfera. A altitude de 15 km não é dispicienda, pois desde lá até ao solo cerca de 95% das aberrações são produzidas. Compensando o retorno desse laser (existe sempre algum retorno), uma estrela distante que se apresenta ondulante fica virtualmente parada no ecrã. A actuação é feita com pistões pneumáticos ou hidráulicos instalados na base do espelho principal, deformando a sua superfície pelo outro lado.

    Há portanto prós e contras na decisão extra-terrena. Mas a menos que possamos tornar os voos espaciais muito mais baratos e seguros, não vale a pena ter telescópios aos magotes lá fora.

    Francisco Colaço


    Portugal é constituído por duas nações: o país (de Setúbal ao Carregado, de Cascais ao Montijo), e o Portugal Profundo, que já se afundou.

    Não estamos preparados (Pontos:2, Interessante)
    por @|7 em 11-08-04 2:02 GMT (#4)
    (Utilizador Info)
    Sinceramente, acho muito cedo para uma futura colonização da Lua ou de Marte. O "homem" ainda não está preparado, nem tem tecnologia capaz para enfrentar uma atmosfera hostil, que não é nada meiga a possiveis erros. A colonização da Lua deveria ser uma hipótese, mas ainda não foram feitos estudos, sobre a implicação de uma instalação humana na superfície da lua.

    Se tivermos em conta que sem o nosso satelite principal, a vida da Terra estaria seriamente ameaçada (a lua exerce uma comprovada influência no nosso eco-sistema), um erro humano (sempre possivel) a manusear produtos atómicos (única energia possivel), teria resultados catastróficos.

    Quanto a Marte, o problema resulta na duração da viagem ida e volta, na acção que uma viagem prolongada fará ao corpo humano, numa possivel modificação do próprio comportamento humano dos astronautas e das actuais estruturas espaciais.

    É imperativo que a raça humana viaje através do espaço, porque todos sabemos que a Terra encontra-se ameaçada e que os actuais recursos naturais estão a esgotar-se, mas antes é preciso descobrir a forma de se poder viajar através do espaço em poucos segundos (hiper-espaço)e garantir a sobrevivência dos humanos.

    Quanto a sistemas informáticos, na minha opinião, Unix será aquele que apresenta maior estabilidade e menos erros prováveis. Esta é a minha visão.

    Re:Não estamos preparados (Pontos:1)
    por being em 11-08-04 2:23 GMT (#5)
    (Utilizador Info)
    " Sinceramente, acho muito cedo para uma futura colonização da Lua ou de Marte." -- Não sei quem disse, que antes de colonizarmos o espaço deveriamos experimentar num local hostil e de pouco conhecimento. O fundo dos oceanos.

    De qualquer maneira, colonizar a lua ? Eu era contra tal coisa (como se importasse), nem que fosse pela simples razão que a mesma perdia a misticidade com que nós ( suponho que a maioria ja tenha dado por si a olhar para a Lua ) a vemos. Pintavas a lua ? :) Parece-me mais correcto que se crie algo megalonomo mas semelhante com a estaçao que se esta a construir. ( que agora nao me lembro do nome... )

    " porque todos sabemos que a Terra encontra-se ameaçada e que os actuais recursos naturais estão a esgotar-se" -- Vamos consumindo, quando acabadam os recursos, abandonamos... faz-me lembrar aqueles filmes de ficção em que há aliens que consumem os recursos de um planeta e vao saltitanto de planeta para planeta ( são vistos como os maus da fita,btw.. afinal, nao somos muito diferentes).

    Nao sei como conseguiste por Unix nesta questão eheh :)

    "The world is now too dangerous for anything less than Utopia." --R.Buckminster Fuller.

    Re:Não estamos preparados (Pontos:1)
    por being em 11-08-04 2:27 GMT (#6)
    (Utilizador Info)
    ja agora, teasing: " Mas quem serão os Descobridores do Universo? Seremos novamente nós Portugueses? " -- que ingenuidade. :)

    "The world is now too dangerous for anything less than Utopia." --R.Buckminster Fuller.

