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Linguagens de programação
Contribuído por scorpio em 10-07-01 22:02
do departamento ramblings
perguntas blackTiger escreve "Depois de ler o artigo com a comparação entre as várias linguagens de programação surgiram-me algumas questões que gostava de colocar aos leitores do Gildot.
  • Quais são as linguagens que se usam mais cá em Portugal?
  • No meu curso universitário (LESI) aprendemos logo no primeiro ano uma linguagem funcional. Esse paradigma tem alguma aplicação concreta no mundo de trabalho?
  • Fiquei curioso com a linguagem Ruby. Alguem tem conhecimentos desta linguagem?
  • "

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    Algumas dicas do mundo do trabalho (Pontos:2, Interessante)
    por dnloreto em 10-07-01 22:38 GMT (#1)
    (Utilizador Info)
    Boas!

    No mundo do trabalho que eu conheço (consultadoria), aqui vão as linguagens mais utilizadas, sem que seja por qualquer ordem específica. Claro que isto depende sempre do cliente onde estás...

    • C / C++
    • Java
    • Visual Basic
    • PL/SQL
    • Shell Script
    • Cobol
    • JSP
    • ASP
    • HTML/Javascript

    Baralhando e voltando a dar... No mundo do trabalho, interessa saberes C ou Java (minimamente) e possivelmente VB. SQL é um plus. Fora isso, o que interessa mesmo é que tenhas capacidade de MUITO rapidamente aprenderes qualquer linguagem que precises e comeces a produzir com qualidade.

    ehehehehe

    It's a hard life!

    Cumprimentos
    mercado.pt (Pontos:2, Informativo)
    por Anonimo Cobarde em 10-07-01 22:40 GMT (#2)
    O mercado por cá são básica e maioritariamente as aplicações web (sites e intranets) e aplicações de gestão e interfaces para bases de dados.
    Em norma geral, nas aplicações web usa-se: PHP, ASP e Perl/C para CGIs. Também se usa o Python, e o Zope (não é uma linguagem, mas uma plataforma) com dtml, Perl e Python.
    No lado das aplicações de gestão penso que a maioria é criada com Visual Basic, mas existem empresas que fazem desenvolvimento com Delphi.
    Certamente existem empresas em Portugal a fazer outro tipo de desenvolvimentos, com outras linguagens (não é dificil encontrar ofertas de emprego onde pedem conhecimentos de VC++ e Java).
    Como o principal é saber programar (lógica, algoritmia, etc), as linguagens aprendem-se, e não são o mais importante.
    Re:mercado.pt (Pontos:0, Esclarecedor)
    por Anonimo Cobarde em 11-07-01 10:58 GMT (#7)
    Concordo contigo apenas em parte:
    • Se fores trabalhar em áreas Web/Telecomunicações, provavelmente o tipo de linguagens/ambiente que vais encontrar andam à volta do que descreveste.
    • Mas se fores trabalhar em áreas menos tecnológicas, como DW/EIS/Reporting, vais encontrar ferramentas e linguagens em que (pelo menos no meu caso) que nunca ouviste falar na Universidade. Mas de facto, o que conta, é a capacidade de aprenderes novas coisas. Se souberes escrever bons algoritmos, desenhar bons modelos de dados, a parte de programação até deixa de ser a mais importante. E hoje em dia, existem empresas (pelo menos algumas !) que apostam fortemente em formação de novos colaboradores.

    Re:mercado.pt (Pontos:0, Esclarecedor)
    por Anonimo Cobarde em 11-07-01 12:13 GMT (#8)
    Sim, a minha área é o desenvolvimento Web.

    Em relação a ires trabalhar com ferramentas que não conheces da universidade, acho que isso acontece sempre. Acho que (em regra geral) não se dá VB ou TCL nas universidades. Em relação a PHP e Active Server Pages, já vi 'curriculos' de universidades com cadeiras que tinham estas duas linguagens nas suas cadeiras.
    De qualquer maneira, não tenho formação universitária, logo não tenho certezas quanto a isto.

    Muitas empresas dão formação aos seus trabalhadores, porque é uma boa maneira de manterem pessoal actualizado e com bons conhecimentos a trabalhar para eles. E interessa sempre a uma empresa que "tu" enquanto trabalhador dela estejas actualizado.
    linguagens funcionais (Pontos:0, Interessante)
    por Anonimo Cobarde em 11-07-01 0:01 GMT (#4)
    Para que servem? São aplicadas no mundo do trabalho?
    Não aplicas nada directamente... mas aprendes a ser sintéctico no código, a programar decentemente... para mim é o que separa o trigo do joio...

