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Governo livre, no software e na política
Contribuído por vaf em 12-12-03 16:35
do departamento brasil-cheio-de-encantos-mil
Brasil athalyba escreve "O governo brasileiro lançou hoje, 02/12, seu próprio portal dedicado ao software livre. No corpo da notícia , além do endereço do portal, opiniões dos principais responsáveis pela iniciativa e exemplos de softwares, comenta-se superficialmente as posições que a delegação tupiniquim vai levar à Cúpula da Sociedade da Informação, em Genebra. Vale uma leitura. Talvez duas ... "

Vulnerabilidade no IE permite uso de URLs falsos | OpenSource no "The Economist"  >

 

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  • athalyba
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  • Esta discussão foi arquivada. Não se pode acrescentar nenhum comentário.
    governo livre, no software e na politica (Pontos:0)
    por Thing em 12-12-03 16:53 GMT (#1)
    (Utilizador Info)
    ola. eu ja tinha ouvido falar de isto, quando o richard stallman foi ao brasil e deu la umas entrevistas. o brasil e ainda sao os paises onde mais se usa profesionalmente software livre. adeus.
    thing
    re:governo livre, no software e na politica (Pontos:0)
    por Thing em 12-12-03 16:54 GMT (#2)
    (Utilizador Info)
    ola. maldita vida algarvia, onde se le "ainda" era suposto ser "india"... hehe. adeus.
    thing
    Re:governo livre, no software e na politica (Pontos:2)
    por McB em 23-12-03 11:11 GMT (#33)
    (Utilizador Info)
    Então tem mas é mais cuidado, ó marafado com o que escreves.... :)

    s/profesionalmente/profissionalmente

    Tenta ler mais em português e menos em inglês...

    Por acaso este fenómeno leva ao aparecimento de palavras como "licensa", etc...
    Há que ter um pouco mais de cuidado!

    Yours,
    McB!
    They told me it need Windows 95 or better, so I chose Linux
    Olha mais um navio!!! (Pontos:2, Interessante)
    por cyborgas em 12-12-03 17:15 GMT (#3)
    (Utilizador Info) http://www.justoweb.com
    Mais uma vez Portugal está a ver passar navios.
    É triste saber que, num país onde dizem haver um grande número de corruptos, se opte a nível governamental por software livre. Enquanto que em Portugal alguma da corrupção sirva para apoiar empresas e movimentar influencias que nada contrinuem para a evolução do país.
    Espero que meia palavra baste, para o bem entendido...

    Quem fez este desabafo não fui eu, foi o meu outro eu... o revolucionário e inconformado.

    Abram bem os olhos!!!

    --------------
    Só há 10 tipos de pessoas. As que conseguem perceber piadas em código binário e as que não conseguem.
    off-topic (Pontos:2)
    por mlopes em 12-12-03 18:05 GMT (#5)
    (Utilizador Info)

    "Só há 10 tipos de pessoas. As que conseguem perceber piadas em código binário e as que não conseguem."

    Há as que conseguem perceber (01)
    Há as que não conseguem (10)
    Há as que não querem saber (11)
    E há as que queriam saber mas não conseguem (00)

    Se queres dividir um grupo em 2 só precisas de 1 bit.

    As que sabem (1)
    As que não sabem (0)

    Pronto, pronto, eu prometo que nunca mais me esqueço de tomar os medicamentos ;)

    No woman ever falls in love with a man unless she has a better opinion of him than he deserves.

    Re:off-topic (Pontos:2)
    por 4Gr em 12-12-03 18:18 GMT (#6)
    (Utilizador Info)
    ?

    A ideia do 10, é ser o 2, e não que números se podem escrever com dois bits!

    Faz todo o sentido..

    Agora, se quiseres dois grupos, aí sim, tens o grupo 1 e o grupo 0, mas o número de grupos é sempre 2, (10).


