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Como fazer serviço publico na Web?
Contribuído por AsHeS em 28-05-04 10:00
do departamento mais um ?
Web elefedefe escreve "Como muitas vezes faço, quando quero ir ver um filme e não sei em que sala está e o seu horário, fui consultar o meu site português de cinema favorito o 7arte.net e deparei-me com a seguinte mensagem "O 7arte sofreu uma mudança radical". Acontece que esta mudança radical se deve ao facto da equipa que diáriamente investia parte do seu tempo para nos trazer a mais variada informação sobre cinema, decidiu deixar de prestar esse serviço. As razões são óbvias: as receitas geradas não correspondiam, nem de perto, ao esforço que esta fantástica equipa tinha de dispender para manter o serviço a funcionar. "

Mais uma vez, e como em tantos outros casos, lembro os casos da Digito, Recortes e tantos outros, existe mais um site que penso eu, todos consideramos de qualidade que encerra. A maior parte dos actuais sites de qualidade que ainda subsistem (o Gildot por exemplo) só funcionam com a carolice de alguns. Será que para ter algumas receitas que justifiquem o esforço dispendido estes sites terão de começar a incluír conteúdos menos ortodoxos? Será que dia veremos uma área no Gildot com conteúdos pagos ligada à pornografia? Deixo aos membros deste site a deixa para comentarem este assunto. "


Por sua vez, ruben dig escreve "Foi com muita pena que vi na página inicial do 7 arte a sua morte anunciada. Será que alguém quer fazer uma ressuscitação boca a boca ? :) O site merece ! "

Prisão para usuários P2P (e não só) na Itália | Alternativa ao Rock in Chelas  >

 

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  • ruben dig
  • 7 arte
  • 7arte.net
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    sem WEB!!! (Pontos:3, Engraçado)
    por jolas em 28-05-04 10:59 GMT (#1)
    (Utilizador Info)
    É com imenso pesar que hoje sexta-feira dia de ida aos movies vou consultar o 7arte.net e entro em panico... mas que raio é ke se passa? á uns anos consultava o digito.pt o 7arte.net e o gildot.org, dois já foram.. agora apenas tenho um para me cultivar! repito... mas afinal o ke se passa neste pais.. o digito por exemplo.. que grande site! mas porquê que acabou? "isto lá fora nao é nada assim" (á el imigrante)... será que nós só sabemos apostar em coisas complicadas.. porque rasao ninguem aposta nestes grandes sites de qualidade e simplicidade invejavel? - estou realmente revoltado... PS: vou telefonar á cabovisao que me venha cortar a net... vou.me dedicar á pesca!
    Re:sem WEB!!! (Pontos:1)
    por jolas em 31-05-04 18:25 GMT (#64)
    (Utilizador Info)
    resolvi nao desistir! e fui á luta! entao encontrei o cinema.clix.pt, fica a perder para o 7arte.net no valor sentimentar! mas de resto é bastante simples e completo! PS: nem um salmão! hehe
    O problema da gratuitidade (Pontos:5, Esclarecedor)
    por joaorf em 28-05-04 11:16 GMT (#2)
    (Utilizador Info)
    A maioria dos indivíduos regem-se por um princípio universal: se algo puder ser obtido gratuitamente, não optarão pela versão paga.
    Isto aplica-se à música: se puder arranjar os mp3s na Internet, muito provavelmente não comprarei o disco; aplica-se aos DVD (vs. DivX), em parte aos livros (vs. PDF); aplica-se também ao Linux: para quê comprar uma caixa de Mandrake se os .isos estão disponíveis para download? (já vi muita gente com caixas da SuSE mas nenhuma com uma caixa da Mandrake, adivinhem porquê).

    As contribuições monetárias para o 7arte.net eram voluntárias. Se não me engano, não havia nenhuns conteúdos "premium" só acessíveis aos pagadores. Ora se um utilizador que nada tenha pago tem acesso a todo o conteúdo do site, então pagar não será uma necessidade mas um acto de altruísmo. Há pessoas altruístas. Por exemplo aquelas que estão dispostas a contribuir financeiramente para instituições de caridade e de solidariedade social porque reconhecem que estas necessitam mesmo de donativos. Mas muito poucas estão dispostas a contribuir para algo que não reconhecem a necessidade de donativos. E isto resulta do facto de o visitante comum de um site como o 7arte.net não fazer a mais pequena ideia do esforço que envolve manter o site actualizado.

    Se me permitem, aqui vão duas modestas sugestões para tornar o 7arte.net mais viável:

    • Desenvolver esforços no sentido de minimizar o esforço de manutenção do site. Por exemplo, encontrar uma forma das salas de cinema e/ou distribuidores submeterem a informação num formato que não exija tratamento humano. Por exemplo, um interface web de acesso exclusivo aos fornecedores de informação onde eles próprios adicionam e actualizam a informação. Penso que é do próprio interesse das salas de cinema disponibilizarem informação correcta e actualizada.
    • Introduzir funcionalidades pagas. Por exemplo, só assinantes recebem newsletter com novidades. Ou, todos podem ler comentários aos filmes mas só assinantes podem inserir. Enfim, tentar persuadir os utilizadores a tornarem-se assinantes sem, ao mesmo tempo, impedir os não-assinantes de tomarem contacto com a riqueza de conteúdo do site.
    Eu gosto muito do 7arte.net e considero-o um dos melhores sites de referência em Portugal. Se este site desaparecer será uma grande perda para todos os entusiastas de cinema.

    Re:O problema da gratuitidade (Pontos:3, Interessante)
    por Gimp em 28-05-04 12:35 GMT (#3)
    (Utilizador Info)
    Nota: não vou ao cinema há mais de 2 anos por motivos familiares, e agora que posso mais ou menos também não vou porque 5 euros para ver um filme é um ROUBO!! E não, não saco filmes da net.

    Agora, as distribuidoras têm interesse em divulgar os blockbusters certo? Umas migalhas do que gastam em pub dava de certeza para financiar o 7arte e faziam pub na mesma.


    "No comments"

    Re:O problema da gratuitidade (Pontos:4, Interessante)
    por CrLf em 28-05-04 13:05 GMT (#4)
    (Utilizador Info) http://crodrigues.webhop.net
    O que acontece nos conteúdos web é que as pessoas não estão dispostas a pagar, mesmo que não exista alternativa gratuita. O utilizador da Internet já paga um valor mensal ao ISP e a partir daí normalmente não vê com bons olhos dispender mais dinheiro.