    I-hope-MP-teacher-don't-read-this (Pontos:0, Interessante)
    por Anonimo Cobarde em 11-07-01 0:13 GMT (#5)
    Acho que as linguagen funcionais são muito bonitas mas pouco práticas quando se quer fazer algo que realmente vá fazer algo produtivo. No inico até são atraentes, mas conforme se vai aumentando as linha de código, o nivel de complexidade aumenta exponencialmente, e tornan-se muita mais ilegiveis que os programas em C tenho dito :)
    Imperativas ou não imperativas eis a questão! (Pontos:2)
    por CrLf em 11-07-01 21:03 GMT (#12)
    (Utilizador Info) http://students.fct.unl.pt/~cer09566
    Isso é verdade não só para as linguagens funcionais mas para outros paradigmas mais "alternativos". Na realidade as linguagens funcionais, declarativas, etc. são bastante boas para problemas concretos e de dimensão relativamente pequena, mas para problemas do dia a dia acabam por trazer mais complicações do que aquelas que resolvem.
    Outra coisa que se repara nesse tipo de linguagens onde reina a pureza do paradigma, a beleza conceptual académica, é que para se conseguir fazer alguma coisa útil com elas é começar a assassinar a sua pureza. Por exemplo, o simples input/output em ML ou Prolog já é assassinar os respectivos paradigmas de programação.
    No fundo no fundo o paradigma imperativo (Pascal, C, C++, Java, etc) é aquele que mais intuitivamente se relaciona com a maneira como tentamos "agarrar" um problema, não necessáriamente a maneira como o compreendemos, mas a maneira como o partimos em problemas mais simples e é aquele que mais fácilmente permite resolver problemas que não têm uma representação "matemática" ou "lógica" fácil. É por essa razão que aparecem muitas linguagens que prometem salvar o mundo mas no final as que têm maior sucesso são as imperativas.

    -- Carlos Rodrigues

    - "I think my men can handle one little penguin!"
    - "No, Mr. Gates, your men are already dead!"
    Ruby (Pontos:2, Informativo)
    por techn0id em 11-07-01 0:40 GMT (#6)
    (Utilizador Info)
    Quanto 'a parte da questao em que te referes ao Ruby, posso dizer que o Ruby e' uma linguagem relativamente recente e que se baseia no paradigma orientado aos objectos. E fá-lo de uma maneira bastante rígida dado que tudo são objectos ao contrario do Java por exemplo em que existem tipos primitivos (como float, int, double, etc..). Em Ruby ate' isto são classes. Apesar da comparaçao explicita que faco aki com o Java, e' de notar que o Ruby e' uma linguagem especialmente desenvolvida como sendo de scripting, integrando-se por isso no campo do Python e do Perl. Ora aki, refira-se, fica a perder para estas duas alternativas em termos de documentação e de divulgação e diz-se (como podes ler aqui) que se calhar o esforço que se dispende a aprender uma linguagem nova de raíz, no caso o Ruby, nao justifica as inovações que a linguagem traz, admitindo ate' que poderiam ser significativas. Pessoalmente, ainda que a experiencia seja pouca, opto pelo Python. E' free software, esta' mto bem documentado, o desenvolvimento e' intensivo etc.. e a syntax e' bem melhor e mais limpa. Por falar em syntax, a do Ruby nao e' das melhores coisas que por ai' se te visto.. @ e $ nao sao la' muito atractivos ;)
    Re:Ruby (Pontos:2)
    por CrLf em 11-07-01 13:14 GMT (#10)
    (Utilizador Info) http://students.fct.unl.pt/~cer09566
    Dei uma olhadela ao Ruby mas não fiquei minimamente impressionado, quanto a mim é apenas uma nova linguagem, não trás nada de novo.
    Quando te referes que em Ruby tudo são objectos, mesmo o 1, 2, etc, isso é apenas algo que o Smalltalk já tem há mais de 20 anos, e sinceramente prefiro este último, apesar de não ser uma linguagem de scripting.

    -- Carlos Rodrigues

    - "I think my men can handle one little penguin!"
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    Linguagens Funcionais (Pontos:4, Esclarecedor)
    por jmv em 11-07-01 15:48 GMT (#11)
    (Utilizador Info)
    Esta discussão sobre linguagens é oportuna e não posso deixar de concordar com o essencial das contrinuiões sobre este assunto.
    De facto na LESI não se ensina linguagens mas sim "Paradigmas" (evidentemente suportados por linguagens concretas). O objectivo é tornar conceptualmente irrelevante a pergunta: "que linguagem devo usar?"
    A pergunta só "merece resposta" quando entra em jogo a outra grande questão: "que recursos disponho?"
    De facto o paradigma funcional está perto dos modelos abstractos dos problemas e, por isso, poupa nos "recursos conceptuais". É, assim, uma boa escola de programação ou, como está implicito numa contribuição anterior, "ensina a programar bem" e "separa o trigo do joio".
    Porém não é possível ignorar que os programas são feitos para correr em computadores e computadores são máquinas de estado que interagem com o ambiente.
    Ora o paradigma funcional ignora tanto o estado como o ambiente e isso leva a desvantagens claras em termos de "recursos computacionais".
    Nesta página (OK eu sei que pertence ao "inimigo" mas até ele suporta o Haskell!!) podem ver uma discussão mais detalhada deste tema.

     

     

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