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O Governo Francês acolhe Mandrake Linux
Contribuído por BladeRunner em 21-06-02 12:22
do departamento o-nosso-acolhe-a-caixa-mágica?
Linux Noviço escreve "Segundo vem noticiado no Mandrake Forum , a distribuição Mandrake foi escolhida pelo Governo Francês para figurar na sua Central de Compras de Instituições do Estado, tornando-se assim a primeira escolha em termos de sistema operativo para mais de 28000 organismos estatais em terras gaulesas. Mais detalhes aqui. Cheers, Noviço"

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    Franceses... (Pontos:2, Interessante)
    por jmce em 21-06-02 14:23 GMT (#2)
    (Utilizador Info) http://jmce.artenumerica.org/

    Ao que parece, o estado francês adora impôr estas coisas de cima para baixo da forma mais burocrática possível. Há uns anos era o Maple para cálculo simbólico como mais uma Escolha Nacional. E se alguém quiser usar outra distribuição de Linux, tem autorização da Grande Central? Por cá também conheço alguns académicos que optaram por Mandrake porque-é-o-que-o-colaborador-em-França-usa (i.e., "nós sabemos pouco disto e o colaborador lá de França tem sempre razão").

    E já que falamos de centrais de compras, que tal está a Central de Compras do Estado? Lembro-me de há uns anos ver uma lista onde estavam algumas das casas mais famosas por preços absurdos e até aldrabices. Já no mês passado,constou-me em contacto com a FCT/UNL que para comprar tudo o que não seja feijões com "COMPONENTES ELECTRÓNICOS" escarrapachado nas propostas e facturas (believe me, tem que ser mesmo MUITO visível para conseguirem ler) tem de se ir através da Central de Compras do Estado. Não me admirava se até workstations completas acabassem facturadas como "COMPONENTES ELECTRÓNICOS" por aquelas bandas... :-)

    Re:Franceses... (Pontos:1, Interessante)
    por Noviço em 21-06-02 15:06 GMT (#3)
    (Utilizador Info)
    Não concordo totalmente com esta opinião, especialmente no que diz respeito às motivações do Gov. Francês para escolher Mandrake. Penso que uma escolha política tem que valorizar critérios como a nacionalidade do produto. Se há uma distribuição francesa, não me parece lógico que o Gov. francês escolha uma distribuição alemã ou americana. É uma questão de apoiar o trabalho feito dentro de portas. Quanto à qualidade, isso não merece discussão. Eu sou académico, uso Mandrake (não porque algum co-worker francês ma tenha recomendado) porque me pareceu ser a que melhor cumpria os fins que eu pretendo (facilidade de administração por um lado, existência de ferramentas já incluidas adaptadas a trabalho matemático por outro). Bem sei que não é a distribuição preferida de muitos fundamentalistas, mas pronto:PP Cheers, Nov.
    "O nosso sistema operativo, certo ou errado" (Pontos:3, Interessante)
    por jmce em 22-06-02 12:07 GMT (#11)
    (Utilizador Info) http://jmce.artenumerica.org/

    Eu não falei das motivações do governo francês, mas mal estarão os franceses com uma escolha puramente "política". Especialmente tratando-se de software livre, faz pouco sentido usar apenas a patrioteirice como critério de escolha. Se a Mandrake tiver melhor suporte para a língua francesa, isso pode ser relevante. À parte isso, há bem mais a ter em conta na escolha de um sistema que se aconselha maciçamente e sobretudo (se for o caso) que se imponha maciçamente. E a imposição à francesa é o que pus em questão, muito mais do que as qualidades de qualque distribuição específica.

    Quanto à qualidade, isso não merece discussão. Eu sou académico, uso Mandrake (não porque algum co-worker francês ma tenha recomendado) porque me pareceu ser a que melhor cumpria os fins que eu pretendo (facilidade de administração por um lado, existência de ferramentas já incluidas adaptadas a trabalho matemático por outro).

