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Contribuído por BladeRunner em 04-12-01 15:45
do departamento bucólico
perguntas O artigo sobre a investigação jornalística fez-me apressar a escrita deste que já trazia engatilhada há muito tempo...
... e é dirigido às pessoas como eu que se iniciaram nestas maquinetas infernais há uma quantidade de anos que se mede com dois dígitos e para as quais na altura eram um hobby e hoje são uma ocupação profissional:

Que relação mantemos com os computadores ?

Penso muitas vezes ao fim de 12 horas de trabalho que era muito mais feliz se fosse lá para trás para o quintal cultivar uma horta, viver dela e guardar tudo o que fosse info-insert-your-favorite-buzzword-here no sótão para sempre.
Por vezes penso que estas máquinas nos manietam a vida.
Eu sou do tempo em que não haviam telemóveis, computadores pessoais, multibancos, etc., etc., etc., e se bem que ache que todas estas coisas nos facilitam a vida, por outro lado nos tornam prisioneiros delas.

No meu caso pessoal, há medida que os computadores foram passando de brincadeira para trabalho, venho desenvolvendo um relação de amor-ódio com eles, ou seja, muita da piada inicial se foi desvanecendo e sendo substituída pela responsabilidade.
É o Apache que morreu sem se saber como, é uma sala inteira que ficou sem rede e ao fim de uma hora se descobre que alguém desligou o switch que estava escondido lá no canto porque precisava de ligar o candeeiro, etc. e cá o sysadm tem que estar sempre pronto a resolver os problemas e nunca dizer que não sabe / não pode.

Se isto é ser dependente da internet/computadores, então eu sou.
Mas já não como dantes :-(
Falta aquele thrill dos primeiros mails, dos jogos fantásticos que cabiam numa ou duas disquetes, da primeira vez que se jogou wolfenstein com uma placa de som...

E à medida que a sociedade e os media se vão deliciosamente afogando em buzzwords das quais muitas vezes nem elas conhecem o significado, eu vou começando a ter um olhar desconfiado e distante.
Provevelmente por ser um geek e trabalhar nisto, i guess.

E vocês que são profissionais disto ?
Qual é a vossa relação com "as máquinas" ?

Licenças de software | Sem escudos, com computadores  >

 

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    The things you own, end up owning you... (Pontos:2)
    por monge em 04-12-01 16:28 GMT (#1)
    (Utilizador Info) http://go.to/monk
    Tudo o que disseste e' verdade. Acho que muitos de nos trocavamos isto tudo por uma vida no campo descansada e despreocupada. Mas tambem percebemos que isso nao vai acontecer tao cedo.

    Em relacao a optar por este mundo (01s), bom, e' muito facil ficarmos agarrados; e' um mundo tao grande que e' dificil nao gostarmos nem que seja duma coisa.

    Um computador pode ser fiel (se for linux :)), ser engracado, lancar constantemente desafios, etc. etc. Se isto isto substitui estar com outra pessoa: nao! Mas talvez substituia a falta delas. Nao quero dizer com isto que sou um "geek" (que por acaso sou :P), mas a sociedade actualmente separa cada vez mais as pessoas que estao perto e une as que estao mais longe.

    Enfim, antes isto que coisas piores...


    It doesn't matter who made it... It matters who got the idea (monk)
    divagando... (Pontos:1)
    por Sub em 04-12-01 16:42 GMT (#2)
    (Utilizador Info)
    a primeira impressão que guardo do tempo em que pensei em dedicar-em a isto mais a sério foi de correr o risco de chegar aos 40 e reformar-me mais cedo por estar todo estragado psicologicamente.

    não estou muito longe desse ponto. é com muito gozo que vejo pessoas maluquinhas, piores que eu, que não tem metade das actividades extra-curriculares. e lá vou acalmando...

    acho que vou lutando por ter uma vida em vez de dedicar a minha vida a uma máquina. aprecio cada vez mais tudo que é analógico, natural, humano.

    bem, isto dava pano para mangas...
    Belos tempos (Pontos:2)
    por fog em 04-12-01 17:46 GMT (#3)
    (Utilizador Info) http://www.fog.nu/
    >Falta aquele thrill dos primeiros mails, dos jogos fantásticos que cabiam numa ou duas disquetes, da primeira vez que se jogou wolfenstein com uma placa de som...

