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Como obter lucros com software livre
Contribuído por ajc em 06-12-00 9:52
do departamento
Linux michele escreve "Como podem as empresas obter lucros usando software open source? O editor da LinuxWorld, Nicholas Petreley, fez um estudo recentemente para descobrir como as companhias podem ganhar dinheiro com o mercado open source. E quanto gostariam de ganhar... Sendo um pouco futurista, ele prevê a morte dos sistemas proprietários e a evolução do mercado open source. "
michele:

O gancho foi o fato de Nicholas ter sido o moderador de um painel no Linux Bussiness Expo, em Las Vegas. Tendo como participantes nomes como Linus Torvalds, Jon "maddog" Hall, Dirk Hohndel da SuSE, Miguel de Icaza da Helix Code e Peter Beckman da TurboLabs.

O tema era o impacto internacional do Linux, mas rapidamente falaram sobre problemas econômicos. No LinuxAliança temos um resumo deste artigo. E para quem quer lê-lo inteiro, em inglês, pode ir direto a LinuxWorld.

Gildot e o caso LinuxAliança | Saiu o NetBSD 1.5  >

 

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    Afinal os céticos tinham razão ... (Pontos:0)
    por Anonimo Cobarde em 06-12-00 15:15 GMT (#1)
    Pois, a economia tinha que vir ao de cima. Afinal aquilo que os maiores criticos do opensource têm vindo a falar, é que produtos de bolra não funcionam muito bem em Economia. Mais dois links interessantes: "Red Hat fecha escritório" na Recortes e "Fracasso de um modelo de negócios" no jornal Público.
    Re:Afinal os céticos tinham razão ... (Pontos:1)
    por rlmcDo em 06-12-00 18:31 GMT (#3)
    (Utilizador Info)
    "Depois de um tão grande esforço de "marketing", isto só vem sublinhar o enorme fiasco do modelo de negócio do Open Source."
    Acontece que o Open Source não é um modelo de negócio. Entre outros disparates.
    Re:Afinal os céticos tinham razão ... (Pontos:1)
    por _Mordor_ em 06-12-00 20:01 GMT (#4)
    (Utilizador Info) http://www.plug.pt/
    Ha' pessoas que nao sabem do que falam. O caso da RH fechar um escritorio tem a ver com o facto de terem comprado varias outras empresas e terem serviços e escritorios duplicados (deve ser devido ao insucesso deles, coitados :). O segundo artigo no publico, esta' uma maravilha. Ja' nao me ria assim ha bastante tempo. La' fora, a fase dos jornalistas ignorantes a escrever coisas estupidas sobre Linux ja passou de moda, mas aqui so' agora esta' a chegar. Deve ser o tal atrazo que que nos temos, de que tanto falam. O tipo nao precebe nada do que esta' para ali a escrever. Diz coisas tipo: "as accoes da VA Linux desceram 96%", mas esquece-se de mencionar que na primeira semana subiram 700% (sim 700, nao e' um erro). Mas pronto, estes artigos sao sempre bons para animar depois de um dia de trabalho. Ajudam a descontrair :)
    Re:Afinal os céticos tinham razão ... (Pontos:0)
    por Anonimo Cobarde em 07-12-00 15:58 GMT (#9)
    Apesar de pelo menos na edição online não constar o nome de quem escreveu o artigo, penso que é um colunista da Wired, pois o Público tem um acordo de exclusividade para cá. Portanto, antes de meteres os pés pelas mãos sobre jornalistas portugueses ....
    chama-se Paul Sward (Pontos:2)
    por joao em 07-12-00 18:14 GMT (#13)
    (Utilizador Info) http://www.nonio.com
    O artigo do Publico é escrito por Paul Swart que não tem cara de jormalista português. O que ele diz basicamente é o seguinte: as empresas preferem comprar o software e ter o serviço de assistencia grátis em vez de ter o software grátis e pagar a assistencia. O que tem lógica. Se vocês forem a um Stand comprar um carro usado e o vendedor vos disser: "O carro é grátis pode levar" o que é que voces pensavam do carro, principalmente se soubessem que o vendedor não ganha dinheiro com as vendas mas porque também é dono da unica oficina da aldeia?

    ----
    joao
    nonio.com
    96% ou 72% é igual (Pontos:2)
    por joao em 07-12-00 18:18 GMT (#14)
    (Utilizador Info) http://www.nonio.com
    O tipo nao precebe nada do que esta' para ali a escrever. Diz coisas tipo: "as accoes da VA Linux desceram 96%", mas esquece-se de mencionar que na primeira semana subiram 700% (sim 700, nao e' um erro).

    Se a acções inicialmente custavam $100, com um aumento de 700% passam para $700. Com uma perda de 96% passa para $700*0.04=$28. Perderam 72%.

    ----
    joao
    nonio.com

    Re:Afinal os cépticos tinham razão ... (Pontos:1)
    por mlopes em 07-12-00 12:28 GMT (#6)
    (Utilizador Info)
    A pessoa que escreveu o artigo do publico, não fez mais do que passar um atestado de ignorância a ele mesmo.