    Good luck. Que tal têm corrido os upgrades, a propósito, se já foi feito algum? Desinstala-se tudo e reinstala-se tudo? Eu venho do mundo académico e ainda estou muito frequentemente em contacto com ele no Complexo Interdisciplinar da Universidade de Lisboa. Lá diversas pessoas optaram por Mandrake ou pela tal "sugestão do co-worker" ou por qualquer outra razão. A coisa instala-se facilmente, o aspecto é bonito, parece tudo maravilhoso. Mais fácil que Windows. Eu certamente recomendaria a distribuição a um principiante isolado dada essa facilidade. O problema é que frequentemente não sabem o que estão a fazer e quando os problemas aparecem estão afinal na confusão típica de Windows.

    Vejo alguns académicos perderem semanas de trabalho a descobrir como fazerem certas tarefas de administração. Vejo gente a quem falta "misteriosamente" software de que precisa, e que tem precisamente de ir buscar à parte essas tais ferramentas adaptadas ao trabalho matemático (a propósito, por curiosidade, quais são as de que precisa que estão na Mandrake?). Vejo-os a ficarem às aranhas nos upgrades.

    Importa deixar as coisas claras: não acho que o problema aqui seja qualquer falta especial de competência dos académicos no uso de software nem qualquer defeito profundo de uma ou outra distribuição.

    É claro que de vez em quando há quem se recuse teimosamente a aprender seja o que for relacionado com os computadores que tem de usar, como o caso de um físico da nossa praça que se recusou a ligar os periféricos ao computador e o computador à tomada e chamou alguém da loja para o fazer (um que diz que uns fazem física e outros (castas inferiores) podem "sempre fazer ali umas coisas com computadores").

    Talvez mais frequente é de facto a posição contrária. Tendemos (e incluo-me aqui só por ter herdado essa tendência) a achar que temos capacidade para fazer de tudo e somos totalmente auto-suficientes. E em vez de se aproveitar o tempo dos investigadores ao máximo naquilo que é supostamente a função deles e onde podem dar o seu melhor, desprezamos a necessidade de ter boa administração de sistemas em colaboração com os investigadores. Será porque ninguém relaciona o tempo perdido com o valor em dinheiro desse tempo? A facilidade de administração seria idealmente algo a ver, em maior ou menor grau, com o trabalho do administrador de sistemas. Fosse qual fosse o sistema operativo ou a distribuição seria o papel dele assegurar a "existência de ferramentas apropriadas" ou pelo menos colaborar para esse fim.

    Mas enfim, isto passa-se em muitos mais campos. Falta administração de sistemas como falta gente para trabalhar nas oficinas como faltam técnicos de laboratório. Alguém deve achar que não fazem falta (tipicamente quem mais percebe a falta de todos eles parecem ser os estudantes que são postos efectivamente a fazer trabalho...).

    Bem sei que não é a distribuição preferida de muitos fundamentalistas, mas pronto.

    Não falo por outros, mas isto nada tem a ver com "fundamentalismos" (palavra que um académico deveria dosear cuidadosamente). Tem a ver com eu ter administrado bastante tempo (a custo "zero", excepto (lá está) pelo tempo ser desviado de outras tarefas) sistemas Linux para o grupo "académico" em que estava e depois administrar muitos mais profissionalmente. Escolho Debian para qualquer meio (académico ou não) também pela facilidade de administração (talvez perceba o que quero dizer se/quando tiver mais do que 2 computadores para administrar), pela existência de ferramentas já incluídas adaptadas a trabalho matemático (e físico e...), pelo controle fino que tenho sobre o que está ou não instalado (e sim, quando se instala Debian tem de se saber já bem o que se quer, mas a minha obrigação profissional é essa), e pela fantástica facilidade de upgrade. E não só... Seria interessante compararmos a experiência que se consegue depois do ponto de vista do utilizador. E ao fim do dia a qualidade a esse nível é a mais crucial para o trabalho académico, certo?