    Dominus vobiscum
    Re:off-topic (Pontos:1)
    por PRE em 12-12-03 18:19 GMT (#7)
    (Utilizador Info) http://psantos.net
    Mas se quiseres representar o número dois em binário precisas dos dois bits, o que é o caso nessa já tão rodada expressão. :)
    _____________________
    Pedro Santos «psantos.net»
    "Si minor plus est ergo nihil sunt omnia..."
    Re:off-topic (Pontos:1)
    por lbruno em 12-12-03 18:42 GMT (#9)
    (Utilizador Info) http://republico.estv.ipv.pt/~lbruno/
    Assumindo que queres representar o zero.
    Re:off-topic (Pontos:1)
    por jadrian em 12-12-03 22:27 GMT (#21)
    (Utilizador Info)
    (Tudo em binário)
    Portanto estás a dizer que precisas de apenas 1 bit para representar os 10 tipos de pessoas. Sim, é verdade... e?
    Re:Olha mais um navio!!! (Pontos:1)
    por Cirruz em 12-12-03 19:00 GMT (#10)
    (Utilizador Info)
    Realmente, os governos dos países Ocidentais (excepto, claro, essa "aldeia gaulesa" que é Munique) são todos reféns da Microsoft, tal é o seu poder. Quem manda no mundo não são as armas, nem o petróleo, nem a droga... É o Windows e a Microsoft!

    Eles não mudam porque não podem, porque são "corruptos e apoiam empresas que nada contribuem para a evolução". É essa a justificação. Se não fosse o governo libertador do Brasil, estávamos todos perdidos.

    Cirruz

    Re:Olha mais um navio!!! (Pontos:1)
    por linooks em 12-12-03 22:25 GMT (#20)
    (Utilizador Info) http://www.ajcm.pt.vu

    Só o Brasil e Munique ??

    Só aqui no Gildot já ouvi falar em :

    Espanha (especialmente Catalunha)

    China

    India

    UK (estão a fazer um estudo)

    estes são o que me lembro :), que já há muito tempo têm projectos para a utilização de software live.

    Só aqui em Portugal é que ninguém se lembra de fazer um estudo piloto Ex: pegar numa mão cheia de computadores com uma distribuição de Linux/BSD/FreeBSD/whatever mete-los num organismo publico e estudar quais as beneficios/vantagens/desvantagens de utilizar software livre.

    Tão simples, mas ninguém faz, aqui é a regra do "8 ou 80". Ou se mete em todos o lado (sem saber aonde ou como Versão BE), ou não se mete em lado nenhum (e continua-se a dar a moedinha a M$, versão Governo)

    cumprimentos


    ___________________________________

    (linooks (at) zmail (dot) pt)

    Re:Olha mais um navio!!! (Pontos:2)
    por fhc em 12-12-03 23:30 GMT (#24)
    (Utilizador Info)

    Mira, tio, que es injusto con Extremadura y su linex.

    El Tio Francisco Colaço


    Re:Olha mais um navio!!! (Pontos:2)
    por vaf em 13-12-03 4:13 GMT (#30)
    (Utilizador Info) http://students.fct.unl.pt/users/vaf12086/

    • Quem manda no mundo não são as armas, nem o petróleo, nem a droga... É o Windows e a Microsoft!

    • Se não fosse o governo libertador do Brasil, estávamos todos perdidos.


    São frases como estas que não ajudam a nada, muito pelo contrário.. Só revelam um fundamentalismo que inevitavelmente causa muita comichão a muita gente, duma forma completamente desnecessária.

    O movimento do software livre já anda há muito tempo a tentar lutar contra o stigma do "geek de esquerda". Ajudava que muitos de nós, ditos defensores do Software Livre, no sentido lato, tivéssemos um pouco mais de cuidado para não parecer extremistas.

    Excepto, claro, quando o somos... Pois aí estão os do mesmo lado da barricada a assobiar para o ar e os do outro a rir que nem uns desalmados com tanta cretinice. Que bela figura...
    Brasiu (Pontos:2)
    por Gimp em 12-12-03 17:35 GMT (#4)
    (Utilizador Info)
    Quando houver alteração de partido no poder no Brasil, desconfio que vai haver uma movimentação enorme no sentido de alterar as coisas novamente. No entanto, e espero sinceramento que isso aconteça, quiçá as coisas funcionem tão bem que não ousem efectuar o "volta atrás".


    "No comments"

    sic transit gloria mundi (Pontos:2, Interessante)
    por Cirruz em 12-12-03 18:35 GMT (#8)
    (Utilizador Info)
    Governo livre, no software e na política

    "É", como diz a outra. Tão livre, tão livre, que nos dois últimos anos subiu dois lugares no ranking mundial de exportadores de armas. E continua a recusar-se a assinar o tratado de proibição de minas anti-pessoais. E exporta mais armas do que países "sanguinários", como Israel ou Espanha, que não têm Governos tão "livres". É.