    Tem tudo a ver com a importância que se dá à informação. Se for informação financeira, actualizada em tempo real, crítica para o negócio, as pessoas (na realidade, as empresas) estão dispostas a pagar porque encaram esse pagamento como um investimento e não como uma despesa (a Reuters disponibiliza um serviço destes). Se for informação de carácter lúdico ou noticioso que não tem o potencial de dar lucro ao consumidor, este ou vai procurar uma alternativa gratuita ou simplesmente desiste se esta não existir pois encara-a como algo superflúo.

    Os fornecedores de conteúdos na web apontados ao consumidor individual e "doméstico" têm de arranjar uma forma de financiamento que não passe por exigir pagamento ao consumidor final. Sites como o 7arte (e como diz o Gimp) podem tentar obter financiamento junto das distribuidoras ou das salas de cinema, afinal de contas serve como chamariz para as pessoas se deslocarem ao cinema e gastarem dinheiro em pipocas e coca-cola e nas lojas dos centros comerciais (além do bilhete, claro). Se estas entidades não estão dispostas a investir nisto então é um caso de falta de visão da parte deles (tão típica no nosso país).

    Estou agora a lembrar-me de outra coisa. Parece-me que as pessoas (particulares, entenda-se) encaram a informação como algo sem valor por si só, e então estão dispostas a pagar pelo papel do jornal mas não pelas notícias que lá estão dentro.

    -- Carlos Rodrigues
    Re:O problema da gratuitidade (Pontos:2, Redundante)
    por Gimp em 28-05-04 13:33 GMT (#8)
    (Utilizador Info)
    Esqueci-me de comentar que pub num jornal ou numa revista é perecível, num site web é muito diferente, como é óbvio.

    "Estou agora a lembrar-me de outra coisa. Parece-me que as pessoas (particulares, entenda-se) encaram a informação como algo sem valor por si só, e então estão dispostas a pagar pelo papel do jornal mas não pelas notícias que lá estão dentro."

    O jornal arquivado é excelente para acender o fogão/lareira e numa viagem pela serra sempre dá jeito para limpar o...ummm...rabiote. Eu gosto especialmente da secção da política :-).


    "No comments"

    Re:O problema da gratuitidade (Pontos:3, Interessante)
    por joaorf em 28-05-04 16:57 GMT (#25)
    (Utilizador Info)
    Se for informação de carácter lúdico ou noticioso que não tem o potencial de dar lucro ao consumidor, este ou vai procurar uma alternativa gratuita ou simplesmente desiste se esta não existir pois encara-a como algo superflúo.

    Embora isso seja verdade para muitas pessoas, não se aplica a todas nem a todo tipo de conteúdo noticioso "sem fins lucrativos". E a prova disso é que, neste momento, os grandes jornais mundiais estão a adoptar o acesso pago para a versão web. O Expresso, em Portugal, é um caso desses. O Público, o jornal mais lido da web portuguesa, já tomou essa decisão para os acessos internacionais e será inevitável fazer o mesmo para os acessos nacionais.

    Reconheço que o caso do 7arte.net não é bem igual ao dos jornais online. O público entusiasta de cinema é sobretudo malta jovem que, como é hábito, o pouco dinheiro que dispõe prefere antes gastá-lo em roupa, copos e cigarros, do que em conteúdos web. Por isso, a viabilidade de conteúdos pagos no 7arte é incerta. Mesmo assim, é uma opção que merece ser estudada.

    Re:O problema da gratuitidade (Pontos:2)
    por taf-7arte em 28-05-04 17:16 GMT (#29)
    (Utilizador Info) http://taf.net
    "Por isso, a viabilidade de conteúdos pagos no 7arte é incerta. Mesmo assim, é uma opção que merece ser estudada."

    Na minha opinião isso não faz sentido num 7arte.net "isolado", mas poderia fazer se o 7arte estivesse integrado noutro portal mais abrangente. Por exemplo se fosse parte do Público Online pago. Ou algo do estilo. Tentámos um acordo neste sentido com todos os "grandes" para quem poderia ser viável ter conteúdos pagos. Quase nunca tivemos sequer resposta, apesar de eles nos conhecerem perfeitamente e serem até nossos visitantes regulares. Não me perguntem a lógica, eu não percebo. É mau para nós, é mau para eles e é mau para os utilizadores.

    Re:O problema da gratuitidade (Pontos:2)
    por Cyclops em 28-05-04 17:56 GMT (#30)
    (Utilizador Info)
    Estou muito curioso sobre os números do Expresso. Devem ter sofrido uma queda de utilizadores impressionante...
    Quanto ao Público, com a qualidade que o site tem, admira-me que sequer tenham lata para considerar acessos pagos. Notícias corrompidas, com más encodings ou que desaparecem são comuns...

    Posto isto, eu não compro essa ideia da inevitabilidade dos conteúdos passarem a ser todos pagos. Provavelmente os do "costume" sim, os mais comerciais, mas as pessoas estão cada vez mais desiludidas com os órgãos tradicionais de informação. A desinformação, o amadorismo e a manipulaçõ abundam cada vez mais.
    Re:O problema da gratuitidade (Pontos:3, Interessante)
    por joaorf em 28-05-04 21:31 GMT (#36)
    (Utilizador Info)
    Estou muito curioso sobre os números do Expresso. Devem ter sofrido uma queda de utilizadores impressionante...

    Presumo que te estejas a referir a "utilizadores" do site, certo? Eu não conheço os números mas convém lembrar que o Expresso continua com uma versão gratuita, a edição online, e a avaliar pelo número de comentários de leitores às notícias (comentários do mais rasca que se pode imaginar, já agora), o site ainda tem muito tráfego. Ainda que o acesso pago à edição semanal do Expresso possa não cobrir as despesas de manutenção do site por enquanto, há um outro propósito para a sua introdução: estancar o decréscimo do número de leitores da edição impressa. Deveriam ser muitas as pessoas que tinham deixado de comprar o jornal porque podiam lê-lo na Internet. E isto implicava uma perda de receitas enorme já que é na edição impressa que está a maior parte da publicidade, e sobretudo da publicidade cara.

    Quanto ao Público, com a qualidade que o site tem, admira-me que sequer tenham lata para considerar acessos pagos. Notícias corrompidas, com más encodings ou que desaparecem são comuns...