    Isso fez me lembrar quando as Sound Blasters estavam a 50cts, e havia aqueles jogos que tinham opção de utilizar aqueles conversores Digital/Analógico feitos com uma duzia de resistências e um condensador e que ficavam por menos de 100 escudos. Que também podiam ser usados com alguns players de .MOD do Amiga
    Re:Belos tempos (Pontos:2)
    por fog em 05-12-01 11:03 GMT (#11)
    (Utilizador Info) http://www.fog.nu/
    >O nome desse aparelhito com resistências era um COVOX

    Era isso mesmo, encontrei agora um link para essa coisa.
    Burnout (Pontos:5, Interessante)
    por mvalente em 04-12-01 17:57 GMT (#4)
    (Utilizador Info) http://www.ruido-visual.pt/
    Que relação mantemos com os computadores ?

    Boa questao. Quando comecei nisto (há quase 20 anos), eram os jogos. Os arcades, o Spectrum, o Commodore. A curiosidade de saber como se punha um boneco a mexer no ecran era muita. E curiosidade puxa curiosidade, cá estou 20 anos depois a satisfazer curiosidades...

    Ou seja: que relação mantenho com os computadores ? Percebi que não são eles que são importantes. São os problemas para resolver. É o gozo de arranjar solução para um bug, problema, necessidade, curiosidade, algo que mais ninguem fez ou usa. Mantemos (nós, hacks e geeks) uma relação com os computadores não porque eles sejam o que é importante mas porque é mais fácil satisfazer essa "curiosidade" com eles do que ir arranjar uma cura para o cancro, para a sida ou para o teletransporte.

    Penso muitas vezes ao fim de 12 horas de trabalho que era muito mais feliz se fosse lá para trás para o quintal cultivar uma horta, viver dela e guardar tudo o que fosse info-insert-your-favorite-buzzword-here no sótão para sempre.

    Idem, idem. No meu caso era arranjar um campo em Tras-Os-Montes para cavar batatas. Tenho saudades de ver montanhas. Estou com uma sensacao semelhante à dos nossos compatriotas insulares, só que ao contrario :-).

    Basicamente estás a sofrer de burnout. Acontece. Pior: acontece regularmente. E acontece porque depois de entrarmos na "onda" da "curiosidade", rapidamente passamos 99% do tempo não a satisfazer a curiosidade (como instalo isto? como configuro aquilo? como... ?) mas a satisfazer a necessidade dos outros usarem a nossa "curiosidade".

    Eu tenho resolvido o problema com periodos sabaticos. Em cada 3 anos, 2 ou 3 (ou 6 :-) meses desligado das maquinas. E todos os anos as ferias sao sagradas: nem celular, nem Gameboy, nem Palm, nem televisao, nem jornais, nem cinema. Ajuda, mas não resolve.

    No meu caso pessoal, há medida que os computadores foram passando de brincadeira para trabalho, venho desenvolvendo um relação de amor-ódio com eles, ou seja, muita da piada inicial se foi desvanecendo e sendo substituída pela responsabilidade. É o Apache que morreu sem se saber como, é uma sala inteira que ficou sem rede e ao fim de uma hora se descobre que alguém desligou o switch que estava escondido lá no canto porque precisava de ligar o candeeiro, etc. e cá o sysadm tem que estar sempre pronto a resolver os problemas e nunca dizer que não sabe / não pode.

