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UE vigia cidadãos. Todos. Sempre.
Contribuído por jmce em 28-06-02 14:18
do departamento ... e-tirar-com-as-outras-mãos-todas
Europa Muchas gracias, Ana Palacio Vallelersundi, PSE e PPE. Bem haja, Comissário Vitorino, pelo "espaço de liberdade".
Ao mesmo tempo que a Comissão Europeia faz um inquérito sobre a privacidade dos dados pessoais, a Europol vai satisfazendo os seus desejos para a retenção universal de dados... por vários anos. Ao mesmo tempo que as democracias europeias e respectivos media se debruçam extensivamente sobre assuntos cruciais como o futebol, os nossos democráticos representantes vendem barato a privacidade e direitos dos representados. É de tentar comunicar aos políticos europeus o desagrado assinando por exemplo esta carta aberta.
Entretanto, bem vindos às escutas universais (oops, "retenção de dados") dos Estados Unidos Policiais da Europa. Tudo a bem do combate ao terror (mas vejam que links subversivos seguem: somos todos culpados até prova em contrário e vigiados até depois).

CE questiona cidadãos sobre a protecção de dados pessoais | Interfaces OpenSource e Review do GNOME 2  >

 

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Referências
  • Ana Palacio Vallelersundi
  • PSE
  • PPE
  • Comissário Vitorino
  • desejos para a retenção universal de dados
  • vendem barato
  • assinando por exemplo esta carta aberta
  • bem vindos
  • "retenção de dados"
  • combate ao terror
  • Mais acerca Europa
  • Também por jmce
  • Esta discussão foi arquivada. Não se pode acrescentar nenhum comentário.
    Liberalizacao das drogas. (Pontos:2, Despropositado)
    por leitao em 28-06-02 16:46 GMT (#1)
    (Utilizador Info) http://scaletrix.com/nuno/
    In the year 2000, the Government approved nearly 700 export licences for weapons and military equipment to both countries. These had a total value of £64million. India, which gets the great majority of British weapons, is building under licence Jaguar bombers that are capable of delivering nuclear weapons.

    Diz-me, es a favor ou contra a liberalizacao das drogas pesadas ?

    E' que vender armas e' exactamente a mesma coisa -- e' um mercado com procura, logo existe a oferta... se nao for um pais a vender e' outro, e no caso de nenhum pais vender, aparece um mercado negro.

    Quanto 'a privacidade dentro da UE, e' a europa aberta e democratica (cough, cough).

    Regards,


    echo '[dO%O+38%O+PO/d00]Fi22os0CC4BA64E418CE7l0xAP'|dc

    Descubra as diferenças (Pontos:3, Despropositado)
    por jmce em 28-06-02 17:15 GMT (#2)
    (Utilizador Info) http://jmce.artenumerica.org/

    ... portanto, continuando na analogia do combate às drogas, o UK está até ao pescoço no negócio de armas com as boas intenções de acabar com as negociatas dos cartéis clandestinos do armamento, certo? E até o grande desígnio final de diminuir o flagelo da proliferação de armamento neste mundo, certo? [inserir discurso bem intencionado de uma qualquer Miss-UK que quando for grande quer trabalhar com crianças pobres e contribuir para a paz mundial]. E nunca se sabe a desgraça que pode causar o armamento fornecido por um qualquer mercado negro com fornecedores duvidosos, portanto vamos evitar calamidades pondo a R&D of People Who Know Best (British Aerospace, Raytheon, ...) a projectar o material, certo? E o negócio de armamento promovido por via estatal (Portugal incluído) tem uma notável tradição de ser completamente-diferente do do mercado negro, com transparência e contas sempre bem prestadas ao cidadão, certo?

    No fim do dia, nessa imagem ideal de mercado-oferta-procura, safa-se apenas a desculpa "porque é que hão-de ser os outros a lucrar com a matança se podemos ser nós?". Isto se se desprezar ingenuamente os meios pelos quais a oferta consegue promover a procura... com o bónus de nestes "fornecedores limpos" recorrer aos nossos impostos.

    Quanto à privacidade dentro da UE, também nunca tive excessivas ilusões sobre os nossos "bastiões da democracia e da civilização"... (cough cough). Se não houvesse mais nada para ver bastava espreitar a França...

    Re:Descubra as diferenças (Pontos:2, Despropositado)
    por leitao em 28-06-02 17:37 GMT (#3)
    (Utilizador Info) http://scaletrix.com/nuno/
    No fim do dia, nessa imagem ideal de mercado-oferta-procura, safa-se apenas a desculpa "porque é que hão-de ser os outros a lucrar com a matança se podemos ser nós?". Isto se se desprezar ingenuamente os meios pelos quais a oferta consegue promover a procura... com o bónus de nestes "fornecedores limpos" recorrer aos nossos impostos.