    Eles já têm uma edição em PDF paga. E essa não tem esses problemas de formatação.
    O caso do Público não é tão dramático como o do Expresso em termos de perda de leitores da edição impressa. O Público é um diário e, como tal, é um jornal para ler no comboio, no café, é um ritual para muitas pessoas que vão de manhã para o trabalho comprarem um diário. O Expresso, pelo contrário, é um jornal para ler em casa, tranquilamente ao fim de semana. Ou seja, é para ser lido num local onde há maior probabilidade de haver Internet. Logo, o potencial de perda de leitores da edição impressa no Expresso é muito maior do que no Público. E a decisão tomada pelo Expresso deve concerteza ter reflectido esta realidade.

    Posto isto, eu não compro essa ideia da inevitabilidade dos conteúdos passarem a ser todos pagos.

    Os conteúdos que permanecerem gratuitos serão sobretudo aqueles mantidos por carolice. As empresas que precisam de pagar milhares de contos de salários ao fim do mês aos seus trabalhadores vão tender para os conteúdos pagos. Não há almoços grátis... Claro que mesmo as grandes publicações vão manter sempre algum conteúdo de acesso livre. Mas cada vez menos uma réplica integral da versão impressa como, em grande medida, ainda sucede com o Público e outros jornais.

    Re:O problema da gratuitidade (Pontos:2)
    por CrLf em 28-05-04 18:08 GMT (#31)
    (Utilizador Info) http://crodrigues.webhop.net
    O fenómeno a que me refiro é o mesmo que ocorria/ocorre no metro de Lisboa. Uma grande parte das pessoas que viajavam sem bilhete faziam-no em percursos curtos, percursos que poderiam fazer a pé, mas como o metro tinha um sistema aberto aproveitavam e andavam sem pagar. Agora com o fecho da rede as borlas diminuiram substancialmente, mas as receitas nem por isso. A explicação é simples, quem andava de borla passou a andar a pé.

    O que ocorre com o 7arte é semelhante. A informação é útil mas a maioria dos utilizadores apenas recorria a ele para pequenas consultas e prefere ir directamente ao cinema do costume ver o que lá há em vez de pagar. Especialmente se forem como eu e não compreenderem porque é que as distribuidoras pagam fortunas para por anúncios na televisão e depois não vêem o potencial de divulgação que um site como o 7arte tem. Mas como eu dizia, esta falta de visão é recorrente nas empresas portuguesas.

    Nos sites noticiosos talvez seja diferente. A introdução de um esquema pago pode reduzir substancialmente as visitas mas pode ainda ser lucrativo se existir um número suficiente de utilizadores "empresariais" que estejam dispostos a pagar para aceder à informação. Mas mesmo estes terão de ser aliciados com algo suficientemente interessante para justificar o pagamento.

    Outro caso curioso (não necessariamente a ver) são os conteúdos exclusivos. Quantas pessoas é que usam acessos internet IOL ou Telepac por causa dos respectivos portais exclusivos?

    -- Carlos Rodrigues
    Re:O problema da gratuitidade (Pontos:4, Esclarecedor)
    por taf-7arte em 28-05-04 15:29 GMT (#19)
    (Utilizador Info) http://taf.net
    "Por exemplo, encontrar uma forma das salas de cinema e/ou distribuidores submeterem a informação num formato que não exija tratamento humano. Por exemplo, um interface web de acesso exclusivo aos fornecedores de informação onde eles próprios adicionam e actualizam a informação."

    Isso seria muito bom e vai acabar por ser inevitável, mas neste momento não é viável. Os exibidores (mesmo os grandes) não têm as coisas informatizadas e o processo exige intervenção manual da parte deles para criarem os ficheiros com a programação. Uma interface web é prática e funciona para os pequenos, mas não acredito nisso para a quantidade de informação dos grandes. Tem que ser algo tipo "webservices", no futuro.

    Outro aspecto que não funciona como seria lógico que funcionasse: os exibidores esforçam-se pouco por divulgar a programação. Temos por vezes que ser nós a insistir. Em muitos sítios nem sequer sabem usar a net. Recebemos informação por carta, fax e telefone...

    O processo de recolha de informação é ainda "humano-intensivo"... Somos nós a corrigir muitos erros na informação recebida. Por vezes somos nós que avisamos que a programação que tinham previsto não funciona porque os filmes duram mais do que o que estvam à espera. Coisas do género. :-)

    "Introduzir funcionalidades pagas."

    Tudo o que é pagamento não voluntário exige ter um sistema de controlo qq. A dificuldade aqui está em obter mais receitas do que o custo que esse controlo implica. Em Portugal e neste âmbito do Cinema não é viável nesta altura. Talvez mais tarde.
    Curioso... (Pontos:1, Interessante)
    por liberdade em 28-05-04 13:20 GMT (#5)
    (Utilizador Info) http://www.gildot.org/

    Curioso manterem a publicidade do Google no topo da página de um serviço que morreu.


    Re:Curioso... (Pontos:2)
    por Gimp em 28-05-04 13:28 GMT (#7)
    (Utilizador Info)
    O meu comentário é pura especulação: será que quando se entra no serviço da Google um gajo não estará obrigado a mantê-lo por x tempo?


    "No comments"

    Re:Curioso... (Pontos:2)
    por Karlus em 28-05-04 13:37 GMT (#11)
    (Utilizador Info) /dev/null
    Não
    Re:Curioso... (Pontos:2)
    por Gimp em 28-05-04 13:42 GMT (#12)
    (Utilizador Info)
    Yep.

    Ponto 6 do Terms and Conditions
    Termination; Cancellation. You may cancel the participation of any Site in the Program and/or terminate this Agreement with or without cause at any time by removing the JavaScript or similar programming from Your Sites. Google may at any time, in its sole discretion, terminate the Program, terminate this Agreement, or suspend or terminate the participation of any Site in the Program for any reason. In addition, Google reserves the right to terminate without notice any account that has not generated any clicks on Ads (as measured by Google) for a period of two (2) months or more. Upon termination of participation of any Site in the Program or termination of this Agreement for any reason, Sections 3, 6 through 10, 14, 15 and 16 shall survive termination


    "No comments"

    Re:Curioso... (Pontos:2)
    por taf-7arte em 28-05-04 15:36 GMT (#20)
    (Utilizador Info) http://taf.net
    "Curioso manterem a publicidade do Google no topo da página de um serviço que morreu."

    1) O serviço só "morreu parcialmente". Não sei se um dia a programação ressuscitará, resta-me alguma esperança. Mas só com os custos cobertos na íntegra, não dá para investir mais.

    2) A publicidade do Google não foi "mantida", foi introduzida agora (não tínhamos isso antes). Mas o contributo para a manutenção do site é puramente residual. Não é apenas por esta publicidade que vamos lá... Será provavelmente suficiente para pagar o hosting e pouco mais. Isto se os blogs e o fórum forem moderadamente populares, senão nem isso.

