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Informática trai SIBS
Contribuído por AsHeS em 19-10-02 23:35
do departamento criptografia
News Filipe escreve "Segundo este artigo do Expresso, o novo sistema de validação e autorização de pagamentos adoptado pela SIBS em Março, e aplicado em pleno a partir de segunda-feira 14 de Outubro, poderá transformar-se numa autêntica «bola de neve» de reclamações por débitos abusivos e poderá pôr em risco a relação entre bancos, clientes e empresas. «Deixou de haver um ponto de controlo no banco do cliente», alerta um especialista do sector contactado pelo Expresso. "

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    Ainda é só o começo... (Pontos:3, Interessante)
    por Montanelas em 20-10-02 0:03 GMT (#1)
    (Utilizador Info) http://www.war-zone.net
    Para agilizar o sistema e diminuir o tráfego e as recusas que, supostamente, estariam a sobrecarregar a rede, a SIBS passou a validar, ela própria, estas transacções, confiando na idoneidade das empresas.

    Questionada sobre se a SIBS estaria a enfrentar problemas informáticos, a referida fonte invocou que se tratava de uma pergunta «muito vaga», escusando-se a responder.

    Pois é, parece que vamos ter uma bronca daquelas bem grande. Parece que os meninos se fartaram de brincar aos investimentos over-night na bolsa de Tóquio...

    Não tarda nada, começam a surgir esquemas de débitos desconhecidos que quando se dão por eles, já é demasiado tarde ...
    Se correr mal, e' so' por ser em Portugal... (Pontos:4, Informativo)
    por leitao em 20-10-02 3:18 GMT (#2)
    (Utilizador Info) http://scaletrix.com/nuno/
    ...e' que o "debito directo" nao e' uma invencao do Banco de Portugal nem da SIBS. E' um sistema utilizado em varios paises (e.g., no UK chama-se ""Direct Debit") ha' muitos anos, nunca se tendo visto grandes escandalos nem os velhos do restelo a mandarem as bocas do costume.

    Se uma empresa abusa do sistema, leva na tromba e vai a tribunal -- agora podem e' dizer que os tribunais em .pt nao funcionam... mas isso e' outra questao.

    Como tal, o artigo do Expresso e' na minha opiniao alarmista, incompleto, e como e' normal em portugal -- ignora o que e' feito la' fora por forma a lancar gasolina 'a fogueira. E' um artigo 'a portuguesa concerteza...


    "Monogamy is for guys that can't get pussy." --Steve-O.

    Re:Se correr mal, e' so' por ser em Portugal... (Pontos:4, Interessante)
    por Filipe em 20-10-02 10:32 GMT (#3)
    (Utilizador Info) http://www.mamasumae.net/
    Penso que o que perpassa da tua resposta é que isto se faz no estrangeiro, logo é bom... será?

    Não considero o artigo nada alarmista, já que as alterações ao sistemas são drásticas e põem os consumidores, e até os bancos, numa situação muito sensivel.

    Já nem falo em burlas ou fraudes, mas em simples erros, acho que é sempre mais facil "negociar" com uma empresa antes de ela ter o nosso dinheiro no bolso.
    Re:Se correr mal, e' so' por ser em Portugal... (Pontos:1, Redundante)
    por leitao em 20-10-02 14:37 GMT (#7)
    (Utilizador Info) http://scaletrix.com/nuno/
    Penso que o que perpassa da tua resposta é que isto se faz no estrangeiro, logo é bom... será?

    Nao, faz-se no estrangeiro 'a anos sem problemas, logo e' bom.

    Não considero o artigo nada alarmista, já que as alterações ao sistemas são drásticas e põem os consumidores, e até os bancos, numa situação muito sensivel.

    A mundanca para o Euro tambem o fez, o aparecimento de caixas multibanco tambem, o aparecimento de cartoes de credito tambem, etc, etc, etc -- Quando se muda passa-se sempre por fazes de adaptacao. Qual e' o problema ?