    Re:Não estamos preparados (Pontos:1)
    por @|7 em 11-08-04 13:15 GMT (#10)
    (Utilizador Info)
    Caso não tenhas conhecimento, os portugueses estão bem dentro da conquista do espaço, sobretudo nos spaces shuttles, em que uma empresa portuguesa é responsável por todo o sistema crítico da nave. Outra empresa portuguesa, esteve recentemente em foco, por causa de um robot que foi enviado para a superfície de Marte e onde tinha como missão, localizar o robot. Somos pequenos mas somos bons, só é pena que o governo não invista mais em nós.
    Re:Não estamos preparados (Pontos:1)
    por being em 11-08-04 13:35 GMT (#12)
    (Utilizador Info)

    Bem por acaso não sabia ( podes-me dar mais informação, ex: nome das empresas ). Mas o que ficou na história do primeiro homem a pisar a lua ? Ficou a bandeira do país dele e o seu nome, acho que ambos perpetuaram até aos dias de hoje. Não da pessoa/empresa que construiu uma peça para o vaivém.

    "The world is now too dangerous for anything less than Utopia." --R.Buckminster Fuller.

    Re:Não estamos preparados (Pontos:2)
    por Maeglin em 11-08-04 17:50 GMT (#21)
    (Utilizador Info)
    Critical software.
    Link : Critical
    Quase que dá vontade de trabalhar lá

    1- "A mente que se abre a uma nova idéia jamais volta ao seu tamanho original." -(Albert Einstein)
    2- "O cu também." -(Clodovil)
    Re:Não estamos preparados (Pontos:2)
    por Branc0 em 11-08-04 11:08 GMT (#8)
    (Utilizador Info) http://www.politikas.com
    De qualquer maneira, colonizar a lua ? Eu era contra tal coisa (como se importasse), nem que fosse pela simples razão que a mesma perdia a misticidade com que nós ( suponho que a maioria ja tenha dado por si a olhar para a Lua ) a vemos. Pintavas a lua ? :)

    E porque não? Se a pintava, não... se conseguisse construir um oceano e ela ficasse de outra cor por causa disso adorava.

    A misticidade da Lua deriva, em parte, do facto de querermos estar lá. É claro que quando lá estivermos vai perder a sua misticidade... é como muita coisa na vida, só se dá valor ao que não se tem.

    Parece-me mais correcto que se crie algo megalonomo mas semelhante com a estaçao que se esta a construir. ( que agora nao me lembro do nome... )

    Bom, a ISS (International Space Station) não tem lá muito de megalomano. Com o groundig dos Space Shuttles aquilo nunca mais anda para a frente, apenas os Russos (que estão falidos) podem fazer viagens de manutenção á estação.

    Aliando isto ao facto que a estação não serve para nada (acho que foi a NASA que disse que eram precisas 2.5 pessoas para manter a estação operacional - não cabem lá mais de 3 pessoas), seja cientifico seja turismo, basicamente estamos a gastar dinheiro (sim, os meus impostos também entram para a parte que a ESA compartecipa - muito pouco eu sei :)) para demonstrar ao Mundo que a guerra fria já acabou e somos todos amigos dos Russos e dos Americanos.

    Oh well... another 100 years stuck on this blue rock!




    A discussão começa AQUI!
    Re:Não estamos preparados (Pontos:1)
    por being em 11-08-04 13:38 GMT (#13)
    (Utilizador Info)
    "Bom, a ISS (International Space Station) não tem lá muito de megalomano." -- Referia-me a um projecto Semelhante ( ou seja, uma estaçao espacial que anda-se em volta da Terra ao invés de colonizar( sujar ) o nosso satélite natural ), mas de muito maiores dimensões.

    "The world is now too dangerous for anything less than Utopia." --R.Buckminster Fuller.

    Re:Não estamos preparados (Pontos:2)
    por fhc em 12-08-04 19:20 GMT (#30)
    (Utilizador Info)

    Tu não tens gravidade nem campo magnético suficiente na lua para reter uma atmosfera, quanto mais um oceano. No entanto, quanto a pintar a idéia até não é má. Será que podemos pintar um pinguim na Lua e atazanar o sono do Toni? ;-)

    Francisco Colaço


    Portugal é constituído por duas nações: o país (de Setúbal ao Carregado, de Cascais ao Montijo), e o Portugal Profundo, que já se afundou.