    Este link em particular, e este no geral, são muito úteis para vermos a hipocrisia da esquerda. Técnicas antigas, que fazem lembrar as manifestações pela Paz e Cooperação entre os Povos da Terra, organizadas por Brejnev, pouco antes de invadir o Afeganistão ou das matanças na Checoslováquia, na Polónia, na Hungria, ...

    sic transit gloria mundi

    Cirruz

    Re:sic transit gloria mundi (Pontos:2)
    por Pink em 12-12-03 20:03 GMT (#13)
    (Utilizador Info) http://www.PinksWorld.8m.com
    Tão livre, tão livre, que nos dois últimos anos subiu dois lugares no ranking mundial de exportadores de armas.

    Não entendo a relação entre Liberdade e exportação de armas.

    Concordo que é um negócio sangrento, imoral, etc, etc. Mas não consigo entender onde é que exportar armas afeta a liberdade de um país...


    E continua a recusar-se a assinar o tratado de proibição de minas anti-pessoais. E exporta mais armas do que países "sanguinários", como Israel ou Espanha, que não têm Governos tão "livres".

    Não sabia disso. Vou conferir.

    Mas ainda assim, não consigo entender a relação que você faz entre as práticas comerciais da Indústria de Armas com as práticas comerciais da incipiente Indústria de Software Livre....

    []s,
    Pink@Manaus.Amazon.Brazil.America.Earth.SolarSystem.OrionArm.MilkyWay.Universe

    Re:sic transit gloria mundi (Pontos:2)
    por mpinho em 12-12-03 20:21 GMT (#14)
    (Utilizador Info)
    Pelo menos não mantivemos colônias até bem pouco tempo, que só terminaram por causa de guerras sangrentas...

    Infelizmente corrupção, guerras e lucrar com a desgaça de outros faz parte da história humana e não é exclusividade brasileira.

    Mas voltando ao software livre pelo menos há uma declaração oficial de intenções do governo brasileiro. Duvido que o vosso governo tenha essa coragem...
    Re:sic transit gloria mundi (Pontos:2)
    por 4Gr em 12-12-03 20:52 GMT (#15)
    (Utilizador Info)
    Pois e infelizmente não tem!

    O vosso país está de parabéns.. e já agora um parêntesis:

    Búzios é fantástico.. da próxima vou e fico. É cada gata...


    Dominus vobiscum
    Re:sic transit gloria mundi (Pontos:1)
    por Cirruz em 12-12-03 23:00 GMT (#23)
    (Utilizador Info)
    Em 1822, aquando da Independência, ainda existiam muitas tribos nativas na interior Brasileiro, em especial as da cultura Tupi Guarani. Agora, tudo o que se vê são grandes áreas desflorestadas, que formam as grandes fazendas. Será que os índios se dedicaram todos ao Samba?

    E já agora: já visitei o Brasil e fiquei completamente escandalizado com as diferenças sociais. É, sem sombra de dúvidas, o país mais radical, neste aspecto, que conheci até hoje. Existe uma sociedade negra, de muitos milhões, que é completamente subjogada pela elite branca, de origem Europeia (alemã, italiana, etc...). Não será isto uma forma de escravatura/colonialismo?

    Cirruz

    Re:sic transit gloria mundi (Pontos:2)
    por mpinho em 13-12-03 0:12 GMT (#27)
    (Utilizador Info)
    Concordo em parte. Embora os negros tenham sido empregados como escravos por fazendeiros brasileiros, foram os navios portugueses que os trouxeram para cá. Veja

    http://www.geocities.com/zumbi2000/trafico.htm

    "E no ano de 1432 o navegador português Gil Eanes introduziu em Portugal a primeira leva de negros escravos e a partir desta época os portugueses passaram a traficar os escravos com as Ilhas das Madeiras e em Porto-Santo, em seguida levaram os negros para os Açores logo depois para Cabo-Verde e finalmente para o Brasil,

        Em meados do século XVI devido ao estabelecimento do Governo Geral, o que pesa para Portugal a respeito ao trafico negro, pesa também sobre a França, Espanha, Holanda e especialmente sobre a Inglaterra, pois lhe cabe a primazia como vanguardeira do tráfico e do comércio de escravos autorizado desde o reinado de Eduardo VI e começando no reinado da Rainha Elizabeth no século XVI, ..."