    Devias experimentar criar um ISP e atender o suporte durante uns tempos. Nunca mais eras o mesmo :-)

    Vide o que disse acima. O problema é quando se "passa de brincadeira para trabalho", quando a nossa "curiosidade" passa a ser usada em favor/pelos outros. Deixas de estar a satisfazer a tua curiosidade para estar a "vender" aos outros.

    Mas já não como dantes :-( Falta aquele thrill dos primeiros mails, dos jogos fantásticos que cabiam numa ou duas disquetes, da primeira vez que se jogou wolfenstein com uma placa de som...

    Hint: compra um iPaq/Pocket PC. Vais ver como te volta o thrill dos primeiros tempos :-). Sim, tenho coisas chatas para tratar. É o mail que está em baixo, é o virus que atacou, é o cliente que não sabe que existem sites sem "www" no inicio, etc, etc. Mas essas chatices existem para "pagar" as minhas "curiosidades". O unico factor limitativo é o numero finito de horas do dia, 24 (caso nao saibas :). É imperativo que garantas que algumas delas são para ti: pessoais, privadas e sagradas. Para fazer o que te der na bolha.

    E à medida que a sociedade e os media se vão deliciosamente afogando em buzzwords das quais muitas vezes nem elas conhecem o significado, eu vou começando a ter um olhar desconfiado e distante. Provevelmente por ser um geek e trabalhar nisto, i guess.

    A palavra chave é o E. Se pudesses ser um geek e nao trabalhar nisto, era o ideal nao era :-) ? Tipo "não fazer nada e ganhar 1000 cts por mês para comprar gadgets e os por a funcionar" :-). No such luck. Às vezes julgo que os que não são geeks (aka mouse engineers) acabam por ter mais sorte. Trabalham "nisto" mas nao o levam para casa, para os fins de semana, para as ferias, para a mesinha de cabeceira. Ou os "comuns mortais" que usam os gadgets quando precisam mas nao trabalham "nisto". O problema é gostar "disto" E trabalhar "nisto".

    Mais uma vez, umas ferias/sabatica/disconnect podem ajudar. Mas mais importante ainda é compreender que não são os computadores que nos fazem mover. É o problema, a solução, a curiosidade, o desafio mental. Com esse "insight" podes desenvolver outras actividades que satisfazem essa "necessidade", sem estares envolvido "nisto". Eu deu-me para estudar filosofia e a sua ligacao com a tecnologia/ciencia. Deu-me para ler sobre religioes. Deu-me para me armar em conhecedor de whiskies de malte ;-).

    Reserva algumas horas da tua vida para aplicares a tua "curiosidade" numa qualquer "obsessao" nao-tecnologica. Vais ver que ajuda a curar o burnout

    Que relação mantemos com os computadores ? [...] Qual é a vossa relação com "as máquinas" ?

    Deixa-me refrasear: que relação é que se pode manter com a tecnologia ?

    Ao fim e ao cabo é isso que está em causa. Qual é o significado e a importancia (ou nao) da tecnologia e a relacao que temos/podemos ter/vamos ter com ela. E isto leva-nos para uma conversa com pano para mangas. É muita filosofia e precisava de mais tempo do que um almoco de 10 horas :-).

    A minha opiniao, muito rapida e resumida: a tecnologia é o resultado real e palpavel do que nos define como seres humanos: o pensamento. É do processo racional (o que inclui a ciencia) que resultam as ferramentas que usamos. Essas ferramentas são a tecnologia. O processo de progresso humano está intimamente ligado com a tecnologia. O progresso humano é indissociavel da tecnologia. Essa associacao tem vindo a acelerar nas ultimas decadas e ira acelerar mais nas proximas. É portanto impossivel terminarmos com essa relacao, por muito que o Ted "UnaBomber" Kazinsky (?) gostasse e argumentasse (e bem...).