    "Uma das previsões seguras que se poderá fazer para 2001 é a de que, por esta altura do próximo ano, haverá muito menos empresas de Linux do que neste momento." - se essa previsão segura não se realizar, então esse atestado poderá ser comprovado em muito curto prazo.
    Re:Afinal os céticos tinham razão ... (Pontos:1)
    por mlopes em 07-12-00 15:12 GMT (#7)
    (Utilizador Info)
    Este jornalista de "O Púb(l)ico não sabe de certeza o que é "free software", ainda não deve ter percebido que quer dizer "software livre" e não "software grátis", e que as empresas não precisam de ganhar dinheiro com a assistência que prestam, mas sim na venda de um produto de melhor qualidade.
    "Os informáticos de nível médio", expressão utilizada pelo autor do artigo- é um belo eufemismo para "mouse engineer incompetente, que anda a brincar aos computadores, e que se esforça ao máximo para que a sua empresa continue a usar SO's MS porque se a coisa muda ainda alguém se apercebe da sua incompetência".
    Re:Afinal os céticos tinham razão ... (Pontos:0)
    por Anonimo Cobarde em 07-12-00 16:06 GMT (#10)
    Epa, tanto fanatismo. Vocês assim morrem cedo. Será que é assim tão dificil de entender que o Linux tal como é hoje, não tem a mínima hipotese de se tornar um produto minimamente massificado e standard. Epa, porra, voçês são doentinhos da tola... Não se tratem não. Se o mercado de trabalho já está louco com a falta de quadros técnicos qualificados, voçês acham mesmo que as empresas querem produtos como o Linux ???!!!?? Santa cegueira !! Voçês acham que os engenheiros, cheios de trabalho até aos cabelos, querem escolher o Linux porque podem eles próprios corrigir um erro, e recompilar o kernel, como se não tivessem mais nada para fazer. Vivem na Lua, não ?
    Re:Afinal os céticos tinham razão ... (Pontos:1)
    por mlopes em 07-12-00 16:28 GMT (#11)
    (Utilizador Info)

    Ainda ontem estive a configurar uma firewall em linux, a maior parte do trabalho foi ir buscar partes dos ficheiros de configuração à firewall antiga, em cerca de 45M ou 1H mais coisa, menos coisa, instalei o sistema de configurei-o e pu-lo a fazer de firewall (e infelizmente, nem tenho muita experiência, pois só mexo em linux à cerca de ano e meio). Se estivesse a usar o rato para clickar em milhentas opções para configurar o servidor, ainda agora lá estava, a repetir um trabalho que já fiz várias vezes, quando assim foi só copiar ficheiros de texto, e adaptá-los à situação, não estou a ver como poderia ser mais fácil.

    Quanto a corrigir erros no kernel, ultrapassa-me bastante.
    Re:Afinal os céticos tinham razão ... (Pontos:1)
    por rlmcDo em 07-12-00 17:22 GMT (#12)
    (Utilizador Info)
    Sim, conheço vários casos de Engenheiros cheios de trabalho até aos cabelos que perdem fins-de-semanas a tentar descobrir porque é que o Exchange engasgou quando se enviou uma newsletter para mil clientes... ou developers a fazerem horas extra por causa dos unloads do IIS, das paranoias do MSDTC, com stop, stop, stop, shutdown, refresh...
    Quantos quadros técnicos para trocar lâmpadas? (Pontos:1)
    por jmce em 08-12-00 13:15 GMT (#15)
    (Utilizador Info)

    Sim, vivemos na Lua de vez em quando. Nas últimas luas onde eu estive a instalar sistemas Linux, mas que usavam predominantemente produtos Microsoft, fui assistindo por exemplo a várias calamidades com email em Exchange (ou o sistema por baixo dele), quando em Linux estou habituado a ver o email como banal e a funcionar anos a fio sem soluços. Como as lâmpadas deviam normalmente falhar mais vezes do que o email numa mesma empresa, dá vontade de perguntar se são necessários mais engenheiros para manter o Exchange a funcionar do que para trocar lâmpadas. Entretanto a caixinha com Linux, tantas vezes um computador velhito reaproveitado, fica a funcionar permanentemente no cantinho dela até à invisibilidade.

    Nessas luas, vemos os "engenheiros cheios de trabalho até aos cabelos" andar de um lado para o outro a reinstalar Windows de raíz e usar outras técnicas igualmente sofisticadas (como artes divinatórias) para "corrigir um erro" em máquinas que foram abaixo enquanto o utilizador escrevia uma simples carta ou enquanto alguém acedia à tal base de dados crítica num sistema supostamente robusto, por razões enigmáticas... Tudo "fácil" e "rápido", claro. Com imenso clicking, já que a ideia do texto simples é demasiado complexa. Tão complexa que para me enviarem uma lista de endereços de email a criar num sistema Linux a forma mais simples parece ter sido capturar uma imagem da interface gráfica no écran (de um NT onde os mesmos endereços tinham sido criados antes). Ainda bem que dessa vez só eram uns 20 ou 30.