    E a escravidão existiu na sua maior parte durante o período colonial. Logo Portugal se beneficiou dela indiretamente. Todo o ouro retirado daqui no ciclo do ouro e mandado para a metrópole a título de imposto foi minerado por escravos.

    É muito fácil falar quando se mora num país tão diminuto e formado por um povo basicamente homogêneo. Pelo que li os negros vindos de Angola e Mçambique são também um "problema social" aí em Portugal, particularmente na capital e grandes cidades.
    Re:sic transit gloria mundi (Pontos:2)
    por McB em 23-12-03 11:21 GMT (#34)
    (Utilizador Info)
    É muito fácil falar quando se mora num país tão diminuto e formado por um povo basicamente homogêneo. Pelo que li os negros vindos de Angola e Mçambique são também um "problema social" aí em Portugal, particularmente na capital e grandes cidades.

    Acredita que tens imensa razão quando referes essa "homogeneidade" do povo português... se tem como vantagens o facto de termos uma forte identidade cultural (mais forte do que se calhar pensas), com uma língua de muitos séculos, etc., muito bom português é tão TAPADO como o americano "redneck" do Mid-West que pensa que Portugal é no Norte de África, ou que pensa que todos os indianos neste mundo são "qué'frôs"....

    Um aviso a essa gente... ABRAM OS OLHOS E VEJAM O MUNDO!

    No que diz respeito à dificuldade de integração, isso por norma acontece em vários países como no Reino Unido, onde os trabalhos menores são na sua maioria efectuados por negros/indianos/etc (e descarto antecipadamente qualquer comentário negatico sobre a expressão "negro").

    Yours,
    McB!
    They told me it need Windows 95 or better, so I chose Linux
    Re:sic transit gloria mundi (Pontos:2)
    por mpinho em 13-12-03 0:23 GMT (#28)
    (Utilizador Info)
    Só para complementar o que eu falei:

    http://imigrantes.no.sapo.pt/page2.africanos.html

    " Guetos

    Os africanos que vieram antes da Independência, em 1975, e que na maior parte possuem nacionalidade portuguesa, terão as maiores vítimas na sua integração.

    Habitam na sua maioria em casas e bairros degradados. Alguns dos bairros onde são maioritários, como Marianas (Carcavelos, Cascais), Pedreira dos Húngaros (Oeiras), Outorela (Oeiras), Alto da Cova da Moura (Amadora), Quinta do Mocho (Loures), Arrentela (Seixal), Bela Vista (Setúbal) tornaram tristemente célebres pelas piores das razões: pobreza, tráfico de droga, violência, etc.
           
            Ascensão Social

    Apesar de uma tão longa história em comum, continuam a ser raros são os africanos que ascende a posições de destaque na sociedade portuguesa. Trata-se de uma constatação que ultimamente tem sido objecto de diversos trabalhos na comunicação social portuguesa.

            Insucesso Escolar

    Os resultados escolares dos africanos são inferiores aos dos restantes portugueses nas mesmas escolas. Problema comum a todas as comunidades de imigrantes no mundo. O que pode ser explicado por diversas razões: problemas de integração social e cultural, problemas no domínio da língua, etc.

              Discriminação

    A maioria dos jovens africanos (80%), segundo o já citado estudo, considera-se descriminada no acesso ao consumo, mas sobretudo na forma como são tratados nos estabelecimentos de saúde, nas escolas, tribunais, etc. Formas de tratamento como "preto", "negro" ou "raça negra" são por estes percepcionados como manifestações de um estigma social."


    Re:sic transit gloria mundi (Pontos:1)
    por João Jerónimo em 13-12-03 17:45 GMT (#31)
    (Utilizador Info)
    Tão livre, tão livre, que nos dois últimos dois anos subiu dois lugares no ranking mundial de exportadores de armas.

    Consideras tu os EUA (vendedores de grandes quantidades de armas ao Sadam Hussein, há und anitos) um país livre?!

    João Jerónimo Jabber: j_j_b_o@jabber.org ICQ: 312332573
    Re:sic transit gloria mundi (Pontos:1)
    por Cirruz em 14-12-03 2:44 GMT (#32)
    (Utilizador Info)
    Consideras-te tu, João Jerónimo, um homosexual?

    Porque raio de porra é que os EUA têm que ser para aqui chamados?!? Será que não podemos ter uma simples conversa sobre OSS e Brasil, sem os metermos na conversa?