    Re:"O nosso sistema operativo, certo ou errado" (Pontos:1)
    por Noviço em 23-06-02 22:43 GMT (#15)
    (Utilizador Info)
    Primeira parte da minha resposta: Diria que as opções, quaisquer que elas sejam, são sempre necessariamente discutíveis. O Governo Francês optou. Por Mandrake. O que levanta vozes discordantes. Se tivesse escolhido outra distribuição qualquer também haveria vozes discordantes. Optar é isto mesmo: saber que fatalmente haverá alguêm que não está de acordo connosco. Mas envolve sempre uma dose (maior ou menor, consoante as situações) de coragem. E o Gov. francês teve essa coragem, de recomendar uma determinada distribuição de Linux. É um passo extremamente positivo, porque vem romper com hábitos instalados. Não importa qual a distribuição escolhida.

    Segunda parte da minha resposta: o meu entendimento do que deve ser um Linux para o meu trabalho de ensino e investigação. De notar que apenas me refiro ao meu trabalho, de forma alguma me acho com capacidade para decidir de uma forma genérica o que deve e o que não deve conter uma distribuição de Linux orientada para o meio académico. Nem sei se isso é possível. Mas regressemos ao meu caso particular.

    Vá-se lá saber porquê, os senhores da Mandrake pelos vistos têm uma bola de cristal e, da primeira vez que me apareceu Mandrake pela frente (versão 6.something) aquilo trazia exactamente o que eu precisava: para alem do LaTeX e do Gnu Fortran, comuns a várias distribuições, vinha também o Xemacs, as ps-utils e o octave, coisas que eu até aí tinha que andar a arrebanhar pela Net. Isto para além da integração e "entendimento" entre o KDE e o sistema operativo, muito bem feitos. Foi o suficiente para me convencer. E é isto que conta na óptica de um utilizador como eu, uma vez que se as tais ferramentas de que eu preciso já vêm na distribuição, não tenho que perder tempo a instalá-las, e ao fim do dia a qualidade do meu trabalho é claramente mais visível, beneficiando-me a mim e a todos os que dependem do meu trabalho, como os meus alunos, por exemplo.

    Quem escreveu a mensagem a que estou a responder parte, compreensivelmente (porque não me conhece), de um pressuposto errado: que eu só conheço a óptica do utilizador. Pois bem, embora não a uma grande escala, também sou administrador de sistemas, de uma rede académica bem entendido. Sou dos tais que trabalha de borla. Confesso que nunca testei o Mandrake nesse contexto, em Linux tenho usado RedHat (funciona bem no nosso servidor Alpha) e FreeBSD, que me parece claramente superior.

    Finalmente: uma palavrinha sobre upgrades. Por via de regra, não acredito neles, seja em Mandrake, seja no que for. A minha filosofia é: formatar o disco e vamos em frente!!:)))

    Cheers,

    Nov.

    Filosofia? Ou bulldozing sysadmin? (Pontos:2)
    por jmce em 24-06-02 21:30 GMT (#17)
    (Utilizador Info) http://jmce.artenumerica.org/

    Por acaso a Debian traz exactamente tudo isso e muito mais (pena não ter tempo para listar aqui exaustivamente...), como noto frequente nas máquinas de amigos com Mandrake a quem faltam componentes interessantes para o respectivo trabalho e que estão na máquina ao lado com Debian. É que eu não estou a falar de "filosofia" genérica, mas de dezenas de casos particulares testemunhados pessoalmente. Física, Matemática, Química. E também antes de a Mandrake sequer existir.

    Eu não parti do pressuposto que só conhece a óptica do utilizador. Mas que está a mostrá-lo, está... especialmente com a "palavrinha sobre upgrades". """Filosofia""" de novo. A "via de regra" já a ultrapassei há muito tempo, e só com a Debian consegui fazê-lo com confiança. Não há aqui propriamente crenças, há conhecimento do que se passa por baixo. A "filosofia" de "formatar o disco" (oh, essa terminologia) e "vamos em frente" é bem reveladora.