    Nao, nao e' desculpa nenhuma -- e nao vez nenhum pais exportador de armamento a "desculpar-se" por isso. Simplesmente e' uma realidade que a maioria das pessoas compreende -- a raiz do conflito nao esta' na existencia de armas. Se nao existir mais nada garanto-te que toda a gente agarra de calhaus, machetis ou o que estiver 'a mao e aqui vai a matar pessoas.

    Dou-te por exemplo o caso do Rwanda -- a falta de espingardas de assalto nao impediu um grupo de "pessoas" de matar 5 milhoes pois nao ?


    echo '[dO%O+38%O+PO/d00]Fi22os0CC4BA64E418CE7l0xAP'|dc

    As raízes? E as ferramentas? (Pontos:2, Despropositado)
    por jmce em 28-06-02 19:03 GMT (#4)
    (Utilizador Info) http://jmce.artenumerica.org/
    Não vez nenhum pais exportador de armamento a "desculpar-se" por isso.

    De facto, a política oficial de relações públicas parece ser mais habitualmente a omissão. E a realidade humana (dos vendedores e dos compradores) é o que é. Se eles se desculpam muito ou pouco não sei, mas só ainda não percebi bem se os estás a desculpar :-)

    Simplesmente e' uma realidade que a maioria das pessoas compreende -- a raiz do conflito nao esta' na existencia de armas.

    Pois não. Agora supõe que te mataram a família num ataque ("terrorista" ou "de guerra" ou como calhar-se chamar ao assassínio na hipotética situação). Como te sentes mais à vontade para satisfazer o subsequente natural e humano desejo de vingança? Como será ele concretizado de forma mais "abrangente"? Com pedras, machetes e fisgas ou com um Black Hawk e alguns explosivos adequados? As armas podem não tomar as decisões, mas lá que "lubrificam" a escalada do processo...

    Dou-te por exemplo o caso do Rwanda -- a falta de espingardas de assalto nao impediu um grupo de "pessoas" de matar 5 milhoes pois nao ?

    Got me. Um enorme feito do engenho humano, só possível com a alta tecnologia dos paus, pedras, machetes e fisgas fornecidas pelos artesãos locais. Só a África do Sul parece ter fornecido uns 5.9 milhões de dólares de paus. E ninguém se desculpou. Obrigado pelo esclarecedor exemplo do Rwanda:

    In the Rwandan genocide in 1994, hundreds of thousands of people were killed, many of them with simple machetes that are normally used in agriculture. In discussing the impact of the arms trade and human rights, we now often hear the argument: "If in Rwanda so many were killed with machetes, what is the point of restricting the trade in arms?" This argument has been a convenient tool in the hands of those who wish to deflect attention from their own responsibility in restraining arms transfers. And the machete claim is a myth, based on a misunderstood reality. The people wielding the machetes in Rwanda operated in an environment in which a heavily armed movement (combination government and militias) provided the necessary protection and encouragement for the killers. If this environment had been different "if the government and allied militias had not been so well armed" perhaps there would have been a relatively level playing field. There might have been a nasty conflict but perhaps not a genocide.

    Vive la France! (just in case...)


    Re:Descubra as diferenças (Pontos:2)
    por leitao em 29-06-02 16:53 GMT (#11)
    (Utilizador Info) http://scaletrix.com/nuno/
    Não lhe dês "trela". É isso que o nosso amigo leitão quer, por isso é que vem sempre com estas tiradas despropositadas, que se calhar fazem sentido na cabecinha cansada dele.

    Qual e' o teu problema ? Onde e' que fui agressivo ? Deves ter um problema qualquer...


    echo '[dO%O+38%O+PO/d00]Fi22os0CC4BA64E418CE7l0xAP'|dc

    Re:Descubra as diferenças (Pontos:2)
    por leitao em 30-06-02 23:46 GMT (#14)
    (Utilizador Info) http://scaletrix.com/nuno/
    I arrest my case.

    Quem devia ser "arrested" es tu!


    echo '[dO%O+38%O+PO/d00]Fi22os0CC4BA64E418CE7l0xAP'|dc

    Re:Liberalizacao das drogas. (Pontos:2)
    por joao em 28-06-02 21:39 GMT (#6)
    (Utilizador Info) http://www.nonio.com
    As drogas duras não são análogas às armas.

    As diferenças são abissais. As armas são compradas com os recursos colectivos, independentemente de os elementos da colectividade concordarem com o seu uso, para fazer guerras, independentemente de as guerras serem justas ou injustas (quase nunca são). Na maior parte dos casos, os recursos para comprar armas são obtidos de forma ilegal ou com recurso à força de ditaduras.