    E, já agora, os grandes vendedores de armas ao Iraque foram a França e a Rússia. Os EUA apenas venderam meia-dúzia de helicóptros de transporte, do tempo do Vietnam.

    Cirruz

    Re:sic transit gloria mundi (Pontos:2)
    por McB em 23-12-03 11:41 GMT (#35)
    (Utilizador Info)
    Desculpa, mas não percebi essa do "homossexual"...
    É uma mera afirmação homofóbica, ou já te fizeste a ele e levaste tampa? Tssk, tssk....

    Yours,
    McB!
    They told me it need Windows 95 or better, so I chose Linux
    Nostradamus (Pontos:1)
    por Cirruz em 12-12-03 19:11 GMT (#11)
    (Utilizador Info)
    Será que Lula é o Messias que Nostradamus previu? Fica a quadra para analisarem:

    No amanhecer do terceiro dia
    virá o grande libertador
    com o nome de um molusco cefalópode
    ventos livres espalhará em seu redor

    Como é óbvio, o "terceiro dia" é o terceiro milénio, o "molusco cefalópode" é o Lula e os "ventos livres" são o software livre. Só um fascista é que pode pensar de outra forma.

    Cirruz

    Re:Nostradamus (Pontos:2)
    por 4Gr em 12-12-03 19:40 GMT (#12)
    (Utilizador Info)
    Curioso, não sabia que a previsão do Nostradamus era tão rigorosa ao ponto de afirmar que o seu nome é de um molusco cefalópode...

    De qualquer das formas, estaria Nostradamus a prevêr algo tão superficial como o software ou coisas materiais, ou este será apenas o início de Lula?

    Isto parece-me fantasia a mais.. mas é um ponto de vista engraçado :-)


    Dominus vobiscum
    Re:Nostradamus (Pontos:2)
    por racme em 12-12-03 21:55 GMT (#18)
    (Utilizador Info) http://vendetta.guildsoftware.com
    nao vas ao medico que nao e' precisso...



    Those who do not understand Unix are condemned to reinvent it, poorly.
    -- Henry Spencer
    Re:Nostradamus (Pontos:1)
    por Cirruz em 12-12-03 22:34 GMT (#22)
    (Utilizador Info)
    Já fui. Fez-me um electroencefalograma, mandou-me olhar para uns desenhos e disse que estava tudo bem. Ainda assim, fui a outro, para ter uma certa redundância. A opinião foi a mesma. Será que estou grávido?

    Cirruz

    Re:Nostradamus (Pontos:2)
    por racme em 13-12-03 4:08 GMT (#29)
    (Utilizador Info) http://vendetta.guildsoftware.com
    Já fui. Fez-me um electroencefalograma, mandou-me olhar para uns desenhos e disse que estava tudo bem. Ainda assim, fui a outro, para ter uma certa redundância. A opinião foi a mesma. Será que estou grávido?

    deviam ter-te feito uma oftalmoplastia para curar esse diagnostico de miopia offtopiqueica...

    Porque sera que sempre que se fala no Brasil vem 2 ou 3 mentecaptas re-contar a historia da cana do açucar?
    E lancar bitaites sobre preconceitos e estereotipos de toda uma comunidade de milhoes so porque *felizmente* tiveram uma historia e passado comum, para acabar tudo numa diarreia mental em que nada se acrescentou a' discussao inicial?

    Porque razao nao e' o gildot um forum como outro qualquer em que ingleses convivem com australianos e estes por sua vez com americanos como vejo tanto por essa web fora !?

    historias com 500 anos?
    get over it




    Those who do not understand Unix are condemned to reinvent it, poorly.
    -- Henry Spencer
    Re:Nostradamus (Pontos:2)
    por Cyclops em 12-12-03 22:20 GMT (#19)
    (Utilizador Info)
    E se indexasses a quadra? :) é que pelo menos traduzindo para inglês alguns termos importantes não está fácil de encontrar...
    Re:Nostradamus (Pontos:2)
    por fhc em 12-12-03 23:36 GMT (#25)
    (Utilizador Info)

    O molusco cefalópode era um polvo, não a lula. Logo o Messias é o cérebro do Polvo, o Berlusconi.

    Tss, estes tipos nem sabem ler profecias.