    Re:Não estamos preparados (Pontos:1)
    por Perky_Goth em 11-08-04 19:39 GMT (#25)
    (Utilizador Info) http://www.fe.up.pt/freefeup
    acho que a questão é que a lua n tem nada de interessante, nem de economicamente interessante a explorar.
    quanto às viagens espaciais, é um bocaaaaaado cedo :) se bem que vi num programa eles a criarem uma horta auto-sustentável.

    quanto ao UNIX... grande, dificil de manter, n é um OS em tempo real... no way! por alguma razão n é usado em "embeded systems" (assim uma coisa)
    -----
    Microsoft has funded 13 studies over the past year comparing Linux with its own products. Guess what: All of them come out in favor of Microsoft.
    A Ultima Fronteira (Pontos:3, Interessante)
    por Branc0 em 11-08-04 10:59 GMT (#7)
    (Utilizador Info) http://www.politikas.com
    Bom antes de mais:
    [rant]

    Não percebo muito bem porque é que um dupe do Slashdot passa aqui para o Gildot sobre uma tecnologia que não existe quando um artigo original sobre o 1º vôo privado ao espaço não passou.

    Para os que ainda estiverem interessados, podem ver o artigo da CNN aqui sobre a nova Era espacial que está agora a começar. Vai ainda existir no final de Setembro, principios de Outubro 5 vôos sub-orbitais privados numa tentativa de ganhar o X-Prize.

    3 desses vôos são da Scaled Composites e os outros 2 do Da Vinci Project.

    Para mim é este o futuro, pena que para os editores seja preciso dizer umas baboseiras sem sentido nenhum sobre portugueses no espaço para se dar algum uso a esta categoria no Gildot (se bem que esta noticia até ficou classificada em "hardware" em vez de "espaço"), se não querem dar uso à categoria... apaguem-na.

    [/rant]

    Em relação ao artigo em si, isto tem muita piada mas até ser uma alternativa viável vai uma longa distância. Com o tempo que leva a acelerar, um aparelho destes demoraria cerca de 100 anos a chegar à Estrela mais próxima (Alpha Centauri se não me engano, quase a 5 anos-luz do Sol).

    Parece-me que as velas solares terão a sua utilidade, com um motor auxiliar e apenas para viagens dentro do nosso sistema solar, para chegar às estrelas nem pensar...

    Talvez o futuro passe mais por aqui.


    A discussão começa AQUI!
    Re:A Ultima Fronteira (Pontos:0, Redundante)
    por pires em 11-08-04 13:13 GMT (#9)
    (Utilizador Info) http://www.evoluzion.org
    eu gosto d puxar pela imaginação, e foi isso q pedi qnd escrevi o artigo: q o pessoal puxasse pela imaginação.
    eu peguei num artigo do slashdot e divaguei sobre ele, logo talvez tenha sido por aí q ele entrou :)

    sr cientista, peço imensas dsculpas pelo conteúdo deste artigo por mim proposto, não corresponder ás suas expectativas. espero mt sinceramente que o sr um dia destes aprenda a abstrair-s das coisas ... ou mlhor, peço dsculpa, ja vi q nao é capaz.

    :)

    qnt à tecnologia, eu não discuti a sua viabilidade! apenas apresentei a questão q m passou pela cabeça assim q o li! velas, dsconhecido ... portugueses (QUE SOMOS). quanto aos vôos privados .. coitadinhos ... têm explodido não? o q é q querias ver no gildot? uma tradução do artigo? um copy & paste? whatever ..

    After all, we're all alike!
    Re:A Ultima Fronteira (Pontos:2, Esclarecedor)
    por Nicker em 11-08-04 13:31 GMT (#11)
    (Utilizador Info)
    "o q é q querias ver no gildot? uma tradução do artigo? um copy & paste? whatever .."