    Erros ? A palavra "erro" implica um factor humano -- como tal, e' reversivel. Queixas-te ao banco/SIBS. Qual e' o panico ?


    "Monogamy is for guys that can't get pussy." --Steve-O.

    Considerações (Pontos:3, Interessante)
    por vd em 20-10-02 11:38 GMT (#4)
    (Utilizador Info) http://paradigma.co.pt
    Algumas considerações rápidas:

    - este novo "sistema" de débitos da SIBS apenas cumpre as directivas impostas pelo Banco de Portugal e Banco Central, relativamente ao sistema de "Direct Debit", como referido pelo Leitão.

    - O sistema apenas debita, sem perguntar ao Banco do cliente, o que foi acordado entre o cliente e uma empresa. Esta situação já existe, mas agora a SIBS debita sem esperar a autorização do Banco.

    - Este sistema impõe o limite de débitos directos, bem como a anulação se verificar-se que foi um débito incorrecto, desde que nos 5 dias após débito.

    - Relativamente aos problemas informáticos, considero que a SIBS está sempre presa pelas mãos com os Bancos. Ela só poderia (pode agora) fazer alguma operação se o Banco assim o autorizar, ou seja, precisava de uma resposta (recusa técnica, falta de saldo, etc) do Banco para dar a resposta á outra entidade que efectuou a operação.
    A única novidada aqui é a não espera da resposta do Banco para débitos.

    Se isto gera "tráfego" ou não, não serei eu certamente a melhor pessoa para o afirmar. Mas, talvez fosse uma boa ideia rever alguns "links" da SIBS para os Bancos. Talves ai a "velocidade" aumente.

    Cumprimentos,
    vd
    Re:Considerações (Pontos:2)
    por chbm em 20-10-02 12:24 GMT (#5)
    (Utilizador Info) http://chbm.nu/
    > Este sistema impõe o limite de débitos directos, bem como a anulação se verificar-se que foi um débito incorrecto, desde que nos 5 dias após débito.

    O consumidor passa então a ter a obrigação de verificar o seu extracto de, digamos, 3 em 3 dias ? Que interessante.
    Re:Considerações (Pontos:3, Interessante)
    por Lowgitek em 20-10-02 12:40 GMT (#6)
    (Utilizador Info) http://www.ideiasdigitais.co.pt
    O mais engraçado disso tudo é que segundo o meu último extracto bancário, só enviariam o extracto de conta mensalmente se:

    A) Eu fosse ao banco e o requisitasse;
    B) Houvesse movimentos que o justificassem (fica aqui o critério do banco).

    Enfim, eu só espero que o multibanco aqui da esquina esteja sempre a funcionar e ajuntar a isso tudo veems as taxas de utilização do multibanco que não sei em que pé é que isto ficou ou seja es preso por teres cão e es preso por não o teres, isso tendo em conta que pelo menos no meu banco (BCP) o sistema online não garante o funcionamento das operações de consulta 24 horas por dia.

    Cheers,

    (Agora não posso dizer mais nada porque vou ali correr a esquina ver o meu saldo)

    Re:Considerações (Pontos:2)
    por xeon em 20-10-02 14:54 GMT (#9)
    (Utilizador Info) http://pthelp.org
    Nao te esquecas que o MB nem sempre e' imediato...

    Por exemplo, com as operacoes efectuadas durante o fim de semana com o MB, provavelmente so' te aparecerao TODAS JUNTAS na 3a feira seguinte ... (ja' me aconteceu por varias vezes).

    Quando se tem a faca e o queijo na mao ...