    As drogas duras prejudicam quem as toma, e só não são pagas por quem as toma porque os preços estão inflacionados pelo proibicionismo. O gajo que toma drogas é quem mais incentivo tem para não as tomar, enquanto quem compra e usa armas é quem mais incentivo tem para as usar.

    ----
    joao
    nonio.com - ciência, tecnologia e cultura

    Liberalização das drogas (Pontos:4, Interessante)
    por js em 29-06-02 4:10 GMT (#8)
    (Utilizador Info)

    Já que estamos bué off topic, e porque eu gosto de colocar as pessoas perante coisas completamente opostas ao que parece "óbvio"... segue um texto quase igual a outro que há uns anos eu escrevi na usenet:

    A droga é a mais formidável forma de escravatura que jamais existiu. Nas formas antigas, as pessoas escravizadas eram fisicamente aprisionadas e forçadas a trabalhar para o seu amo. O amo fornecia alimento (pois queria que o escravo durasse mais que uma semana) e fornecia o trabalho. Por exemplo, se se tratava de apanhar cana, era para apanhar cana nas terras do amo. Se o amo não tivesse como explorar o trabalho do escravo, não tinha escravo. Com a droga é tudo muito mais fácil para o amo. O drogado não é aprisionado fisicamente, mas através da substância em que se viciou. O amo (aqui traficante) não precisa de fornecer trabalho. Não precisa possuir terras, nem nada parecido. O escravo (drogado) é explorado, não em trabalho, mas em dinheiro. O problema de arranjar dinheiro é com ele.

    Em termos de impacto na sociedade, a droga é incomensuravelmente pior que a escravatura. Na escravatura clásica, o escravo era explorado mas, apesar de tudo, produzia alguma coisa que servia à sociedade. Na escravatura pela droga, o drogado está quase sempre na situação de não conseguir gerar honestamente dinheiro suficiente para manter o vício, e vê-se forçado a procurar rendimento por meios ilícitos e destrutivos. Em vez de o drogado ser explorado para o bem da restante sociedade, é-o para seu mal. À sua volta aparecem roubos, crimes, violência. Porventura, o drogado torna-se, ele, traficante.

    O resultado final é tenebroso: Todo o planeta é atravessado por uma cadeia de distribuição em forma de árvore, em que os elementos próximos do topo são os amos e os outros escravos. A máquina funciona de tal forma bem que os amos nem têm que se preocupar em recrutar mais escravos, pois os seus escravos actuais tratam disso.

    A escravatura clásica, produzindo trabalho útil, podia servir de base a uma sociedade. A escravatura pela droga não pode. Como nada de útil é produzido pela máquina da droga, o seu alimento tem, pelo contrário, que vir do resto da sociedade. A árvore é de facto, um imenso parasita, que devora todo o corpo da sociedade e lhe suga as energias, sem nada dar em troca. Se, por absurdo, toda a sociedade fosse constituída por drogados, a sociedade extinguir-se-ia, pois não restaria ninguém sequer para produzir alimentos.

    Isto acontece desta forma porque a droga é cara. Se a droga fosse barata, uma muito maior parte dos viciados podia pagar o vício com dinheiro ganho honestamente. Seria igualmente uma forma de escravatura, mas desta vez muito menos prejudicial, podendo até ser comparada com outros vícios não produtivos mas notoriamente inócuos, como assistir às estreias de todos os filmes que aparecem. O escravo-drogado seria explorado, sim, mas conseguiria também produzir trabalho para a sociedade. Não advogando uma sociedade construída com base na escravatura (antiga ou moderna), é evidente que a sociedade seria muito melhor se a droga fosse barata.

    Como a droga é cara, a quantidade de dinheiro que chega ao topo da árvore é imensa. Acontece que o topo da árvore é constituído por elementos que vivem à margem da sociedade. Aprenderam a viver assim, e por via do fluxo de rendimentos que lhes chega, possuem poder suficiente para se manter à margem. Têm dinheiro que chegue para corromper quem quiserem, e mesmo para sustentar exécitos privados poderosos para o que der e vier. Os lucros da droga são usados para produzir as competências criminosas necessárias, da mesma forma que o dinheiro dos impostos é usado em escolas que produzem engenheiros.

    A conclusão salta à vista: É crucial que o preço da droga baixe. Isso só se consegue despenalizando completamente a sua produção, comercialização e consumo de todo o tipo de drogas. Enquanto tudo isso for proibido, os riscos inerentes ao envolvimento num negócio ilegal têm que ser cobertos por preços elevados. Enquanto o negócio não for regulado pelas leis comerciais correntes, é regulado pela lei da selva. Surgem crimes associados à conquista de territórios de venda e, muito pior, desenvolvem-se competências para esse género de acções, que podem depois ser estendidas a outros ramos de actividade, como extorsão, corrupção, venda de protecção, exercício de pressão sobre os poderes legítimos da sociedade através do assasínio dos seus protagonistas, etc..