    Podiamos começar por ver artigos em que o Português não fosse tão mal tratado... ainda nao percebi muito bem qual é a utilidade de escrever "q" por vez de "que"! Mas isso já é outra história...
    Re:A Ultima Fronteira (Pontos:1)
    por pires em 11-08-04 14:43 GMT (#14)
    (Utilizador Info) http://www.evoluzion.org
    Se queres falar de maus tratos ao Português, podemos começar pelo teu "Podiamos", quando deveria ser "Podíamos"! Tem um acento no "i" :)

    enfim, que ******* de crítica!
    After all, we're all alike!
    Re:A Ultima Fronteira (Pontos:1)
    por Nicker em 11-08-04 15:45 GMT (#16)
    (Utilizador Info)
    Pronto descobriste o meu ponto fraco... snif snif... De facto nunca tive grande jeito para os acentos, no entanto prefiro ver uma palavra escrita sem acento do que ver um "q" a substituir um "que"... De qualquer das formas não era nada de pessoal, infelizmente não és o único a fazer isso...
    Re:A Ultima Fronteira (Pontos:1)
    por Nicker em 11-08-04 15:53 GMT (#17)
    (Utilizador Info)
    "enfim, que ******* de crítica!"

    Esqueci-me de comentar a tua última frase. O meu contributo não queria de forma nenhuma ser uma crítica. Pretendia antes ser uma chamada de atenção para ti a para todas as pessoas que escrevem como tu...

    Se reparares bem possivelmente já está a fazer efeito, uma vez que nos dois posts que colocaste depois do meu, já não escreveste da mesma forma... Mas volto a dizer, não é nada pessoal contra ti, é antes contra uma forma de escrever que faria o Camões rebolar duas vezes no seu túmulo se visse isto...
    Re:A Ultima Fronteira (Pontos:2)
    por mlopes em 11-08-04 16:33 GMT (#20)
    (Utilizador Info)

    uma forma de escrever que faria o Camões rebolar duas vezes no seu túmulo se visse isto...

    Isso até pode ter a sua utilidade ;)

    "Para mim a tecnologia é como as tangerinas, na medida em que não consigo fazer uma analogia decente sobre nenhuma das duas neste momento" Scott Adams

    Re:A Ultima Fronteira (Pontos:3, Informativo)
    por Branc0 em 11-08-04 14:43 GMT (#15)
    (Utilizador Info) http://www.politikas.com
    Uh?

    sr cientista, peço imensas dsculpas pelo conteúdo deste artigo por mim proposto, não corresponder ás suas expectativas. espero mt sinceramente que o sr um dia destes aprenda a abstrair-s das coisas ... ou mlhor, peço dsculpa, ja vi q nao é capaz.

    Percebendo a ironia é bom deixar claro que não sou cientista nem sequer amador, sou apenas um interessado e não me admirava que tivesse dito umas quantas barbaridades.

    O meu rant não foi um ataque ao teu artigo, muito me agrada que finalmente o Gildot pegue nesta área da ciência, sempre é mais interessante que o ultimo concerto dos Pink Floid, o que me irrita é a dualidade editorial que é apresentada e depois se andam a dizer "coitadinhos de nós que ninguém manda artigos" o que é completamente falso.

    quanto aos vôos privados .. coitadinhos ... têm explodido não?
    Não, nem por isso. Se seguires o link que deixei no meu artigo anterior consegues verificar que estão de muito boa saude, melhores que os da NASA pelo menos.

    qnt à tecnologia, eu não discuti a sua viabilidade! apenas apresentei a questão q m passou pela cabeça assim q o li!

    Fizeste um artigo sobre a tecnologia, estavas à espera que comentasse o quê? A viabilidade ou a falta dela parece-me uma boa coisa para comentar, gostava de ouvir pessoas que percebessem mais disto do que até. Sei que há muita gente da área de Física aqui no Gildot... cheguem-se à frente :)

    portugueses (QUE SOMOS)

    Somos? O Gildot é português de nascimento, mas como qualquer comunidade online é hoje composto por gente de muito lado... mas isso já é off-topic :)

    o q é q querias ver no gildot? uma tradução do artigo?
    Uma tradução de um artigo (que não gosto nem faço) cnsegue ser melhor que muitas coisas que por aqui se vêm de vez em quando... por mais que puxes pela imaginação já não há muito para dizer em relação ao "Windows Vs Linux".




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