    Se o progresso humano é indissociavel da tecnologia, porque são ao fim e ao cabo a mesma coisa, tenho de aprender a viver com ela. E se, felizmente, tenho uma capacidade ou uma vontade maior do que outros para viver com ela, vou faze-lo. Por motivos puramente egoistas: porque isso me satisfaz (por um lado) e porque me faz ganhar dinheiro (por outro). O que tenho a fazer em relacao à tecnologia não é elimina-la da minha vida. Isso é impossivel. O que tenho a fazer é garantir que mantenho "doses constantes" dos 2 motivos egoistas atras referidos e não me deixo assoberbar apenas por um deles.

    Cumprimentos

    Mario Valente

    Mais ou menos... (Pontos:2)
    por TarHai em 04-12-01 19:22 GMT (#6)
    (Utilizador Info) http://www.dilbert.com
    Eu estou em minoria neste grupo. Nao sou sysadmin, nao sou licenciado/certificado em nada parecido com computer science ou TI. Sou um usuario abusador de sysadmins. Daqueles que por 3s de falha de rede esta ao telefone a pedir satisfacoes, porque a meio da manha o nfs esta entupido, a net esta em baixo, ou o servidor de mail esta em baixo.

    Apesar de depender exclusivamente de computadores para trabalhar, ainda nao estou saturado. Afinal sao so ferramentas. E como perguntar a um carpinteiro se esta saturado de usar martelos. Um ferreiro talvez se sature de os fazer, mas o carpinteiro nao se satura de os usar. Os martelos sao somente os meios para obter um fim.

    Em casa, mais uma vez, computadores e internet sao os meios para um fim: comunicar com o meu grupo de amigos disseminados pelos quatro cantos do pais e do mundo. Ai, usar e-mail, ICQ (e talvez netmeeting, assim q tiver uma webcam) e uma maravilha para reafirmar amizades ja com anos de ausencia fisica. (Ainda falta inventar a net-cerveja e o net-tremoco na net-esplanada a olhar a net-praia... mas ICQ e melhor q nada)

    Depois tambem temos os jogos online (quake) e os foruns, cujo merito e serem muito melhores e interactivos que ver televisao e requererem menos concentracao que ler um livro.

    Resumindo:
    dependente de computadores: sim;
    saturado com os computadores: nao;
    viciado na net: talvez;
    viciado nos jogos: Enaquanto durarem o big brother e as novelas e a TV tiver + de 20 min de reclames/hora.

    ---
    Re:Mais ou menos... (Pontos:2)
    por TarHai em 04-12-01 19:49 GMT (#7)
    (Utilizador Info) http://www.dilbert.com
    Esqueci-me de dar uma volta positiva ao post abusador de sysadmins. A moral acho que e usar os defeitos em teu proveito, se possivel.

    Se passas os dias com as mesmas tarefas repetitivas e saturantes, tenta enquadra-las num quadro maior que te de satisfacao e motivacao. Ai o que e repetitivo e desmotivante passa a ser somente uma componente. Passas a ter um mini-projecto que da um sentido aos teus dias.

    Bom, como disse nao faco ideia de como e ser sysadmin. Nem sei se o que sujiro e possivel. So digo que se tiveres essa possibilidade e uma maneira de aliviar o tedio e saturacao no lugar de trabalho.

    Quanto a horta... Eu queria mesmo era uma ilha tropical com palmeiras e daiquiris. Qual couves e feijao verde.
    ---
    Re:Mais ou menos... (Pontos:2)
    por Gamito em 04-12-01 20:38 GMT (#8)
    (Utilizador Info)
    Viva!

    Eu gosto muito do que façoa, que é aliás aquilo que sempre quis fazer.
    Remeto-te para a resposta do Mário Valente que interpretou com grande acuidade o meu artigo e a pergunta que lá colocava. Cito:
    'O problema é gostar "disto" E trabalhar "nisto"'.