    Francisco Colaço


    O Brasil e os EUA na Cúpula em Genebra... (Pontos:3, Informativo)
    por mpinho em 12-12-03 21:12 GMT (#17)
    (Utilizador Info)
    http://www.revistadolinux.com.br/noticias/2003/12/08/3214_det.html

    "
    Segunda-Feira, 08 de Dezembro de 2003 - 09h45

    O Brasil na Cúpula
    O papel do país na defesa do software livre durante a Cúpula Mundial da Sociedade da Informação, na cidade de Genebra, Suíça, de 10 a 12 de dezembro
    Por: * Cristian Lapa

    No decorrer das reuniões preparatórias para a Cúpula Mundial da Sociedade da Informação, que ocorrerá em Genebra, de 10 a 12 de dezembro, o Brasil vem ocupando importante papel no debate a respeito do software livre. A crescente preocupação do Planalto com o tema (manifestada pela indicação de militantes e incentivadores do movimento para postos-chave no governo federal, a criação de diversos grupos técnicos interinstitucionais no âmbito do Comitê Executivo do Governo Eletrônico, o apoio formal da Casa Civil e da Presidência do Senado Federal e a formação de uma ampla frente parlamentar, integrada por partidos governistas e da oposição) cria no Brasil terreno fértil para a adoção e o desenvolvimento sustentável de tecnologias livres em grande escala.

    Espera-se que a opção do governo brasileiro não se baseie meramente na redução de custos. Qualquer mudança abrangente de tecnologia - seja ela livre ou proprietária - implica altos investimentos em treinamento, compatibilização e suporte. Free software, afinal, não é a mesma coisa que software for free. Existem custos de desenvolvimento (elevados, de acordo com a ambição do projeto), e a recente abertura de linhas de fomento à pesquisa voltada às tecnologias livres mostra que o governo está disposto a bancar essa aposta.

    O grande diferencial é que por sua própria natureza, o conhecimento e a riqueza gerados pelo software livre tem um amplo e positivo impacto social. Na visão do pioneiro Richard Stallman, a escala da "revolução libertadora" que se afigura no Brasil não tem precedentes. Apenas no Brasil encontramos as condições para que as políticas oficiais de desenvolvimento de tecnologia livre sejam acompanhadas do arcabouço legal necessário à garantia de cumprimento das licenças e ao eventual reconhecimento do software livre - e outras manifestações de conhecimento não-proprietárias - como objeto de direito público, e não mais privado. Ou seja: eu, você, qualquer um poderá acionar judicialmente a pessoa ou empresa responsável pela violação de uma licença, como a GPL, porque tal violação compromete o nosso direito de usufruir do conhecimento da forma como seu autor pretendia.

    É o próprio Stallman quem aponta, na Declaração de Princípios e no Plano de Ação para a Cúpula Mundial, o risco de esvaziamento da questão: nestes documentos preparatórios, exaustivamente debatidos por diplomatas de diversos países - inclusive o Brasil - antes de sua publicação definitiva, o software livre é tratado como mera alternativa, uma nuance técnica, e não como um instrumento fundamental para o desenvolvimento sustentável, a soberania nacional, a educação e a convivência ética entre desenvolvedores e consumidores de tecnologia.

    A opção brasileira pelo software livre não é meramente técnica ou gerencial. Ainda que os grandes produtores de software proprietário escolham oferecer gratuitamente a tecnologia que nos permita ativar nossos telecentros, operar nossas redes de ensino à distância, automatizar nossos hospitais e democratizar o acesso à informação, não podemos abrir mão de investir no desenvolvimento de produtos de alto valor agregado, na autonomia tecnológica, na capacitação de mão-de-obra qualificada e na socialização dos frutos deste processo.

    O governo brasileiro fez sua opção: a da autodeterminação, soberania e universalização do saber. Em Genebra, terá de lutar para que sua liberdade de escolha, garantida por meio de um processo eleitoral transparente e amplamente democrático, não seja cerceada.

    * Cristian Lapa é cientista político e analista de informações do Centro de Gestão Estratégica do Conhecimento em Ciência e Tecnologia (CGECon), órgão vinculado ao Ministério das Relações Exteriores."

    =========================================

    http://www.revistadolinux.com.br/noticias/2003/12/08/3215_det.html

    "Segunda-Feira, 08 de Dezembro de 2003 - 10h02

    Os EUA na Cúpula
    Governo Bush, que contou com forte apoio da Microsoft nas eleições, ameaça se retirar do debate em Genebra. Entre os assuntos considerados polêmicos pela Casa Branca, está a expansão do software livre
    Por: *Felipe Gubert

    Irá realizar-se em Genebra, nos dias 10 a 12 de dezembro, a primeira fase da The World Summit on the Information Society (WSIS) , a chamada Cúpula de Genebra. Dois documentos estão sendo trabalhados para esta primeira fase, enfocando uma série de questões relativas à sociedade da informação: uma declaração de princípios e um plano de ação.

