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When Free Isn't Free Enough
Contribuído por scorpio em 23-10-03 4:57
do departamento filosofias
News blacksheep escreve "Foi publicado um artigo intitulado "When Free Isn't Free Enough", por Matt Matthews, que contrasta o facto de algumas empresas lançarem o código de fonte dos seus jogos livremente, mas mantendo os dados proprietários (ex: Duke Nukem 3D, Quake 2, Hexen/Heretic, Wolfenstein 3D) e aquelas que lançam todo o jogo, mas em forma binária, grátis (ex: Grand Theft Auto, Hidden & Dangerous).

De acordo com o autor, as empresas que lançam apenas o código fonte livremente, embora cobrando pelos dados, estão a respeitar muito mais a comunidade, pois, em primeiro lugar, quem gosta do jogo, provavelmente já o comprou e, em segundo, permite que sejam feitos melhoramentos e, mais importante, que os jogos sejam mantidos compatíveis ou até portados para os SOs mais modernos.

Também há o caso de empresas que lançam, quer o código fonte, quer os dados, livremente, recordo o caso do Abuse da Id software. "

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  • "When Free Isn't Free Enough"
  • Mais acerca News
  • Também por scorpio
  • Esta discussão foi arquivada. Não se pode acrescentar nenhum comentário.
    Crack Dot Com (Pontos:5, Informativo)
    por |The-Crow| em 23-10-03 10:39 GMT (#1)
    (Utilizador Info) http://trance.ebserver.org
    O Abuse não é da iD Software mas sim da Crack Dot Com.
    Escolha da licenca ao criterio da empresa (Pontos:2)
    por racme em 23-10-03 11:09 GMT (#2)
    (Utilizador Info) vendetta.guildsoftware.com

    I argue that such a giveaway is not in the long term the interests of either the developer or the gaming community, while releasing the source as has happened with several other games is in their interests. The rule is: free as in beer isn't good enough to ensure the survival of a game for the future; free as in Free, however, can make a game live forever.


    Se sobre qualquer licenca de Codigo Aberto optimo!
    Se e' GPL ou BSD license tanto me faz.





    Those who do not understand Unix are condemned to reinvent it, poorly.
    -- Henry Spencer
    Re:Escolha da licenca ao criterio da empresa (Pontos:2)
    por blacksheep em 23-10-03 11:27 GMT (#3)
    (Utilizador Info)
    Desculpa, mas podias explicar-te melhor?
    Não percebi o que querias dizer com isso.
    Re:Escolha da licenca ao criterio da empresa (Pontos:1, Redundante)
    por racme em 23-10-03 11:53 GMT (#4)
    (Utilizador Info) vendetta.guildsoftware.com
    Escolha da licenca ao criterio da empresa (Pontos:2)
    por racme em Quinta Outubro 23, @11:09AM WET (#2)
    (Utilizador Info) vendetta.guildsoftware.com



    Those who do not understand Unix are condemned to reinvent it, poorly.
    -- Henry Spencer
    Cheaters e hacks (Pontos:3, Interessante)
    por nmarques em 23-10-03 13:15 GMT (#5)
    (Utilizador Info) http://morgul.xpto.org
    Claro, mas uma empresa que o faça, sobretudo jogos de cariz multiplayer online, veem logo um molho de aberraçoes de hacks e wrappers de DirectX para simplesmente os despromovidos de intelegencia e perificia virem artilhados de 'wallhacks', 'aimbots', e outros tipos de hacks. De qualquer forma a melhor anti-cheat que vi a funcionar e' precisamente para Quake2, uma versão do server bastante martelada, conhecida por no-cheat.