    Mas uma medida como a despenalização integral do negócio da droga só interessa se uma parte significativa dos países do Mundo a adoptar, para que o efeito de redução dos preços seja estatisticamente significativo a nível mundial. Casos isolados como o Holandês não servem. E não pode ser tomada sem ser acompanhada do fornecimento de informação adequada às pessoas. As pessoas passariam a ser livres de consumir droga, mas deveriam estar de posse de toda a informação para tomar as suas decisões de forma consciente e ponderada.

    Esta posição é completamente radical. Como tal, é muito possível que contenha grande dose de exagero. Ainda assim entendi que a devia expôr desta forma brutal, pois estou convencido de que contém, também, uma grande dose de verdade.

    Re:Liberalização das drogas (Pontos:2)
    por BlueNote em 02-07-02 13:17 GMT (#17)
    (Utilizador Info)
    Bravo!
    cartaz para o arquivo (Pontos:1)
    por Ana R. Quista em 30-06-02 0:54 GMT (#12)
    (Utilizador Info)

    Esta notícia já foi, obviamente, também publicada noutro meios e esta lei, não se iludam, não constitui um acto isolado, mas faz antes sim parte de um longa estratégia de repressão e vigilância que os estados ocidentais têm vindo a elaborar após os convinientes atentados de 11 de Setembro.

    Com esta nova "guerra contra o terrorismo", os estados ocidentais possuem agora um excelente argumento para, como nunca, infrigir os direitos e liberdades civis, ao mesmo tempo que o aproveitam também para intensificar a guerra contra os seus inimigos internos, estendo o conceito de terrorismo à dissidência política.

    No passado dia 6 de Abril @s anarquistas fizeram uma manifestação na baixa lisboeta onde se tentou alertar a população para este e outros problemas relativos à crescente repressão. Nesta foi distribuído o seguinte panfleto.

    Não são as cartas que vão mudar alguma coisa. Não foi com cartas que se conquistaram as 8 horas de trabalho, não foi com cartas que se fez a revolução francesa.

    A solução está em partir para a luta activa, tomar as ruas e lutar de forma eficaz pelos nossos direitos.

    A liberdade não nos é concedida, conquista-se!

    Re:cartaz para o arquivo (Pontos:2)
    por ribeiro em 01-07-02 6:44 GMT (#15)
    (Utilizador Info) http://ruka12.tripod.com
    Muito bem escrito. Agrada-me ver que existem pessoas que vêm as coisas *como elas realmente são*. Esta história das facilidades e poder do povo em democracia é só uma história para criancinhas ou fanáticos do futebol.
    errrr... Foi pena não ouvir falar da manifestação. Como tentaram divulgá-la?
    --
    Re:cartas para o arquivo (Pontos:1)
    por Ana R. Quista em 01-07-02 12:17 GMT (#16)
    (Utilizador Info)

    A manifestação foi divulgada através da colagem de cartazes em Lisboa e Almada e através de uma notícia colocada no azine.org.

    Se quiseres saber das actividades que o pessoal anarquista vai fazendo, podes ir consultando esta página, que começou por ser uma "publicação electrónica libertária", mas que agora, desde que aderiu à rede internacional dos Indymedia foi transformada numa espécie de plataforma unitária independente para o pessoal activista. Ainda, se quiseres, tens também a página internet do Centro de Cultura Libertária.

    Fica desde já sabendo que és mais que bem vindo em qualquer uma destas actividades! Se quiseres participar, não hesites. :)

    "What is Anarchism?

    Anarchists want to bring about a free, stateless, and equalitarian society, that is a society which is free of divisions, rank, and one which is just and fair. Anarchism is a political set of ideas and beliefs that argues that society should be arranged without set up power and control structures, so that it is without government or rulers. Anarchism does not mean chaos, disorder, bombs, murder, and robbery. That's what government is all about. Nor does it mean a return to the Stone Age. Anarchists seek away of social life in which nobody is in a position to oppress or exploit, victimise or abuse anyone else. Anarchism is a way of living in which everyone has equal access to resources, ensuring all basic human needs are met. In an anarchist society, order is achieved through free agreements between various individuals, groups, and organisations. These agreements are made freely to allow the attainment of the wide variety of human needs and desires, as well as organising aspects of production and consumption."

    (tirado de um site anglo-saxónico qualquer)

    Mais info:"Anarchism", from The Encyclopaedia Britannica, 1910 (Pedro Kropotkin) | An Anarchist FAQ
    Alguns sites:
    AIT-Secção Portuguesa | Serviço de Notícias A-Infos | infoshop.org | anarquismo.org | FAL | ... (e mais inúmeras páginas que existem pela rede) :)

     

     

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