    O governo norte-americano tem ameaçado retirar-se das negociações devido a algumas questões que considera polêmicas, entre elas a do software livre. Não é segredo para ninguém que a Microsoft foi um dos principais financiadores da campanha de George Bush, portanto, é natural que a questão do software livre seja uma polêmica para tal governo. Mas não é só isso. O governo norte-americano tem adotado a estratégia de enfraquecer o domínio público e promover a extensão indeterminada dos direitos autorais, e a filosofia do software livre choca-se com o desejo americano de impor esse modelo a outros países (através da Alca, por exemplo).

    Ao invés de se retirar da WSIS, os Estados Unidos têm adotado uma opção mais danosa, a fim de impor seus termos, através da manipulação semântica do documento. Essa é uma tática antiga dos norte-americanos. Durante a Guerra do Vietnã, por exemplo, os massacres de civis ganhavam o nome de ?neutralização das forças inimigas? e, mais recentemente, os bombardeios sobre Bagdá viraram ?ataques cirúrgicos?.

    Nos primeiros documentos da cúpula, nem apareciam as palavras ?software livre?, e sim ?código aberto?, restringindo a discussão ao âmbito técnico, sem margem para as questões realmente importantes, como o domínio público e as licenças de software livre.

    Nas versões mais recentes dos documentos da Cúpula, por exemplo, são utilizados os termos neutralidade tecnológica? e liberdade de escolha. Com a simples inclusão ou exclusão de um termo ocorrem mudanças extremas nas intenções do documento e o dano intencionado pode passar despercebido. No último documento da Cúpula o software livre e o software proprietário estão colocados lado a lado como simples escolhas tecnológicas. Sem entrar muito nas decorrências de cada uma dessas escolhas, basta olhar a realidade para constatar que esta proposta apenas busca deixar as coisas como elas estão. Fica no ar um sentimento de frustração, pois, no início da Declaração de Princípios da WSIS, há uma série de intenções filosóficas que se vão dissolvendo em um discurso que se torna cada vez mais light na medida em que se vão aproximando as ações da realidade.

    Outra pista importante da postura conservadora dos Estados Unidos é a ampla presença da Microsoft e seu código fechado e proprietário nos lares e governos de outros países. Com o mundo cada vez mais conectado, o governo americano possui uma chance tecnológica única para bisbilhotar e evangelizar seus padrões ao mundo.

    É necessário mudar o atual texto de forma que os benefícios clamados pela Declaração de Princípios não soem como bravata, pois sabemos que o acesso à informação e ao conhecimento só se dará de forma plena e sem danos através do software livre.

    * Felipe Gubert é consultor internacional e integrante do Centro de Gestão Estratégica do Conhecimento em Ciência e Tecnologia (CGECon), órgão vinculado ao Ministério das Relações Exteriores, e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) - (felipe@cgecon.mre.gov.br)"
    Re:O Brasil e os EUA na Cúpula em Genebra... (Pontos:2)
    por fhc em 12-12-03 23:40 GMT (#26)
    (Utilizador Info)

    A Microsoft financiou as duas campanhas presidenciais com hipóteses, como sempre fez. Pagou seguros de vida, desse para que lado desse, sempre estava alçada. Agora é hora do retorno.

    Isso é alguma coisa diferente do que se faz em portugal ou na China? Ah, é verdade, na China não há eleições. Como sou esquecido!

    Francisco Colaço


    Re:O Brasil e os EUA na Cúpula em Genebra... (Pontos:2)
    por McB em 23-12-03 11:59 GMT (#36)
    (Utilizador Info)
    Durante a Guerra do Vietnã, por exemplo, os massacres de civis ganhavam o nome de ?neutralização das forças inimigas? e, mais recentemente, os bombardeios sobre Bagdá viraram ?ataques cirúrgicos?.

    Não sou apoiante dos EUA, mas referir a morte de civis como tendo sido propositada parece-me ser de mau gosto (refiro-me aos danos colaterais de Bagdad) e muito tendencioso.

    Yours,
    McB!

    They told me it need Windows 95 or better, so I chose Linux

     

     

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