    Re:"O nosso sistema operativo, certo ou errado" (Pontos:2)
    por jmce em 24-06-02 22:30 GMT (#18)
    (Utilizador Info) http://jmce.artenumerica.org/
    A propósito da perspectiva do utilizador, deve ficar claro que eu não falei dela para a minimizar. É ela que no fim de contas mais importa. E precisamente por isso tenho pena de poucas vezes ver o tempo dos utilizadores utilizado da melhor forma e a interacção com a máquina optimizada. Nada contra o utilizador ter um papel activo na administração e aprofundar conhecimentos sobre ela quando tem gosto nisso (afinal foi assim que comecei e sei que por vezes se começa por falta de capacidade da administração "oficial" de sistemas); o problema é as instituições aparentemente contarem com isso à partida e não se aperceberem do valor de recursos humanos especializados para rentabilizar o investimento nos investigadores e no equipamento.
    Re:Franceses... (Pontos:1, Despropositado)
    por Astrónomo em 21-06-02 16:50 GMT (#4)
    (Utilizador Info)
    Quando temos vontade de dizer mal, arranjamos sempre motivos, não é verdade?
    Re:Franceses... (Pontos:3, Engraçado)
    por jmce em 22-06-02 11:15 GMT (#9)
    (Utilizador Info) http://jmce.artenumerica.org/
    E às vezes nem precisamos de indicar motivos, verdade?
    Re:Franceses... (Pontos:2)
    por Cyclops em 21-06-02 18:10 GMT (#7)
    (Utilizador Info) http://www.1407.org
    Ao que parece, o estado francês adora impôr estas coisas de cima para baixo da forma mais burocrática possível. Há uns anos era o Maple para cálculo simbólico como mais uma Escolha Nacional. E se alguém quiser usar outra distribuição de Linux, tem autorização da Grande Central?

    Se eu estivesse na frente tecnica de uma medida destas, muitos cabelos brancos eu teria se tivesse que gerir esta e aquela distribuicao, mais todas as suas versoes.

    A um nivel destes e' bom definir qual a distribuicao (e versao calculo) a usar, dado que dessa forma os custos de gestao sao muito menores e permite que uma unica equipa tecnica (e de helpdesk) possa tratar da gestao dos sistemas.

    Se ja e' incomodo ter de gerir varias versoes de uma mesma distribuicao por se ter sistemas em producao que foram sendo instalados ao longo do tempo, imagina o que era se ainda por cima tinham de estar habituados `as tecnicas de uma e outra e mais outra distribuicao, em cada versao... nem quero imaginar! :)
    Paternalismos (Pontos:2)
    por jmce em 22-06-02 11:25 GMT (#10)
    (Utilizador Info) http://jmce.artenumerica.org/
    Uma coisa é sugerir uma versão a quem não sabe qual usar e a que se escolhe dar apoio técnico. Só que nem todas os utilizadores vão precisar de paizinhos a dar-lhes a mão enquanto enfrentam a experiência Linux. E se a distribuição for imposta (não sei se é, e esse será o ponto crucial), muitos cabelos brancos terá (e aparentemente tem já hoje, de algumas histórias francesesas que ouvi sobre outras "escolhas de Paris") quem tiver de aturar as escolhas centrais em oposição à sua competência local. Por melhores que sejam os grandes planificadores centrais de Paris, não são omniscientes. E a escolha de Mandrake pode em boa parte ser uma questão de patrioteirice. Conheço pouco da Mandrake, mas do que vi e do que relatam suspeito que a preocupação com os custos de gestão e os cabelos brancos não foi predominante. A não ser que quem decidiu tenha ficado só bem impressionado com as primeiras instalações e nunca tenha tido de fazer upgrades maciços, caso em que talvez tivessem preferido Debian.
    Re:Paternalismos (Pontos:2)
    por Cyclops em 23-06-02 11:01 GMT (#13)
    (Utilizador Info) http://www.1407.org
    Atencao que eu nao estou a argumentar sob a qualidade da escolha, mas sob a necessidade de ser dado o suporte mais adequado.