    É um bom passo, mas também traz atrás alguns problemas. E cada vez mais, com a source do engine ou nao disponivel, precisas de uma key valida para jogar online. Quem joga Soldier of Fortune2 ou Neverwinter Nights online com as chaves pirateadas ? ou até mesmo HALO ;)
    -------------------------------------------------------
    Seja sangue e suor o caminho para a vitoria,
    lutaremos lado a lado pela pátri
    Re:Cheaters e hacks (Pontos:2)
    por [Cliff] em 24-10-03 0:07 GMT (#11)
    (Utilizador Info) http://www.yimports.com
    Essa da chave válida para jogar online de facto é uma boa questão, porque na minha opinião, os jogos actualmente - apesar da AI estar cada vez mais espectacular, como se pode verificar já no Halo e daqui por uns meses no HalfLife 2 e Doom 3 - estão finalmente a dar maior enfâse à interacção com humanos.
    Alguém que não esteja pré-programado para reagir de maneira a,b ou c consoante a acção x do jogador.
    Claro que se um jogador tiver muita experiência sabe minimamente qual poderá ser a reacção do adversário, no entanto há sempre a componente competitiva e o acaso :)

    Como exemplo de um bom jogo que tinha tudo para vingar e foi um flop autêntico pela falta de multiplayer através da Internet indico o GP4 do Geoff Crammond. Numa altura em que a EA lançou a excelente simulação F1 2002 com motores de física e 3D espectaculares, e acima de tudo multiplayer pela internet, o Geoff Crammond achou por bem manter-se naquela linha dele em que multiplayer só LAN, um motor 3D pesadíssimo e um de física no mínimo mediocre.
    Tudo perdoável, menos o facto de não ter multiplayer pela Internet.

    ----------
    -1: Redundante!
    Concordo! (Pontos:4, Interessante)
    por ^magico^ em 23-10-03 15:21 GMT (#6)
    (Utilizador Info) http://fsilva.online.pt/
    A disponibilização de programas (e aqui enquadram-se os jogos) apenas no formato freeware (em que são distribuidos gratuitamente os binários) apenas favorece quem quer dar utilizar o programa. Não favorece o programa, nem os programadores e nem a comunidade.

    Existem duas opiniões sobre qual a melhor maneira de evoluir: uma diz que se não temos acesso a algo que necessitamos um impeto "obriga-nos" a construir esse algo; a outra diz que só é possivel evoluir rapidamente e inovar baseado em conhecimento e "coisas" já existentes. Pessoalmente penso que a 2ª hipotese é a mais viável e sem duvida alguma que aqui enquadra-se (a nivel informático) o software disponibilizado em código aberto.

    Ao termos acesso a jogos e/ou programas gratuitos, perdem-se (ou ficam reduzidas) as hipoteses de o mesmo ser melhorado. A 1ª porque como temos acesso ao programa não existe necessidade de "fazer algo"; e mesmo quando precisamos de algo, existe um "sentimento" de que como o programa já está feito, aquela pequena alteração mais vale pedir ao autor.... a 2ª como não existe acesso ao código, também não vão ser outros além do autor, a melhorar a aplicação.

    É habitual discutir-se entre os problemas do software proprietário-comercial e o opensource. Também é habitual ouvir-se dizer que o software proprietário-comercial é um perigo para a "liberdade informática" de todos nós; no entanto se observar-mos a outra perspectiva, também sabemos que a existência de um software proprietário-comercial muitas vezes origina o aparecimento de software opensource para colmatar a lacuna da disponibilização gratuita de um software com as mesmas opções mas que possa estar ao alcance de todos.

    Esta situação não é tão plausível de acontecer com o software proprietário-gratuito (freeware), e apesar de este ter a grande vantagem de ser gratuito tem a enorme desvantagem de "congelar" o impeto de desenvolvimento de um produto inovador.

    Concluindo, mais valia estarem quietos do que oferecerem apenas os binários de jogos ou programas. Faziam mais por eles e por todos nós.
    Re:Concordo! (Pontos:3, Esclarecedor)
    por blacksheep em 23-10-03 15:52 GMT (#7)
    (Utilizador Info)
    software proprietário-comercial

    Acho que o que queres dizer é software fechado.