    Inovem! (Pontos:1)
    por liberdade em 28-05-04 13:23 GMT (#6)
    (Utilizador Info) http://www.gildot.org/
    Pensem como é que uma Wikipedia consegue ter milhares de artigos de qualidade e notícias diárias a custo 0 ! E que tal uma reformulação gráfica? Já era hora...
    Re:Inovem! (Pontos:2)
    por mlopes em 28-05-04 13:35 GMT (#10)
    (Utilizador Info) http://cosmos.oninetspeed.pt/mlopes/
    Estás a sugerir um wikifilmes? Não sei se em Portugal há interessados em quantidade suficiente para gerar a sinergia necessária para uma coisa dessas funcionar.
    Apesar disso parece-me uma boa ideia! :)

    "Para mim a tecnologia é como as tangerinas, na medida em que não consigo fazer uma analogia decente sobre nenhuma das duas neste momento" Scott Adams

    Re:Inovem! (Pontos:1)
    por Nherf em 28-05-04 14:10 GMT (#16)
    (Utilizador Info) http://pwp.netcabo.pt/nherf
    Nao e que a wiki seja grande espingarda, desde ja te digo. Agora, seja aqui ou noutra parte do mundo, existem alturas em q sem dinheiro nao a palhaço. Nem a força de vontade da para nada. E que se a força de vontade desse de comer, um fazia banquetes todos os dias.
    " Os loucos só são loucos porque são uma minoria "
    Re:Inovem! (Pontos:2)
    por taf-7arte em 28-05-04 15:40 GMT (#21)
    (Utilizador Info) http://taf.net
    " Pensem como é que uma Wikipedia consegue ter milhares de artigos de qualidade e notícias diárias a custo 0 !"

    Estamos a falar de um serviço completamente diferente. Aqui tratava-se de ter uma base de dados integrada com a programação das salas todas, recolhida por diversos meios (ver outro comentário meu anterior) e de ter uma recolha exaustiva das fichas técnicas dos filmes em exibição e respectivos links, tudo realmente "informatizado". Um Wiki não é nada disso.

    Nunca percebi... (Pontos:3, Interessante)
    por Karlus em 28-05-04 13:34 GMT (#9)
    (Utilizador Info) /dev/null
    Sinceramente nunca percebi como certos serviços/sites que têm menos potencial de "rendimentos" e dão o mesmo trabalho continuam no ar e este morre por causa de falta de "financiamento". Pq é que não agenciam a publicidade por exemplo ? Não recebiam pasta de certos portais pela cedência de conteudos ? Mesmo assim não dá ?
    Sem querer começar uma flame war... não será falta de "habilidade comercial" ?

    ps: Merde, lá vou ter de arranjar outro site de onde "sugar" conteúdos para ver através de GPRS anywhere. :(

    Re:Nunca percebi... (Pontos:2)
    por Gimp em 28-05-04 13:44 GMT (#13)
    (Utilizador Info)
    Temos aqui um sério candidato a criar um projecto que dê continuidade ao 7arte.


    "No comments"

    Re:Nunca percebi... (Pontos:2)
    por Karlus em 28-05-04 13:46 GMT (#14)
    (Utilizador Info) /dev/null
    Excuse me ? :)
    Re:Nunca percebi... (Pontos:2)
    por Gimp em 28-05-04 13:48 GMT (#15)
    (Utilizador Info)
    Tu tens visão comercial da coisa. Até criaste uma página para consulta para quem usa GPRS.


    "No comments"

    Re:Nunca percebi... (Pontos:1)
    por EFRS em 28-05-04 14:36 GMT (#17)
    (Utilizador Info) http://emanuel.xsecurity.ws
    Parabéns!!
    Faz um jeitão enorme
    Já pus nos favoritos do meu S55


    "Acta simulato substantiam veritatis mutare non possunt"
    Re:Nunca percebi... (Pontos:2)
    por taf-7arte em 28-05-04 15:46 GMT (#22)
    (Utilizador Info) http://taf.net
    "Pq é que não agenciam a publicidade por exemplo ? Não recebiam pasta de certos portais pela cedência de conteudos ? Mesmo assim não dá ?"

    Vai ler o texto que está na homepage e também o único comentário nosso que está em "bold" no fórum como resposta a uma "carta aberta" que recebemos.

    "lá vou ter de arranjar outro site de onde "sugar" conteúdos para ver através de GPRS"

    É também (mas não só, claro) por causa de pessoas como tu que parasitam a nossa informação e a divulgam noutros sites sem qualquer autorização nossa que é difícil rentabilizar o site. O esforço ($$$$) de recolha é nosso, tu limitas-te a usar os dados despudoradamente. :-(

    Re:Nunca percebi... (Pontos:2)
    por Karlus em 28-05-04 16:24 GMT (#24)
    (Utilizador Info) /dev/null
    É também (mas não só, claro) por causa de pessoas como tu que parasitam a nossa informação e a divulgam noutros sites sem qualquer autorização nossa que é difícil rentabilizar o site. O esforço ($$$$) de recolha é nosso, tu limitas-te a usar os dados despudoradamente. :-(

    Aceito a critica, mas não acredito que são os 3 ou 4 acessos dia(alguns por engano) de quem conhece o url que dificultará a "rentabilização do site". Mas que isso não seja "desculpa"... aquilo fica fechado para uso pessoal.

    Re:Nunca percebi... (Pontos:1)
    por EFRS em 28-05-04 17:10 GMT (#28)
    (Utilizador Info) http://emanuel.xsecurity.ws
    Mas que isso não seja "desculpa"... aquilo fica fechado para uso pessoal.

    Damn :(


    "Acta simulato substantiam veritatis mutare non possunt"
    Re:Nunca percebi... (Pontos:2)
    por Karlus em 31-05-04 10:39 GMT (#61)
    (Utilizador Info) /dev/null
    Não percas o url... a ver se se arranja outra fonte mais "segura". ;)
    Re:Nunca percebi... (Pontos:1)
    por fmt em 29-05-04 17:36 GMT (#49)
    (Utilizador Info) http://www.sensocomum.com/
    É curioso que uns e outros abram gratuitamente o acesso aos seus serviços por API e "outros" os insultem...

    Filipe Miguel Tavares

    Re:Nunca percebi... (Pontos:2)
    por taf-7arte em 29-05-04 17:52 GMT (#50)
    (Utilizador Info) http://taf.net
    " É curioso que uns e outros abram gratuitamente o acesso aos seus serviços por API e "outros" os insultem..."