    Somos naturalmente "doentinhos da tola", porque ao contrário de um mercado que há uns anos não teria aturado disfuncionalidades tão doentias em máquinas de escrever mas agora acredita fanáticamente que as máquinas têm de ter caprichos, sabemos que isto de os computadores falharem várias vezes por dia não é nenhuma fatalidade intrínseca aos computadores mas sim defeitos de sistemas "massificados" e """standard""". (Isso de "standard" é exactamente o quê? Já ouço essa palavra desde umas filas de cantina em que um fulano dizia para outro que devia abandonar o Mac e passar para "PC" por o Mac não ser "standard"...)

    A nossa "santa cegueira" ainda dá para ver como de facto as pessoas não nascem, ao contrário da "verdade" disseminada, ensinadas a usar produtos Microsoft tal como não nascem ensinadas a usar o resto. Talvez alguns quadros (a palavra "quadros" é fascinante) das empresas que não "querem produtos como o Linux" percebessem isso se falassem mais com as pessoas que de facto passam os dias em frente ao computador e pudessem assistir ao que se passa... Talvez aprendessem que não interessa tanto o sistema operativo lá por baixo mas o conjunto de programas que o utilizador tem de usar permanentemente. Se o sistema operativo fosse outro mais robusto e os programas fizessem o mesmo com pequenas diferenças de interface mas sem rebentar inesperadamente várias vezes ao dia, não seria melhor para a empresa e os utilizadores? Parece-me que a inteligência de quem efectivamente trabalha frente ao computador é frequentemente subestimada, e a dos """quadros""" vulneráveis a folhetos coloridos frequentemente sobrestimada...

    E quanto aos técnicos "qualificados": a Microsoft não parece reduzir a necessidade deles, bem pelo contrário. Windows 2000, menus para configurar DNS, email, etc., mas que ajuda realmente davam os menus? (é verdade que podiam ajudar mais, mas a MS não produz sistematicamente interfaces tão boas como mais alguns dogmas sugerem). Sem nunca ter usado Windows NT ou 2000 acabei por conseguir ajudar a resolver alguns problemas de configuração em poucos minutos simplesmente porque já tinha lidado com aqueles subsistemas em Linux/Unix (e apesar de nova terminologia gratuita de algumas interfaces MS que complicam a vida a quem já trabalhou no mesmo domínio).

    Enfim, fanatismo e cegueira...

    Re:Quantos quadros técnicos para trocar lâmpadas? (Pontos:0)
    por Anonimo Cobarde em 09-12-00 21:23 GMT (#16)
    Fui o autor original que postou o comentário na origem da tua resposta. Devo confessar que é uma resposta de excelente nível. Estava um pouco para o cansado com o nível extremamente baixo dos comentários postados aqui no gildot. E ao contrário do que a boa netiquette recomenda, explodi para além do exagerado. Mas retrato-me perante os argumentos, que quando contêm algum sumo são sempre de respeitar e tentar comprrender. Mas voltando ao tema, eu sei do que falas, queimo muitas pestanas com produtos Microsoft, mas também queimo com outros. A pergunta: achas mesmo que o mundo maravilhoso dum sistema baseado em Linux não te dá cabo dos neurónios ? Eu acho que não ... sinceramente, já vi de tudo, e já ando há uns bons 10-12 anos nisto, e umas coisas funcionam melhor numas condições, e outras nem por isso. Acho que muita gente manda para aqui bojardas sobre a sua caixinha Linux em casa que funciona às mil maravilhas, mas não tem a mínima experiência de ver a coisa a funcionar em grandes redes, com muitos idiot-users, com muitos SO, com muito software diversificado, com muito hardware diferente (velho e novo), etc, etc ... Sinceramente, essa visão magnifica de um sistema perfeito à prova de bala é uma utopia. É tudo a mesma merda.
    Um pequeno esclarecimento... (Pontos:0)
    por Anonimo Cobarde em 06-12-00 16:14 GMT (#2)
    Free Software não é o mesmo que Open Source.

    Why "Free Software" is better than "Open Source"

    muito bem michele... (Pontos:1)
    por __soup_dragon__ em 07-12-00 10:00 GMT (#5)
    (Utilizador Info)
    ... links directos eh que eh :-)) mais um pouco e tinhamos uma declaracao de guerra entre portugal e brasil - e todo por causa do gildot :-D

    soup
    Nada de revolucionario (Pontos:1)
    por GuH em 07-12-00 15:27 GMT (#8)
    (Utilizador Info)
    Nao à nada de revolucionario! Conheço vàrias empresas de serviços em informatica que so utilisam free software. Por exemplo a sociedade Alcove (www.alcove.com).

     

     

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