    Olhemos com atencao para a funcao publica em Portugal. Porque usam Windows? Porque e' facil? Entao porque e' que nao fazem _nada_ (ou quase) em condicoes? E' porque nao sabem! E porque nao sabem (atencao que isto e' uma hiperbole)?

    A maior parte dos tecnicos de informatica que estao na funcao publica provavelmente nao sao dos melhores, dado que os melhores foram conseguindo empregos em privados que pagam substancialmente mais. Como resultado, vemo-los a usar windows, onde conseguem resultados com mais velocidade e brilharete, pois basta fazer: click next to continue e ja funciona (depois temos defacements, redes que funcionam tao bem que os funcionarios rogam pragas a informatica, etc...).

    Com isto nao quer dizer que nao haja locais onde haja tecnicos bastante bons e capazes... mas sao raras excepcoes. Com GNU/Linux nao se inverterao os pratos da balanca, mas e' mais facil centralizar a gestao, mesmo a nivel nacional. Para essa gestao centralizada funcionar melhor... o melhor e' os computadores serem o mais homogeneos possivel, porque quanto mais variedade, mais preocupacao ha com os detalhes de cada distribuicao/versao do que com funcionalidade eficiente.

    Hugs, Cyke
    parabens (Pontos:2)
    por zaroastra em 21-06-02 17:25 GMT (#6)
    (Utilizador Info)
    parabens a mandrake, por mais uma "vitoria" comercial.
    Outra a qual não foi dado nenhum relevo aqui no gildot foi ser a distribuicao escolhida pela walmart para fazer parte dos computadores distribuidos por oem.

    Portugal + Consultores = $$ (Pontos:2)
    por GdoL em 21-06-02 22:43 GMT (#8)
    (Utilizador Info) http://www.gazetadolinux.com
    Em Portugal o desenvolvimento de software na administração pública é fundamentalmente feito por cosultoras. Veja-se o caso da DGCI que tem desde há muito tempo um contrato com a Accenture/Microsoft e IBM. O MJ através da exDGSI actual Instituto público (qualquer coisa) que usa IBM/Lotus/etc. E estes são só 2 exemplos.
    Será por isso muito difícil que enquanto não houver uma reorientação dos contratos ou um mudança de filosofia as coisas não mudam.
    As grandes empresas de consultoria não estão a interessadas em FREE SOFTWARE ou OPEN SOURCE pois neste momento têm muitos mais dividendos a vender pacotes completos do que somente consultoria.
    A IBM já está a mudar este paradigma mas a ACCENTURE e as outras grandes empresas de consultoria vão demorar talvez muito tempo a reagir. E isso significa pressão sobre os decisores políticos para que as coisas se mantenham.

    eBoX:email

    Leiam a Linux Gazette

    Re:Portugal + Consultores = $$ (Pontos:1)
    por hununu em 23-06-02 2:53 GMT (#12)
    (Utilizador Info) http://dequim.ist.utl.pt
    Tem mais a ver com mentalidade. Posso-te dizer que na minha faculdade, onde o $ não há prioritariamente para computadores novos e servidores melhorzitos, há para licenças windows 2000....

    Enquanto não se perceber que se pode poupar muito usado outras coisas, não se vai a lado nenhum.

    hununu, LTI-DEQ@IST, Portugal
    Re:Portugal + Consultores = $$ (Pontos:2)
    por Dehumanizer em 24-06-02 0:43 GMT (#16)
    (Utilizador Info)
    Só completos idiotas dão dinheiros a consultores.

    Qualquer empresa com um mínimo de miolos (eu sei, são raras, e nenhuma delas é grande) desenvolve know-how interno.


    "We have no choice! Our Communist overlords will slay us if we fail in our mission!"
    - A chinese military officer, "Tales of Suspense" #50, 1964
    Re:Portugal + Consultores = $$ (Pontos:2)
    por ribeiro em 25-06-02 10:32 GMT (#19)
    (Utilizador Info) http://ruka12.tripod.com
    Estás a esquecer-te de uma coisa? Com know-how interno não há comissões...
    --

     

     

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