    Pelos vistos não percebeste nada do que eu escrevi.
    Mas fico muito honrado por comparares o 7arte.net com o Google a a Amazon ;-)

    Re:Nunca percebi... (Pontos:3, Interessante)
    por joaorf em 28-05-04 17:05 GMT (#26)
    (Utilizador Info)
    Sinceramente nunca percebi como certos serviços/sites que têm menos potencial de "rendimentos" e dão o mesmo trabalho continuam no ar

    Podes dar um exemplo?...

    Re:Nunca percebi... (Pontos:2)
    por Karlus em 30-05-04 22:29 GMT (#54)
    (Utilizador Info) /dev/null
    Dou... DVDPortugal.com.
    Este até é "injusto" pq tem o mesmo potencial de rendimentos. É de filmes e tb está relacionado com a mesma "industria". E não olhes para ele agora, olha para ele à ano, ano e meio atrás. O 7arte.net está fechado e este tem publicidade a render.
    E sim, dão o mesmo trabalho. Se o 7arte.net neste tempo todo não reformulou o método de inserção de dados no site e ainda depende do velho copy+paste para meter horários se calhar andou a dormir na forma. Se chamas a isso "ter mais trabalho" então ainda podia ter mais, era só dificultar mais as coisas.
    Re:Nunca percebi... (Pontos:1)
    por liberdade em 31-05-04 0:29 GMT (#55)
    (Utilizador Info) http://www.gildot.org/
    Dão o mesmo trabalho? Onde está o trabalho equivalente aos horários das centenas de cinemas que tem o 7arte.net?
    Re:Nunca percebi... (Pontos:1)
    por liberdade em 31-05-04 0:32 GMT (#56)
    (Utilizador Info) http://www.gildot.org/
    E quanto ao copy+paste dos horários, onde é que se vão buscar os horários mais organizados para colocar no site? Ao 7arte.net...?
    Re:Nunca percebi... (Pontos:2)
    por taf-7arte em 31-05-04 0:50 GMT (#57)
    (Utilizador Info) http://taf.net
    Para acabar: data do último destaque no DVD Portugal - 26 de Fevereiro. É mesmo igual ao 7arte.net...
    Re:Nunca percebi... (Pontos:2)
    por Karlus em 31-05-04 9:39 GMT (#59)
    (Utilizador Info) /dev/null
    Yah, se calhar tb "desistiram". Como não sou cliente deles nem reparei.
    Re:Nunca percebi... (Pontos:1, Redundante)
    por joaorf em 28-05-04 17:05 GMT (#27)
    (Utilizador Info)
    Sinceramente nunca percebi como certos serviços/sites que têm menos potencial de "rendimentos" e dão o mesmo trabalho continuam no ar

    Podes dar um exemplo?...


    Serviço publico .. mas privado....... (Pontos:4, Interessante)
    por Esqueleto em 28-05-04 14:56 GMT (#18)
    (Utilizador Info) http://www.tusofona.com
    Esta ideia de serviço público é para mim um problema menor.

    Cada vez mais o serviço público não é prestado pela instituições competentes que estão, claro, ligadas ao estado.
    O estado, nas pessoas dos governantes, não tem competências em entender todas as necessidades dos contribuintes e serviços como o Digito (que eu consultava sempre várias vezes ao dia) na altura do BOOM da internet em potuguês encontrou o seu espaço no mercado.
    Infelizmente, o modelo que foi adoptado pela prodígio em relação ao Digito, no meu entender é errado, pois, tinham que manter uma redação com elementos a pesquisarem toda e qualquer informação relativa às novas tecnologias para poderem escrever os artigos que disponibilizavam.

    Este modelo, numa filosofia digital, para mim está errada, pois, os custos associados a essa redacção são enormes e incomportáveis por uma empresa com fins lucrativos.

    Não quero dizer com isso que este tipo de publicações electrónicas tem que ser financiadas pelo estado, claro que não, especialmente porque não refletem a sociedade portuguesa, mas sim, uma parte muito pequena da mesma e o papel do estado não é ir ao encontro de TODAS as minorias, mas, sim ir de encontro às maiorias.

    O modelo do Gildot ou ainda do Relvado.com é muito mais atrente para as empresas.
    Os custos de manutenção são muito mais baixos, essencialmente os custos de servidor, e um pouco de tempo dos seus Criadores / Moderadores para fazerem os que lhes compete.

    Não é um modelo perfeito, mas é o mais perto do que temos de um modelo aberto de gestão.
    Uma empresa lança a ideia para a comunidade, e todos, partilham dessa ideia contribuindo para o erriquecimento dos seus conteúdos.

    Claro que num modelos desses à sempre ESPERTOS que dizem coisas menos próprias, mas, isso mão é mais do que o reflexo da nossa sociedade.

    Penso que abriu-se o espaço para que um serviço com modelo de gestão aberto subordinado ao tema "Cinema" na Internet em Português.

    Vamos lá ver quem lhe pega.....

    (())
    Esqueleto
    Re:Serviço publico .. mas privado....... (Pontos:2)
    por taf-7arte em 28-05-04 15:50 GMT (#23)
    (Utilizador Info) http://taf.net
    "Penso que abriu-se o espaço para que um serviço com modelo de gestão aberto subordinado ao tema "Cinema" na Internet em Português."

    Não tem nada a ver...

    Re:Serviço publico .. mas privado....... (Pontos:2)
    por Esqueleto em 29-05-04 14:03 GMT (#47)
    (Utilizador Info) http://www.tusofona.com
    Acho que tem tudo haver ...

    Desta formas as pessoas interessadas são também os principais contribuitores do projecto.

    (())
    Esqueleto
    Re:Serviço publico .. mas privado....... (Pontos:3, Esclarecedor)
    por taf-7arte em 29-05-04 15:15 GMT (#48)
    (Utilizador Info) http://taf.net
    "Desta formas as pessoas interessadas são também os principais contribuitores do projecto. "

    Não percebeste.
    Um serviço destes implica ter uma base de dados estruturada e coerente, com informação recolhida de forma fiável para ter actualização diária.
    Tem que oferecer uma _garantia_ de qualidade, tem que ser _determinístico_. Exige ter disponibilidade assegurada. Refiro-me à programação das salas, não a um espaço de crítica ou informação mais geral, como o que agora já temos e que não dá trabalho.