    Software Open-Source pode ser proprietário e comercial, também (ie: StarOffice).
    Mesmo o software livre pode ser comercial (ie: Mandrake PowerPack).
    Re:Concordo! (Pontos:2)
    por ^magico^ em 23-10-03 16:01 GMT (#8)
    (Utilizador Info) http://fsilva.online.pt/
    Sim, software fechado-comercial (vulgo comercial) em oposição ao software-fechado gratuito (vulgo freeware).

    São tantos termos que por vezes se torna confuso :\
    O problema dos jogos... (Pontos:3, Interessante)
    por jmce em 23-10-03 16:43 GMT (#9)
    (Utilizador Info) http://jmce.artenumerica.org/

    Pelo menos muitos dos jogos mais populares actualmente combinam uma parte de código reutilizável com muito material 'artístico' análogo ao de uma produção cinematográfica, e este dificilmente será reutilizado em mais do que alguns poucos produtos da mesma linha. Não sei qual é tipicamente o peso relativo das várias despesas, mas a segunda parece ser bem grande para muitos jogos, e só passível de ser compensada em vendas num prazo relativamente curto, até à moda seguinte.

    Assim percebe-se bem que haja menos relutância em fornecer o código do que os "dados". Pessoalmente também acho que é mais importante a disponibilização do código, até porque software derivado dele poderá ter aplicações em mais do que entretenimento, ao passo que a maior parte dos "dados" tem apenas interesse para a componente de entretenimento do jogo, muitas vezes concentrado dentro do tal prazo limitado em que o interesse do público ainda dura.

    O desenvolvimento do conjunto completo nestes casos de jogos muito ricos em dados parece-me dos mais difícies de suportar economicamente no âmbito de uma licença livre que abranja tudo... ou há ideias novas nesse campo? Uma possibilidade talvez fosse, aproveitando o factor 'moda', fazer-se a disponibilização desfasada dos dados, depois de as vendas terem estagnado. Mas talvez seja difícil evitar outras limitações prévias, como alguns contratos com artistas/editoras que restrinjam essa libertação posterior dos materiais. Convém relembrar que estamos na época em que as editoras acham que seria natural e "justo" receberem mais qualquer coisinha sempre que um livro ou disco é revendido em 2a, 3a, 4a mão...

    Re:O problema dos jogos... (Pontos:3, Esclarecedor)
    por Strange em 23-10-03 18:18 GMT (#10)
    (Utilizador Info) http://strange.nsk.no-ip.org/
    Assim percebe-se bem que haja menos relutância em fornecer o código do que os "dados"

    Os motores gráficos e de IA usados em alguns jogos não são triviais e representam um grande investimento. Em alguns casos, o código é o objectivo do jogo, enquanto que a "arte" serve mais como apresentação das capacidades do motor. É este o caso da Id e de algumas outras.

    Já no caso das outras casas que se baseiam nos motores desenvolvidos por outros, nem podem divulgar o código que não lhes pertence, nem devem estar com muita vontade para isso depois da quantia dispendida para obter as licenças necessárias para a sua exploração comercial.

    hugs
    Strange

    Re:O problema dos jogos... (Pontos:2)
    por [Cliff] em 24-10-03 0:12 GMT (#12)
    (Utilizador Info) http://www.yimports.com
    É este o caso da Id e de algumas outras.
    hmmm podias ter acrescentado a Bungie e a Valve (Halo 2 e HalfLife 2 respectivamente).

    O caso da Bungie é crónico... devem ter lido demasiadas histórias sobre o Debian porque o que se ouve falar do Halo 2 é "we will release it when it's ready" eh eh eh e é tão bom ouvir esta frase :)

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    -1: Redundante!
    Re:O problema dos jogos... (Pontos:2)
    por ^magico^ em 24-10-03 9:24 GMT (#13)
    (Utilizador Info) http://fsilva.online.pt/
    Essa frase também é bastante usada pela Borland desde há uns 6 anos, após a "crise" Borland/Inprise :P

     

     

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