    -- Reading the FM
    Re:Considerações (Pontos:1, Redundante)
    por Maeglin em 20-10-02 22:23 GMT (#15)
    (Utilizador Info)
    Podes sempre ver aqui sem pagar nada passe a publicidade : CidadeBcp

    "Portugal e um pais geometrico... ...tem problemas bicudos discutidos em mesas redondas por bestas quadradas" (Unknown Author)
    Re:Considerações (Pontos:3, Engraçado)
    por Lowgitek em 20-10-02 22:46 GMT (#16)
    (Utilizador Info) http://www.ideiasdigitais.co.pt
    sim sim.. experimenta usar isso depois da meia noite e aos fins de semana sem ordem especifica e sem um AND aplicado.

    Era bom que a mesma cidade bcp estivesse sempre on no que consta a operações de consulta que é mentira.


    Re:Considerações (Pontos:2)
    por vd em 21-10-02 13:23 GMT (#23)
    (Utilizador Info) http://paradigma.co.pt
    "A) Eu fosse ao banco e o requisitasse; "

    Completamente compreensivel.
    Existe bancos que não disponiblizam cadernetas nem extractos mensais por "custos" operacionais.
    No entanto, aplica-se a mesma regra da factura detalhada nos telemoveis. Só mandam se o requesitares.

    "B) Houvesse movimentos que o justificassem (fica aqui o critério do banco)."

    Outra medida completamente compreensível!
    Não vão enviar-te um extracto detalhado só com 2 operações por mês...
    No mínimo requerem X operações.

    Cumprimentos,
    vd
    Re:Considerações (Pontos:2)
    por Lowgitek em 21-10-02 12:58 GMT (#21)
    (Utilizador Info) http://www.ideiasdigitais.co.pt
    Eu não disse que deixei de receber o extracto, o que disse foi que o BCP só irá enviar o extracto de conta a quem o pedisse ou aqueles a que justificasse, ou seja, o que eles dizem é se acharmos que temos de enviar enviamos se não tens de vir cá pedir, a medida não é nova nem invadora e até compreensivel nos dias de hoje não passando a ser por isso justa para todos, principalmente tendo em conta as novas taxas que querem aplicar sobre as consultas, que é um direito que temos visto que é de nosso dinheiro se tratar, afinal sejam 1 € ou 1000 € o dinheiro ainda é nosso.

      E em relação as tuas considerações sobre a minha pessoa, podem ficar contigo mesmo porque ninguem tas pediu.

    Em relação ao site da cidadebcp, se realmente utilizasse o site como eu o utilizo, veria que aquilo não trabalha com todas as operações 24 sobre 24, segundo ele por questões logisticas... (whatever).

    Enfim os anonimos e o cheirinho a peixe que eles trazem junto normalmente nem merecem direito a resposta, mas o teu caso parece ser especial, porque parece que não sabes usar o que usas, ou então, tens mais menos uma ideia de como a coisa funciona e como podes levar alguem a ficar ainda mais confunso achei que "merecias" uma resposta.


    Re:Considerações (Pontos:2)
    por vd em 21-10-02 13:20 GMT (#22)
    (Utilizador Info) http://paradigma.co.pt
    Todos os bancos encerram serviços "criticos" (leia-se que façam operações ao "Central") para actualização de BD's.

    Dou um exemplo;

    Para fazer backups 'as Base de Dados precisam de remover os locks a tabelas. O que leva a indisponibilizar serviços durante o tempo de backups.

    Muitos outros usam até um certo periodo de tempo para fazerem actualizações, seja enviar informação para outros bancos, seja para actualizar informação de clientes.

    Os "on-lines" dos bancos são apenas um frontend para web (wap, itv, sms, you_name_it), que estão completamente dependentes dos sistemas centrais.

    Se os centrais não estão disponíveis ...

    Cumprimentos,
    vd
    Re:Considerações (Pontos:2)
    por Lowgitek em 21-10-02 19:29 GMT (#28)
    (Utilizador Info) http://www.ideiasdigitais.co.pt
    Não sou contra ao encerramento dos serviços mas da falta de alternativa a esses vistos que as alternativas impostas ou não funcionam ou funcionam mau ou simplesmente não existe e quando existem la se lembram eles de cobrar uma taxa para os fazer valer. É isso ao o que sou contra o direito a informação correcta no momento preciso duma coisa que é tua.