    Coisas tipo Wiki, ou serviços tipo Gildot, não porporcionam dados organizados, verdadeiramente "informatizados", passíveis de pesquisa e apresentação coerente. O que agora temos no 7arte.net sob o título de "Agenda", "Crítica", etc. é algo assim, deixado à "comunidade" para actualizar. Mas não tem nada a ver com o que tínhamos dantes. São coisas complementares, não substituem de modo nenhum o trabalho de recolha e tratamento sistemático e profissional da programação diária das salas.

    ! (Pontos:2)
    por racme em 28-05-04 18:45 GMT (#32)
    (Utilizador Info) http://tinyurl.com/2zvku
    Quando se discutiu aqui, ha alguns meses o futuro do 7arte algumas ideias foram lancadas. E' pena ver que nenhuma delas foi concretizada, levando ao desfecho com que hoje somos presenteados como facto um consumado.



    make world && !war;
    Re:! (Pontos:2)
    por taf-7arte em 28-05-04 18:57 GMT (#33)
    (Utilizador Info) http://taf.net
    "Quando se discutiu aqui, ha alguns meses o futuro do 7arte algumas ideias foram lancadas. E' pena ver que nenhuma delas foi concretizada, levando ao desfecho com que hoje somos presenteados como facto um consumado."

    Na altura houve várias sugestões que foram dadas. Se não me engano, nenhuma delas foi novidade para nós e já tinham antes sido tentadas (e muitas foram-no de novo). Duas excepções, assim de memória:
    1) os anúncios do Google não tinham sido implementados (foram só agora) mas, como é evidente, as receitas que proporcionam são desprezáveis comparadas com os custos de funcionamento do 7arte.net "antigo";
    2) acessos pagos - não acredito na viabilidade disso por razões que já expliquei antes noutros comentários.

    Que fazer mais?

    Re:! (Pontos:2)
    por racme em 28-05-04 23:38 GMT (#39)
    (Utilizador Info) http://tinyurl.com/2zvku
    Eu pago o valor de um ridiculo sms á telecom, para receber todas as quintas feiras as estreias da semana. Assim por alto, equivale a sensivelmente a mais de 5 euros por ano. Por algo que tecnologicamente tem um custo desprezivel.

    Dai a estrapolar para 500 mil potenciais utilizadores, (numero de portugueses com acesso a' internet, segundo dados da Anacom do ano transacto) e consentindo uns bons 10% para uma potencial user base do site 7arte.net (que os tinha). E 1% desse valor como utilizadores subscriptores deste servico, chegamos ao brilhante numero de 500 utilizadores pagantes, o que perfaz 2500 euros/ano. Daria para pagar os acessos, alojamentos, etc.

    Quanto a' publicidade nao vejo porque razao e' assim tao dificil conseguir atrair as empresas que gerem as salas de cinema, por esse pais fora. Todos sabemos que o papao lusomundo controla 80%, mas existem tantas outras independentes que nao se importariam por pagar um aluguer *anual* para ter um espaco de visibilidade e de destaque no 7arte.net, como o conheciamos.

    Isso aliado a campanhas e promocoes era uma boa forma de atrair possiveis espectadores, nos dias de semana com menos afluencia.

    Mas respeito a vossa decissao, agora digovos. A falta, nao colmatada com a presenca dos jornais online, de uma seccao "cartaz cinema", e a actual alternativa aos kilos de flash do cinema.sapo, representam um grande vazio que o 7arte deixou.



    make world && !war;
    Re:! (Pontos:2)
    por taf-7arte em 29-05-04 0:13 GMT (#40)
    (Utilizador Info) http://taf.net
    "o que perfaz 2500 euros/ano. Daria para pagar os acessos, alojamentos, etc."

    Desculpa o mau feitio, mas eu nem sei por que me dou a trabalho de responder a isto...
    Os acessos e alojamento são uma ínfima parte dos custos que temos! Se o problema fossem os 2500 euros pagava eu do meu bolso. Está-se a ver que não fazes ideia do trabalho que dá manter um serviço destes.

    "Quanto a' publicidade nao vejo porque razao e' assim tao dificil conseguir atrair as empresas"

    Leste o texto que está online na homepage do 7arte.net? Não está lá escrito que apesar de um enorme esforço nosso, não conseguimos publicidade suficiente? Se conseguires tu, avisa-nos que damos-te uma comissão...

    Parece que estamos no Portugal dos Pequeninos: falas em tostões e pensas que um serviço online a sério se pode fazer com meia dúzia de euros.

    Re:! (Pontos:2)
    por racme em 29-05-04 3:08 GMT (#43)
    (Utilizador Info) http://tinyurl.com/2zvku
    Os valores apresentados sao referencia de como se consegue sustentar pelo menos as despesas de manutencao do equipamento recorrendo a um servico. Voces nao disponibilizavam servicos, e esse foi o problema da nao sustentabilidade.

    Quanto ha sapiencia, la porque es'(foste) um dos responsaveis do 7arte.net nao de ta a estaleca para falares com a arrogancia de meio mundo ou pensares que es o unico nestas andancas.

    Quanto ao mau feitio, eu tb tenho mau feitio, mas nao coloco em causa participar num forum publico. E se nao me preocupasse com este topico, nem sequer tinha feito qualquer comentario ha 2 meses, ou apenas, ha algumas horas atras.



    make world && !war;
    Temos pena... (Pontos:1)
    por Mind Booster Noori em 28-05-04 20:19 GMT (#34)
    (Utilizador Info) http://www.mindbooster.cjb.net
    Bem, antes de mais tenho de dizer que tenho muita pena que o 7ª arte acabe...

    Deixo no entanto uma dica aos mais desesperados... Vejam lá se as salas de cinema a que costumam ir não têm site web: Eu que só vou regularmente ao cinema nos Cinemas Millenium, o site deles tem a informação actualizada...

    Não é nenhum "7ª arte", mas remedeia.

    Triste mas Excelente (Pontos:2)
    por dmaster em 28-05-04 21:20 GMT (#35)
    (Utilizador Info)
    Subscrevo a qualidade do 7arte. Era um recurso valioso para todos os cinéfilos que não se deixam enfeitiçar pelos DVDs, HomeTheatre's e divx's desta vida.

    Agora acho muito interessante esta frase...

    "Mantemos o nosso "backoffice" em "standby", pronto a entrar em funcionamento a qualquer altura. Pedimos até aos nossos fornecedores de informação que continuem a enviar-nos os dados tal como até agora."

    Leia-se; estamos a ter o mesmo trabalho a nível de contactos e seu processamento diário com o qual a informação do "Em Cartaz" era criada.