    Mário Gamito
    "Make everything as simple as possible... but not simpler"
    Albert Einstein
    Acho que as coisas continuam (Pontos:2)
    por mazevedo em 05-12-01 1:51 GMT (#9)
    (Utilizador Info) http://mazevedo.welcome.to
    "Falta aquele thrill dos primeiros mails, dos jogos fantásticos que cabiam numa ou duas disquetes, da primeira vez que se jogou wolfenstein com uma placa de som..."

    Eu também sinto essa falta, na altura que as coisas eram simples, embora seja ainda jovem (24) acho que muitas dessas coisas se foram modificando. Onde antes estava a paixão de fazer uma disquete com uma colecção de jogos, editar executáveis em HEX (lembro-me de mudar o PCTools todo para Português(ARGHHH)), essa paixão foi progressivamente evoluindo para coisas que antes eram proibitivas (onde me imaginava eu à uns anos atrás a comprar placas de rede, fazer os cabos, configurar uma lan, experimentar os segredos de um Unix, interligar aparelhos com infra-vermelhos, etc..., etc..., etc...).

    Talvez o velho modem de 2400 tenha mudado para um cablemodem (onde posso brincar com o SNMP), o velho disco de 10 Mb seja agora de 8Gb (um pouco atrasado, mas lá vai), fazer CDs em casa, etc...

    Mas o bichinho não despareceu, embora, com o avançar da idade, o tempo para fazer essas coisas seja cada vez mais curto, o que volta e meia me dá a impressão das coisas começarem a passar ao lado...
    ----
    //\anuel /|zevedo

    Life... (Pontos:2, Interessante)
    por Jynx em 06-12-01 16:59 GMT (#12)
    (Utilizador Info) https://www.frenetik.net
    Por mais parvo que pareça, ontem deparei-me com este problema o dia inteiro, pode na realidade, parecer uma parvoeira, mas passo a contar a minha triste história e depressão lol, ontem passei sem exagero nenhum mais de 14 horas em frente as estas máquinas lindas, as 14 horas a trabalhar em frente a elas, são na realidade um prazer, mas um prazer que se pode em 10 minutos se tornar num grande pesadelo e dor de cabeça, mas já me encontro a divagar demais, vou passar ao importante, imaginem que após umas 10 horitas em frente a uma rede, vocês pensam bem vou sair daqui encontrar-me com os meus amigos e amigas beber um cafézinho, falar da vida, combinar o "FESTÃO" de fim do ano, e sair daqui...OK eu pensei isso , e lá fui eu , quando me dou deparado com todas as pessoas minhas conhecidas e NÃO pensem que sou um geek lerdo, e que todos os meus amigos são geeks etc etc...somo tudo pessoas normais, mas continuando dou-me deparado com cerca de 10 amigos meus todos em casa que não iam sair, pq uns tinham "leechado" nao sei o que e iam "burnar" não sei o que , o outro tinha nao sei que para "codar" ou outra tava a montar uma maquina, o outro tinha que acabar uma VPN , a outra tinha de mandar uns mails , a outra tinha de montar uma FreeBSD, a outra tinha de "PORRA" pensei eu para mim, mas que merda é esta, apetecia-me agarrar em cada máquina da rede e manda-las todas pela janela, tipo pergunto-me a mim próprio se as relações inter-pessoais nao são bastante mais importantes ?!?!? E se na Realidade isto não está a ser demais, eu sei o quanto me deixo envolver quando estou em frente a um monitor, fico ali pode tar a sala cheia que eu não tou ali, tou com atenção a isto...Mas Como o nosso amigo diz, se calhar era bem melhor todos irmos plantar umas couves, mamar umas superbocks e nao deixar tanto os computadores serem a NOSSA VIDA, pq acabamos por deixa-los viver a nossa vida, e nao nós a disfrutar-mos dela...Questões que gostaria de deixar, não tenho, pq ? pq tou aqui "envolvido" com o monitor...ARGH !

    Lolada :)

    Jynx

    :::Frenetik Technet inc.

    "your soul may belong to Jesus, but your ass belongs to me..."

    :::::::::::::::EOF

     

     

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