    Re:Considerações (Pontos:2)
    por Cyclops em 20-10-02 14:42 GMT (#8)
    (Utilizador Info) http://www.1407.org
    Confias no banco de forma a não verificar o extracto frequentemente? Não usas cadernetas para manter uma cópia de confiança dos extractos?
    Re:Considerações (Pontos:1)
    por Shadlan em 20-10-02 22:00 GMT (#14)
    (Utilizador Info) http://alunos.uportu.pt/~al18420/
    Correcto. O BBVA tambem as tem.
    Re:Considerações (Pontos:2)
    por Montanelas em 21-10-02 7:09 GMT (#19)
    (Utilizador Info) http://www.war-zone.net
    Estás a gozar, mas sempre tens um suporte em papel para conferência do saldo. Sempre é mais fiável que um cartão magnético ou um chip electrónico, se bem que aqui a definição de viável tenha muito que se lhe diga.
    Re:Considerações (Pontos:2)
    por vd em 21-10-02 13:25 GMT (#24)
    (Utilizador Info) http://paradigma.co.pt
    viável != fiável ;)

    A caderneta é um sistema viável, mas por vezes (devido á banda magnética "manhosa") deixa de ser fiável.



    Cumprimentos,
    vd
    Alteração do "status quo" (Pontos:4, Interessante)
    por joaobranco em 20-10-02 17:34 GMT (#12)
    (Utilizador Info)
    O que se está aqui a fazer é alterar uma forma de funcionar (que terá vantagens e desvantagens/riscos) para outra forma de funcionar (que terá outras vantagens e outras desvantagens/riscos).

    Uma coisa no entanto fica claro: a alteração vai alterar a situação de riscos em termos do cliente final, pois antes os créditos directos teriam que passar por mais uma barreira do que actualmente.

    Pode ser (e a experiência estrangeira de que o Leitão é testemunha parece confirmar) que o novo nível de confirmação seja suficiente.

    No entanto aparentemente aquilo que era uma garantia que o teu banco fornecia anteriormente (que débitos directos na tua conta sem a tua autorização não poderiam ocorrer) deixa de existir, e passas tu a acartar com esse risco adicional. Isso não é trivial, anteriormente se existisse algum débito não autorizado, o teu banco poderia perder dinheiro, mas TU não. Agora, não é o teu banco que pode perder o dinheiro, e sim TU.

    Qualquer risco, por pequeno que seja, deste género tem um determinado valor (correspondente por exemplo ao valor de uma apólice de seguro para este tipo de risco) e houve uma transferência de risco o que significa que houve uma transferência de custo. Ora, EU não recebi nenhuma comunicação do meu banco acerca disto, nem houve qualquer alteração do meu contrato com o meu banco... Parece-me que pelo menos isso deveria ser feito, não?

    Cumps,

    Cumps, JB

    Re:Alteração do "status quo" (Pontos:2)
    por vd em 21-10-02 13:29 GMT (#25)
    (Utilizador Info) http://paradigma.co.pt
    "No entanto aparentemente aquilo que era uma garantia que o teu banco fornecia anteriormente (que débitos directos na tua conta sem a tua autorização não poderiam ocorrer) deixa de existir, e passas tu a acartar com esse risco adicional. Isso não é trivial, anteriormente se existisse algum débito não autorizado, o teu banco poderia perder dinheiro, mas TU não. Agora, não é o teu banco que pode perder o dinheiro, e sim TU. "

    A única coisa que muda no processo é que a SIBS não fica á espera da resposta do banco para um débito, daí se chamar "débito directo".
    No entanto, é necessária sempre autorização do banco ou do cliente para se efectuar o débito.
    Eles não vão sacar dinheiro só por sacar.