    Ou seja, apesar do mérito da equipa, não estamos a falar de uns pobres diabos que tinham um trabalho de operário a ir a jornais diários ou outro tipo de fontes para estarem actualizados todos os dias pela manhã.

    E claro que a página "Em Cartaz" sobre os cinemas e seus filmes não era feita a partir do tal "backoffice" via copy/paste... ou era?

    Parece-me óbvio que estamos perante um excelente "golpe de teatro" para chamar a Atenção com letra grande sobre o 7arte e assim fazer mexer os poderes instalados para a viabilidade do projecto.

    É justo e merecido que alguém como as PTs e as Onis deste Portugal a beira mar plantado (plantado e a coçar os ditos) pegarem nesta rapaziada e criar uma secção decente de cinema para os seus respectivos portais em vez de ter uma área com uns quantos banners e item informativos e chamar aquilo "Secção de Cinema".

    Por tudo isto acho muito bem o que estão a fazer. As recompensas em Portugal chegam via cunhas e é de louvar que o 7arte tenha aguentado até aqui por puro voluntariado em prol da comunidade cinéfila do nosso país.

    Bravo!
    Re:Triste mas Excelente (Pontos:4, Informativo)
    por taf-7arte em 28-05-04 22:16 GMT (#37)
    (Utilizador Info) http://taf.net
    "Leia-se; estamos a ter o mesmo trabalho a nível de contactos e seu processamento diário com o qual a informação do "Em Cartaz" era criada. "

    Acho piada a estas "análises" que falam sem saberem o que dizem... E mais:

    "não estamos a falar de uns pobres diabos que tinham um trabalho de operário a ir a jornais diários ou outro tipo de fontes para estarem actualizados todos os dias pela manhã."

    Então achas que íamos ler o Público, o JN ou o DN para depois copiar a programação para o site? Isso seria trabalho de pirata amador, não é trabalho profissional e sério. As nossas fontes de informação são as salas e, no caso das cadeias maiores como a Warner-Lusomundo ou a Castello Lopes, por exemplo, é a gestão central da programação. Enviam-nos todas elas os dados, cada uma no seu formato. Umas em ficheiros Excel, outras em Word, outras via fax, outras TXT em mail, outras ficheiros HTML, outras telefone. Em nenhum caso é possível passar directamente os dados para a nossa base de dados. Há imenso trabalho manual (eu diria "semi-automático") com base nas nossas ferramentas de backoffice desenvolvidas ao longo de 7 anos.

    Ao pedir aos fornecedores para nos continuarem a enviar os dados em bruto queremos manter a rede de contactos a funcionar em pleno. Mas, como é evidente, agora não tratamos os dados da programação. Vamos fazendo algum trabalho de recolha das fichas técnicas dos filmes que estreiam e pouco mais.

    Mas afinal julgas que recebemos dinheiro caído do céu para nos darmos ao luxo de continuar a trabalhar sem sequer usar o trabalho que fizéssemos? Enfim, haja paciência para aturar isto... :-(
    Re:Triste mas Excelente (Pontos:3, Esclarecedor)
    por taf-7arte em 28-05-04 22:27 GMT (#38)
    (Utilizador Info) http://taf.net
    "E claro que a página "Em Cartaz" sobre os cinemas e seus filmes não era feita a partir do tal "backoffice" via copy/paste... ou era?"

    Não percebi o que querias dizer com isto. copy/paste de quê? As páginas usam informação gerada a partir do nosso backoffice (e muitas delas com intervenção manual também), que é alimentado com a tal informação recebida em bruto e tratada por nós.

    E esqueci-me de outra coisa: além de tratarmos a informação que recebemos das salas, recolhemos (recolhíamos) muita informação nós próprios. Exemplo evidente: os links todos. Como é natural, isso agora parou em grande parte.

    Muito gostávamos nós de estar em posição de fazer "golpes de teatro"!

    Falta planeamento (Pontos:3, Informativo)
    por mlemos em 29-05-04 2:12 GMT (#41)
    (Utilizador Info) http://www.ManuelLemos.net/
    Parece-me que o problema deste site se resume a falta de planeamento e desinteresse para enveredar por iniciativas sérias para rentabilizar o site como um negócio e não por como um serviço público (que raio de ideia alguém teve em chamar um serviço de público quando fornecido por particulares não subsidiados pelo estado).

    Anteriormente o dono já veio ao Gildot choramingar para vender o site porque não rendia, quando na verdade o que me pareceu é que queria chamar a atenção para obter ajudar para continuar o site nos termos de completa gratuitidade em que estava.

    Quem realmente quer viabilizar um site de conteúdo que requer mão de obra que precisa ser remunerada para continuar, não vem para o Gildot choramingar. Tem mais é que elaborar um plano de negócios porque de contrário o projecto ia morrer mais tarde ou mais cedo como estão a ameaçar.

    Sobre viabilizar sites de conteúdo como uma negócio rentável há muito para dizer, pelo que não temos tempo. Penso que me é mais viável recomendar vivamente a leitura deste livro: Alavancando Negócios na Internet. É de brasileiros e apesar de ainda ser do tempo da bolha dotcom, é muito realista e completo. Os conhecimentos transmitidos neste livro ainda são perfeitamente aplicáveis depois de vários anos desde o fim da bolha.

    Seja como for, penso que este site precisa (e muitos outros que continuam a não dar lucro mas são mantidos por outras razões ligados à máquina sem necessidade) é de uma boa consultadoria em viabilização de sites na Internet como negócio, e até talvez mesmo a criação de uma empresa com um presidente profissional com provas dadas no ramo de rentabilização de sites.
    Re:Falta planeamento (Pontos:1, Gozão)
    por taf-7arte em 29-05-04 2:28 GMT (#42)
    (Utilizador Info) http://taf.net
    "Parece-me que o problema deste site se resume a falta de planeamento e desinteresse para enveredar por iniciativas sérias para rentabilizar o site como um negócio"
    "penso que este site precisa (...) é de uma boa consultadoria"

    Estou salvo! Afinal há neste mundo quem _saiba_ o que fazer! Quanto levas para fazer a consultoria que queres fazer? Eu pago o que for preciso para poder parar de choramingar! ;-)

    Re:Falta planeamento (Pontos:2)
    por mlemos em 29-05-04 21:45 GMT (#51)
    (Utilizador Info) http://www.ManuelLemos.net/
    Eu não quero fazer nenhuma consultoria. Porém acho que tu precisas de uma porque ou não sabes ou não queres fazer o que é preciso para saires do buraco.

    Já te sugeri leres livros sobre o assunto. Já te sugeri usar o Google para por o teu site a render, tanto para colocar os anúncios AdSense, como para lever mais utilizadores ao teu site. Também já te sugeriram para partires para um modelo de assinaturas pagas. Que mais é que queres que façam por ti?

    Parece-me que tu és daqueles que têm uma vaca que querem que dê leite mas não estás muito empenhado para alimentar a vaca e o que mais for preciso aprender e fazer para que o negócio seja sustentável. Realmente assim não dá porque me parece que o maior impecilho para viabilizar o teu site és tu mesmo. Assim, não Gildot que te valha.
    Re:Falta planeamento (Pontos:2)
    por joaorf em 29-05-04 11:29 GMT (#45)
    (Utilizador Info)
    Escrever o que escreveste é fácil. É o estilo treinador de bancada sobejamente conhecido de todos nós. E quanto mais por fora se está de um assunto mais fácil se torna mandar bitaites sobre o que está mal e sobre o que devia ser feito. Sempre em moldes muito vagos claro, já que não se percebe o suficiente do assunto para dar pistas concretas...

    Todos sabemos que deves sentir com grande autoridade para falar porque tens, há vários anos, um site muito visitado e tens conseguido mantê-lo. Mas qualquer tentativa de equivaler o trabalho que tens com o teu site e o trabalho que envolve o 7arte.net é pura ilusão. São campeonatos completamente distintos.

    Re:Falta planeamento (Pontos:2)
    por mlemos em 29-05-04 22:04 GMT (#52)
    (Utilizador Info) http://www.ManuelLemos.net/
    Desculpa lá, tem paciência, mas eu não tenho a obrigação de fazer o trabalho de casa do dono do site cada vez que vem ao Gildot choramingar para resolver a dificuldade dele em conseguir viabilizar o site.

    Precisamentemente porque eu tenho a perfeita noção de que cada site é um site distinto, eu não me pus a fazer equivaler o meu site ao dele. Eu nem sequer sou utilizador do site dele para saber tudo exactamente o que fazer.

    Agora uma coisa que requer apenas bom senso é verdade, se ele não for atrás das oportunidades para rentabilizar o site como um negócio e não como um serviço público como sugeria o artigo que deveria ser, dificilmente alguém vai fazer isso por ele, muito menos de graça. É preciso ter bolinhas e assumir-se empresário do site ou contratar um, para não ter que se vir aqui queixar-se ao Gildot outra vez que site não é viavel como está.
    Re:Falta planeamento (Pontos:2)
    por Karlus em 30-05-04 22:19 GMT (#53)
    (Utilizador Info) /dev/null
    Disse tudo!
    hummm (Pontos:2)
    por nbk em 29-05-04 3:54 GMT (#44)
    (Utilizador Info) http://www.mrnbk.com/
    Boas.

    "Como fazer serviço publico na Web?"

    Serviço Público? As in "pago com o dinheiro dos contribuintes" ou *alavancado* com o dinheiro de privados?

    Se for a opção a), é questão de te candidatares a uns subsidios estatais ou enfiares-te num qq partido político.

    Se for a opção b), agarra nas palavras do mlemos, pega num livro qq sobre *bussiness plans* e parte à comquista do mundo novo.

    Esgotaste ambas as opções e nenhuma delas deu frutos? Então é melhor esquecer ( tirar umas férias ajuda ) e partir para outra aventura.

    Best regards,

    @204, Nbk

    Re:hummm (Pontos:1)
    por coder em 29-05-04 11:42 GMT (#46)
    (Utilizador Info)
    Se for a opção a), é questão de te candidatares a uns subsidios estatais ou enfiares-te num qq partido político.

    um qualquer mesmo? será que o bloco de esquerda dá?...

    enfim, mais um post em que não acrescentas nada de útil para a discussão. se, depois de tudo o que foi escrito, não tens nada de relevante a dizer, faz como eu: cala-te!

    Incentivo (Pontos:1)
    por netcrash em 31-05-04 4:28 GMT (#58)
    (Utilizador Info)
    Tal como foi dito em cima, é preciso inovar.

    E a acrescentar a isto digo que o 7ªarte pode vir a ser a amazon portuguesa de filmes, ok exagerado mas é um site que desde já benificia de já estar inserido na comunidade internauta, só precisa de mais trabalho. Cada vez mais especialmente nos tempos que correm as empresas começam a dirigir a atenção para a Internet, e os seus negócios estão cada vez mais informatizados, isto acontece também em empresas relacionadas com Salas de cinema, o que não existe é a centralização da informação.
    Mas quem investe em Televisores Sony para mostrar as Salas ocupadas e filmes a decorrer de certeza que não está longe de se ligar à internet.

    Penso que um pequeno esforço e algum estudo e repetidas tentativas de um acordo com os cinemas, pode resultar em algo positivo.
    Não se pode é dizer "Isto acabou".
    Porque mais tarde ou mais cedo chega um outro qualquer cria o seu próprio negócio e puff somos lembrados como aqueles que "até tinham um site".

    Não é altura para parar, é altura para reconstruir, remodelar e reinventar.
    Nota: Eu usava os conteúdos do 7ª arte num pequeno site de um canal de IRC retirava as tags html e etc, para ter uma melhor apresentação no site no qual o conteúdo seria reproduzido. Um pequeno site não tem condições de pagar, mas e um sapo.pt ou um clix.pt ?!

    Só mais um aparte (Pontos:2)
    por Karlus em 31-05-04 10:38 GMT (#60)
    (Utilizador Info) /dev/null
    O modelo de subscrição(metam $$$ neste NIB que nós depois vamos ver se voltamos) que escolheram é no minimo hilariante com sites comos estes onde se pode ir ver o mesmo sem "contribuições".
    http://cinecartaz.publico.pt/default.asp
    http://jn.sapo.pt/Secdiv/cinema/cartaz.htm
    Re:Só mais um aparte (Pontos:1)
    por liberdade em 31-05-04 11:43 GMT (#62)
    (Utilizador Info) http://www.gildot.org/
    Se nesses sites "se pode ir ver o mesmo" então por que ias ao 7arte.net e andas tão aflito à procura de outro para piratear?
    Re:Só mais um aparte (Pontos:2)
    por Karlus em 31-05-04 13:00 GMT (#63)
    (Utilizador Info) /dev/null
    Sabes como é, um gajo habitua-se a uma coisa e depois nem conhece os outros. Quando ao "piratear", não te preocupes, a aflição já passou.

     

     

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