    No entanto, concordo com a politica de que o cliente deveria de ser responsabilizado por tudo o que faz. Ninguem o manda autorizar débitos a torto e a direito, como hoje em dia se faz.


    Cumprimentos,
    vd
    Re:Alteração do "status quo" (Pontos:2)
    por joaobranco em 21-10-02 15:27 GMT (#26)
    (Utilizador Info)
    A única coisa que muda no processo é que a SIBS não fica á espera da resposta do banco para um débito, daí se chamar "débito directo".
    No entanto, é necessária sempre autorização do banco ou do cliente para se efectuar o débito.
    Eles não vão sacar dinheiro só por sacar.


    O que muda é que antes para um débito ser válido era preciso dar conhecimento á empresa e ao banco. Se o banco não tivesse esse conhecimento, não era possível o débito.

    Agora, os critérios da "autorização" ficam por conta da empresa que vai receber o dinheiro (uma simples assinatura sem preencher um checkmark minusculo pode ser considerada suficiente pela empresa). Ou uma empresa que conheça os dados financeiros de um cliente a achar que este tem uma divida para com ela, pode considerar que tem autorização para efectuar um débito em conta.

    Claro que existe, de acordo com a posição da empresa, uma autorização, mas existirá essa autorização de acordo com a posição do "cliente"? Antes o cliente tinha um mecanismo simples de impedir débitos á partida, agora deixa de o ter, tendo de 3 em 3 dias verificar a conta.

    Para a empresa, pode facilitar as coisas, para o cliente de certeza que aumenta os riscos.

    Claro que podes dizer que o cliente pode sempre recorrer á justiça, ou reclamar no prazo indicado (se tiver conhecimento disso, é claro). No entanto an situação anterior, a empresa tinha exactamente essas mesmas opções, e aparentemente tal não era considerado suficiente.

    A questão é que se passou de uma situação que era favorável ao cliente para uma que é favorável à empresa. Pode-se justificar com "agilização" o que se quiser, a verdade não muda.

    No entanto, concordo com a politica de que o cliente deveria de ser responsabilizado por tudo o que faz. Ninguem o manda autorizar débitos a torto e a direito, como hoje em dia se faz.

    Acho bem, desde que o mecanismo de autorização tenha salvaguardas que impeçam o seu abuso. Não estou a ver essas salvaguardas, estou a ver simplesmente uma solução administrativa "simples" que retira algumas salvaguardas existentes sem dar nada em troca. E por outro lado, as autorizações já existentes foram feitas numa determinada moldura legal, e pretende-se alterar essa moldura sem o cliente ter de fornecer de novo essas autorizações. E não vejo nenhum grande movimento de informar os clientes da alteração, tu vês?

    Uma coisa é certa, com o novo regime é preciso ao cliente estar muito mais ciente das autorizações que dá (ou deu?)...

    cumps,

    Cumps, JB

    Tramados (Pontos:1, Informativo)
    por Anonimo Cobarde em 21-10-02 9:56 GMT (#20)
    Achei por bem fazer uma transcrição do Artigo 4º Pontos 3 e 4. "Aviso do Banco de Portugal n.º 1/2002" "3 - As instituições de crédito são obrigadas, a requerimento dos devedores, a comprovar a existência e a regularidade das autorizações de débito em conta, bem como, nos casos de estas autorizações terem sido processadas pelos credores, a creditar os valores indevidamente debitados, quando se comprove a sua inexistência ou irregularidade. 4 - As instituições de crédito devem obter dos seus clientes credores e entregar às instituições de crédito dos devedores daqueles clientes, a pedido destas e no prazo de quatro dias úteis, as autorizações de débito em conta processadas pelos mesmos." Ou seja se o cliente do banco não estiver sempre em cima da jogada, e pedir para ver tudo, bem que está desgraçado. PS: Vou passar a guardar o dinheiro por baixo do travesseiro, ou dentro da casota do Rottweiller.

     

     

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